SPDM EDUCAÇÃO: Terapia Comportamental Dialética

SPDM

A DBT é uma terapia comportamental desenvolvida por Marsha Linehan para o tratamento do comportamento suicida e de comportamentos autolesivos sem intencionalidade suicida (CASIS). Direcionada inicialmente para pacientes com o diagnóstico de Transtorno da Personalidade Borderline, atualmente já há estudos, incluindo 17 ECRs, com a utilização da DBT em diversos outros transtornos crônicos, tais como: transtornos por uso de substâncias, transtornos do humor e transtornos alimentares. Sua característica principal é a mediação/síntese (processo dialético) entre mudança comportamental e aceitação da experiência e da realidade em pessoas que sofrem intensamente.

Pré-Incrição

Até: 17/09/2017

Incrição

De: 18/08/2017 até: 18/10/2017

ACESSE: https://www.spdm.org.br/educacao/terapia-comportamental-dialetica/

Publicado em Notícias

Jogos: Nova dependência?

Publicado em Notícias

O impacto do uso de drogas para a gestante e seu bebê!

 

Publicado em Notícias

Alcoólicos Anônimos acumulam histórias de sofrimento e de ressurreição

Correio Braziliense

Nos últimos anos, a preocupação fica pelo perfil cada vez mais jovem dos frequentadores

Otávio Augusto

Em três décadas, houve um rejuvenescimento substancial dos integrantes do grupo na capital do país

Em 5 de setembro, os Alcoólicos Anônimos (AA) completam 48 anos em Brasília e 70, no Brasil. Mas a data comemorativa traz um alerta: em três décadas, houve um rejuvenescimento substancial dos integrantes do grupo na capital do país. Se, em meados dos anos 1990, quem buscava ajuda permeava a casa dos 50 anos, hoje jovens entre 20 e 30 representam a maior parcela desse público. Isso significa que a cervejinha de domingo ou o vinho a mais no jantar têm causado problemas cada vez mais cedo. O cenário, apesar de preocupante, traz um alívio. Nunca tanta gente procurou ajuda. Somente no DF, 3 mil pessoas participam das reuniões de tratamento.

Neste ano, duas pesquisas colocaram o Distrito Federal no centro dessa discussão que há tantos anos é a bandeira dos AA. Um estudo feito pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) mostra que o DF é a unidade da Federação que mais consome bebida alcoólica no país. E um levantamento do Ministério da Saúde é ainda mais preocupante. Brasília é a quarta capital que mais consome álcool de forma abusiva — 22,6% dos entrevistados disseram beber em demasia.

Para quem tem controle sobre as bebidas alcoólicas, o líquido não é grande problema. Entretanto, para uma parcela da população, os goles são um risco iminente. É que, em casos de alcoolismo, doença que atinge cerca de 10% da população, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a incapacidade de controlar a ingestão devido às dependências física e emocional degringola de tal forma o comportamento, que um amigo ou parente parece se transformar em outra pessoa. Na última quarta feira, a reportagem reuniu três alcoólatras para debater o assunto. Eles participam de encontros dos AA e são taxativos: é preciso mais atenção a esses casos.

A família do advogado Benjamim*, 34 anos, se chocou quando ele esfaqueou um homem em um bar na Asa Norte e agrediu um sobrinho, à época, com 20 anos. O policial militar da reserva Fernando*, 55, bebia e abria fogo indiscriminadamente em quem encontrasse pelo caminho. Uma vez, atropelou um casal em Valparaíso. O bancário aposentado Luiz*, 73, vendeu um carro e se endividou para manter o vício. O casamento ficou por um fio. A seguir, o leitor confere como o álcool atrapalhou a trajetória de pessoas comuns, mas que perdiam os limites após o primeiro gole.

“Nem os meus filhos queriam me abraçar”

Há mais de uma década, o policial militar da reserva Fernando, 55 anos, não bebe. A mudança ocorreu após um rompante extremo. Ele quebrou toda a casa onde vivia com sua mulher. “Até os ovos, eu joguei nas paredes. Nada ficou inteiro. Os vizinhos chamaram a polícia”, relembra. Foi o estopim para acabar o casamento de 25 anos. A situação saiu do rumo de tal forma, que, aos 44 anos, ele acabou internado em uma clínica de reabilitação. Os dois meses de hospitalização mudaram a história. “Eu saía de casa com duas camisas no carro. Sempre que atirava em alguém, eu trocava. Dirigia sem a menor condição. Se eu não parasse de beber, eu morreria”, avalia.

A depressão o acompanhou durante muito tempo. “Eu significava o fim da festa, a briga e a desordem. Nem os meus filhos queriam me abraçar”, lamenta. Fernando chegou a ser encontrado dormindo em uma caixa d’água, no alto de um prédio. Outra vez, desapareceu por três dias. Em sua companhia, ficavam apenas a arma de fogo e a garrafa de cachaça. “Hoje, o que eu vivo é o renascimento. Não tenho de me preocupar onde enterrar a cara. Sofro com algumas lembranças, mas estou vivo e reconstruindo a minha vida aos poucos. É muito triste saber que se tem uma casa e que se não pode voltar para lá.”

Fernando viveu as duas faces do alcoolismo. Ele perdeu dois afilhados para a bebida. “É difícil conviver. É preciso tolerância e paciência. Recolher a pessoa bêbada, vomitada e sem nenhuma condição de responder por si é muito dolorido. Nem sei quantas vezes vi os meus afilhados assim e outras tantas que cheguei assim”, lamenta. Hoje, Fernando participa de dois grupos dos AA — um em Alexânia (GO) e outro, na Candangolândia. “Ajudo as pessoas a entenderem o que eu entendi. E a viverem com um pouco mais de paz. Mas é um dia de cada vez.”

“O álcool transformava o meu jeito de pensar”

Daqui a cinco meses, o advogado Benjamim, 34 anos, será pai. Um pouco antes, o homem alto, forte e de barba volumosa completará quatro anos sem pôr uma gota sequer de bebida alcoólica na boca. “Quando saí da casa dos meus pais, fui morar perto de um bar para sempre ter bebida por perto”, conta. “O primeiro dos meus muitos porres foi aos 14 anos”, revela. Cerveja, uísque e conhaque eram os preferidos. “Mas houve um tempo em que bebia de tudo”, acrescenta.

Durante mais de uma década, Benjamim prometeu a si que largaria o copo. Em vão. “Toda vez que eu brigava ou esquecia o que havia acontecido na noite anterior, falava a mesma coisa. Não chegava a uma semana sem beber”, lamenta. Os episódios violentos traumatizaram a família. Os amigos se afastaram. E o namoro acabou. Hoje, ele está casado com a mulher que um dia o deixou por causa da bebida. “A retomada da confiança é aos poucos. O álcool transformava o meu jeito de pensar e provar que aquilo é um efeito da bebida não é fácil”, destaca.

Ele não encara a bebida como inimiga. “Parei de beber no período de festas de fim de ano. As pessoas escondiam as bebidas de mim. Mas, se ela ficar no canto dela e eu, no meu, não há problema. Hoje, consigo ir a um bar comemorar o aniversário de um amigo. Peço o meu refrigerante, converso com as pessoas, não submeto ninguém a uma situação inconveniente. Mas um dia tive obsessão pela bebida”, reconhece.

“Não é fácil controlar a vontade de beber”

A primeira experiência com o álcool aconteceu na adolescência. A vodca era o ponto fraco do bancário aposentado Luiz, 73 anos. À época, aos 15, 16 anos, bebia para se sentir mais à vontade. Disfarçava os problemas de autoestima com duas doses. “Eu ficava relaxado, conversava mais e me sentia mais bonito”, conta. Com o tempo, a quantidade de copos cresceu. “Passei a tomar três, cinco ou quantos fossem necessários”, recorda, com os olhos azuis marejados.

A vida seguiu, Luiz estudou, tornou-se bancário, casou-se e teve filhos. Em todo o caminho, a bebida se fez presente. As coisas começaram a sair do controle por volta dos 40. O vício impôs a perda de bens materiais, porém, mais que isso, Luiz perdeu valores. “Não tinha responsabilidade. Tinha cargo de chefia, mas como eu questionaria um funcionário se eu estava bêbado no início da manhã? Na maior parte dos dias, eu não conseguia ir trabalhar”, detalha, com a voz embargada.

A reviravolta completou 27 anos. “O alcoolismo não é problema moral, mas sim, de saúde. Não é mau-caratismo. Quando percebi isso, procurei ajuda. Não é fácil controlar a vontade de beber, reconstruir os laços e tocar a vida em frente”, explica. Luiz retomou a rotina aos poucos e trabalhou mais cinco anos até se aposentar. Hoje, coordena um dos 100 grupos dos Alcoólicos Anônimos do DF. “O meu pai parou de beber quando eu tinha 6 anos, mas tenho lembranças de ele perturbando a nossa família. Não queria repetir aquelas cenas”, conclui.

* Nomes fictícios

Publicado em Notícias

Como as empresas lidam com o uso da maconha por empregados nos EUA

BBC Brasil

GETTY IMAGES Image caption

Maconha é ilegal na legislação federal americana, mas 30 Estados e o distrito de Columbia permitem seu uso medicinal e recreacional

Um número cada vez maior de Estados americanos está legalizando ou descriminalizando o uso medicinal e recreativo de maconha – o que faz com que empresas tenham de lidar com a possibilidade de empregados irem ao trabalho ainda sob seus efeitos.

No entanto, diferentemente do álcool e de outras substâncias, traços da maconha permanecem por semanas ou meses no organismo, o que dificulta a aplicação de exames toxicológicos no ambiente de trabalho para detectar se uma pessoa a usou recentemente.

É possível que empregados façam isso em seu tempo livre ou nas férias e, depois, de volta ao trabalho, sejam demitidos porque seus exames em testes toxicológicos deram positivo. Além disso, a existência de leis e regulamentações conflitantes é especialmente complexa para empresas multinacionais ou mesmo as que operam em diferentes regiões dos Estados Unidos.

No país, a maconha é ilegal pela legislação federal, mas 30 Estados e o distrito de Columbia permitem seu uso medicinal e recreacional. Atualmente, 20% dos adultos usam a droga e 14% o fazem regularmente, de acordo com uma pesquisa do Yahoo News em parceria com a Faculdade Marista em Poughkeepsie, de Nova York.

Esses índices devem aumentar significativamente nos próximos anos na América do Norte. Na Califórnia, o Estado mais populoso, com quase 40 milhões de habitantes, o uso recreativo da droga é legal desde novembro do ano passado. O Canadá tem planos de fazer o mesmo e já permite o uso medicinal.

No entanto, a maconha continua ilegal em muitos países, entre eles Brasil, Reino Unido, França, Irlanda, Indonésia, China, Japão, Coreia do Sul e Arábia Saudita. Já em outros como Itália, México, Argentina, Áustria, Chile, Colômbia, Holanda, Espanha e Suíça o uso pessoal foi descriminalizado.

O Uruguai foi o primeiro país a legalizar totalmente a produção e a venda de maconha para fins recreativos. Farmácias passaram a vender a droga neste mês.

“Você precisa de auxílio em cada país em que opera para criar uma política corporativa sobre uso de entorpecentes que não viole as leis locais”, diz o advogado Tony Fiore, do Estado de Ohio.

Colcha de retalhos

Algumas leis e a jurisprudência nos Estados Unidos permitem que empresas demitam empregados que tenham resultados positivos para maconha em exames toxicológicos.

Isso é possível mesmo em Estados onde hoje a droga é legal. O Tribunal Superior do Colorado decidiu, por exemplo, que os empregadores podem despedir funcionários mesmo que o uso de maconha seja para fins medicinais.

Como a droga continua sendo ilegal de acordo com leis federais, a corte manteve a demissão de Brandon Coats, que trabalhava no serviço de atendimento ao consumidor da Dish Network, uma empresa de TV por assinatura. Brandon é tetraplégico e usa a droga para aliviar a dor dos espasmos musculares causados pela deficiência. Em exame aleatório, seu resultado foi positivo.

De acordo com os registros do caso, ele nunca chegou a ser acusado de estar sob influência da droga no trabalho e afirmou nunca tê-la usado no escritório.

Brandon trabalhava na empresa há três anos e recebia ótimas avaliações antes de sua demissão, em 2010. Ele não lidava com nenhuma atividade de risco e nunca havia pedido nenhum tipo de mudança na rotina por conta do uso de maconha.

Por sua vez, outros Estados americanos criaram leis que determinam que empresas abram exceções para o consumo de maconha por motivos médicos — desde que a droga não afete o desempenho no local de trabalho.

Regulamentações sobre a realização de exames toxicológicos nas empresas variam ao redor do mundo. O Centro Europeu de Monitoramento de Drogas e Vício afirma que, no continente, apenas Finlândia, Irlanda e Noruega têm regras específicas que lidam com a questão dos exames.

Na Noruega, por exemplo, esse tipo de teste é considerado uma violação da privacidade de um funcionário ou candidato a vaga e só pode ser feito quando estritamente necessário, como para proteger a segurança do trabalhador ou de outras pessoas.

Os empregadores canadenses têm muito menos liberdade para fazer testes de drogas do que os americanos. “As empresas têm de corresponder às exigências de saúde e segurança, como em casos nos quais funcionários precisam dirigir. Ao mesmo tempo, precisam acomodar trabalhadores que fazem uso medicinal da droga”, diz o advogado trabalhista Darryl Hiscocks, de Toronto.

Ele acredita que as companhias devem pedir para que os funcionário informem seus gerentes casos estejam usando maconha por indicação médica. “É uma questão de balancear os direitos humanos e o direito à privacidade do trabalhador com preocupações relativas à saúde e à segurança no ambiente de trabalho”, diz.

Por causa dessa legislação que é uma “colcha de retalhos”, trabalhadores que usam maconha por motivos de saúde ou de forma recreacional podem acabar precisando lidar com obstáculos na carreira. “Eles podem ser impossibilitados de viajar, por exemplo, caso tenham recebido uma prescrição para o uso de maconha e a droga não for permitida no país ou Estado de destino”, diz o advogado Tony Fiore.

Um questão complexa

Não existem estatísticas sobre quantas pessoas já foram demitidas — ou deixaram de ser contratadas — por resultados positivos para maconha em testes toxicológicos, mas não há dúvidas de que isso é comum.

“A questão da maconha no ambiente de trabalho é complexa e vai precisar de mais atenção das empresas conforme mais Estados e países descriminalizem a droga”, diz Todd Simo, diretor da HireRight, empresa que oferece serviços de pesquisa de antecedentes para empresas.

“Hoje, o uso de maconha é um sinal amarelo, não um sinal vermelho, como no passado.”

Teste de drogas

Direito de imagem GETTY IMAGES Image caption

Leis sobre exames toxicológicos no ambiente de trabalho variam ao redor do mundo

Conforme o estigma associado ao uso da maconha tem diminuído nos EUA, algumas empresas vem permitindo que empregados façam isso até no trabalho — principalmente nos casos de fins medicinais.

Como se trata de uma substância psicotrópica, há uma série de efeitos identificados pela Organização Mundial de Saúde (OMS) que podem interferir na rotina de trabalho – como o fato de a maconha “comprometer o desempenho psicomotor em uma série de habilidades, como coordenação motora, capacidade de dividir a atenção entre várias tarefas”.

Mas alguns empregadores entendem que os efeitos variam de indivíduo para indivíduo. “Menos de um terço dos estudos encontraram uma correlação entre uso de maconha e menor eficiência”, diz Sarah Sullivan, coordenadora da área de controle de riscos da Lockton, uma corretora de seguros.

O empreendedor Altay Guvench diz que empregadores deveriam perceber que alguns funcionários podem até se beneficiar do uso. Guvench diz que, para ele, foi muito útil — das aulas em Harvard ao aumento da produtividade e criatividade no trabalho. “Maconha me ajudou a reduzir a depressão e a ansiedade e a manter minha mente focada em criar softwares ou em praticar música”, diz ele.

O uso da droga normalmente não é permitido para pessoas que trabalhem em cargos em que haja riscos à segurança pessoal e de outras pessoas, como dirigir um ônibus ou operar máquinas pesadas. Além disso, empresas que têm contratos com o governo americano são obrigadas a seguir leis federais e demitir quem tenha um teste positivo para maconha e outras drogas.

No entanto, a falta de mão de obra especializada em algumas áreas leva empresas a pularem a etapa dos teste na contratação e a evitarem a realização de exames aleatórios. Simo, da HireRight, diz que algumas companhias do Vale do Silício normalmente não fazem, porque sabem que perderiam um grande número de candidatos qualificados. “Mas a decisão de pedir ou não os exames é delicada, principalmente em setores que lidam com segurança”, afirma.

“Houve um pico nos testes de drogas por volta de 2014, depois que a maconha começou a ser vendida legalmente, porque as empresas temiam ser prejudicadas ou ter sua capacidade de produção diminuída por causa de uma febre na compra de baseados”, diz Curtis Graves, gerente do Mountain States Employers Council, uma entidade que representa empregadores. “Dois anos depois, no entanto, essa tendência não se comprovou.”

Embora algumas empresas tenham abandonado os exames surpresa, muitas ainda testam pessoas que mostram sinais de incapacidade ou produtividade reduzida. Nesses casos, alguns Estados exigem que os patrões tenham provas do comportamento errático, como mudanças na fala, problemas motores ou queda real no desempenho.

Esses problemas podem, no entanto, não estar relacionados ao uso da droga, mesmo que o resultado do exame seja positivo. A substância detectada é um subproduto da maconha, o tetraidrocanabinol (THC), que pode ser encontrado no sangue semanas ou até meses depois que uma pessoa parou de usar a droga.

Por causa da chance de haver erros e do fato de que um resultado positivo no teste pode ser um indicativo de que a pessoa está debilitada ou mesmo de que usou a droga recentemente, a Organização Nacional para a Reforma das Leis sobre Maconha diz que testes de urina, sangue ou fluídos são discriminatórios — e violam direitos individuais.

A ONG recomenda testes de capacidade de trabalho em vez de exames toxicológicos. Há, por exemplo, aplicativos que detectam mudanças no desempenho ao avaliar a memória, o tempo de reação e o equilíbrio de uma pessoa.

A maioria das empresas reluta em discutir publicamente suas políticas de realização de exames toxicológicos. Companhias multinacionais procuradas para comentar o assunto negaram os pedidos de entrevista. “É uma questão de percepção”, diz Curtis Graves.

“Ninguém quer ficar conhecido por ser ‘relaxado’ com relação a drogas. Companhias têm receio de dizer que afrouxaram suas políticas, porque isso poderia comprometê-las legalmente se acontecer um acidente e o funcionário envolvido tiver substâncias derivadas da maconha no sangue. Mesmo que o uso tenha ocorrido semanas antes.”

Publicado em Notícias

Suicídios na mesma família podem ser explicados, em parte, pela genética

Publicado em Notícias

CNPq atinge teto orçamentário e pagamento de bolsas pode ser suspenso

Publicado em Notícias