Revista Psique traz o tema da Dependência Química em matéria de capa desse mês

Não percam edição desse mês da Revista Psique.

No limite entre e Autonomia e internação Compulsória: O tratamento de dependência química necessita de uma rede de serviços com níveis de complexidade diferentes. É um processo de recuperação psicossocial. Por Maria de Fátima Rato Padin

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“Debatendo a Liberação da Maconha”

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Da rocinha às drogas

Guilherme Athayde Ribeiro Franco (*)

O maior complexo de violência estrutural produzida pela negação de direitos básicos à moradia, à saúde, à educação, à mobilidade e à segurança, na zona sul carioca, situa-se perto de elegantes bairros como  São Conrado e Gávea.

A comunidade – há quem diga que hoje está na casa de cem mil pessoas – experimentou seu boom de crescimento desordenado  na década de 70 do século passado. E não parou mais.

O que antes eram ocupações de pequenas chácaras, com produção de agricultura familiar (daí o poético nome: Rocinha), foi levada à fatídica missão, em benefício do progresso a alguns, de receber e fornecer mão de obra barata e pouco qualificada  para os mares nunca dantes navegados de concreto e asfalto.

Depois disso, território sem dono, sem cuidado e  sem voz, deu margem à ocupação não dos cafezais, bananeiras ou hortaliças -mas sim da criminalidade organizada. Que comanda não só o comércio de psicoativos, como também de armas de fogo, explosivos e subjuga cidadãos honestos exigindo-lhes taxas para utilização de gás de cozinha em suas casas.

Hoje é o epicentro de (mais)  uma guerra. Entre as forças da ordem pública e os que mercadejam com o cérebro e a saúde alheia. O Estado vive um impasse – porque falhou em políticas públicas comezinhas voltadas a famílias, crianças e adolescentes;  e o mercador de cérebro se aproveita das vielas que serpenteiam o morro mal urbanizado, em um conflito que se sabe como se inicia, mas não como termina.

Enquanto isso, parte da mídia (democrática concessão do poder estatal, reforce-se), ao invés de compreender que na verdade há uma disputa por espaço em um vasto mercado que serve à sociedade acéfala de valores (sedenta de prozacs tropicalizados, a principiar pela droga de maior prevalência, o álcool), bate-se pela  legalização e liberação do plantio não de salsinha, cheiro-verde ou assemelhados. Mas de cannabis  – planta que pode passar de quatro metros de altura – geneticamente modificada e muito mais lesiva aos neurônios adolescentes que a experimentada pela geração flower power.

Colhem-se até vozes respeitadas para alardear que quando um fruto deixa de ser proibido, deixa de ser desejado.  Esse raciocínio, entrementes, não se sustenta em termos epidemiológicos. Pois maior a oferta da substância, maior o consumo.

Aliás, essa visão de mundo ignora detalhes perceptíveis tanto ao cidadão comum, quanto aos especializados em questões de saúde e segurança pública.  Palmar que com a almejada legalização, os que se dedicam ao crime não vão correndo abrir suas microempresas individuais para comercializar um só tipo de produto – imaginemos que seja maconha, tal qual no Uruguai, com concentração de THC na casa de 2%,  mostrada en passant na reportagem do Fantástico no dia 24.9 pp..  Tampouco entregarão o seu arsenal à Polícia.

Há relatos de autoridades uruguaias[1] no sentido que o tráfico não diminuiu por lá. Ora, a maconha “oficial” não tem a mesma concentração de THC  que a fornecida pelo que se convencionou chamar de Narcosul: na casa de 15% de THC ou mais.

Um dos critérios para se aferir a dependência química é o da tolerância. Ou seja: doses maiores da substância se fazem necessárias para que se alcance o efeito desejado pelo usuário.  Por que no Brasil seria diferente?

Pode-se até cantar: “maconha na tabacaria, drogas na drogaria”,  ou que esta terra ainda vai cumprir seu ideal, tornando-se um imenso maconhal. Contudo, os mais vulneráveis continuarão lá atrás do ônibus, diria Rosa Parks.

E a Constituição da República, conquanto de clareza ímpar, no sentido de que o Estado deve primar pela proteção integral – isso abarca o sistema dopaminérgico – de crianças, adolescentes e jovens –  vira apenas um quadro na parede da memória. E como doi.

[1] https://g1.globo.com/mundo/noticia/legalizacao-da-maconha-nao-diminuiu-trafico-no-uruguai.ghtml

*Guilherme Athayde Ribeiro Franco
Promotor de Justiça e Especialista em Dependência Química pela UNIFESP

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“Cocaína-A rota caipira”, de Allan de Abreu

Blog da Record

Por Nelson Vasconcelos

foto: O repórter Allan de Abreu, autor de “Cocaína – A Rota Caipira” – Foto: Johnny Torres

Sabe quando um livro conta histórias tão absurdas que pensamos que seu autor exagerou na imaginação? “Cocaína – A rota caipira”, do Allan de Abreu, poderia estar nessa categoria se não fosse um “detalhe”: tudo o que encontramos em suas 800 páginas é verdade pura. Nada é ficção. Para nosso espanto permanente, Allan nos apresenta, com riqueza de detalhes, os meandros do narcotráfico em boa parte do país. Há sempre uma surpresa à espreita, mostrando que a indústria da droga é muito mais dinâmica do que pensamos, cooptando brasileiros de absolutamente todos os níveis sociais e econômicos – incluindo políticos e autoridades, como ele conta nesta entrevista.

acesse: http://www.blogdaeditorarecord.com.br/2017/04/24/cocaina-a-rota-caipira-de-allan-de-abreu/

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Álcool motiva dois terços dos crimes no trânsito em SC

Diário Catarinense
Por Roelton Maciel
Foto: Tiago Ghizoni / Diário Catarinense

Motoristas embriagados são alvos de praticamente sete em cada 10 denúncias do Ministério Público por crimes de trânsito cometidos em Santa Catarina. Só entre os últimos meses de janeiro a agosto, o MP denunciou 3.599 motoristas por embriaguez ao volante.

Isto significa que o álcool está por trás de mais de dois terços dos 5,3 mil crimes de trânsito denunciados pelo MP no período. Uma denúncia do Ministério Público garante que, além de ser flagrado pela polícia, o motorista também seja processado criminalmente na Justiça. No ano passado, o Ministério Público denunciou mais de 6 mil condutores catarinenses por embriaguez. O número varia entre 6 e 7 mil denúncias anuais desde 2013, ano seguinte ao endurecimento das regras da popular Lei Seca. Dados das polícias rodoviárias mostram a ponta do problema: quase 3 mil motoristas já foram autuados por dirigirem embriagados nas estradas estaduais e federais catarinenses desde janeiro. O número de detidos já passa de 600.

acesse: http://anoticia.clicrbs.com.br/sc/geral/noticia/2017/09/alcool-motiva-dois-tercos-dos-crimes-no-transito-em-sc-9913087.html

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Evento: “Dependência química em profissionais de saúde”

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Aconselhamento em Dependência Química – Virtual

NOVA TURMA! 5084-3001

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