‘Toninho e a poção da falsa felicidade’ tem lançamento oficial e sessão de autógrafos na Livraria Cultura Market Place

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Na tarde do dia 20 de agosto, a Livraria Cultura Market Place, localizada em São Paulo/SP, é palco para o lançamento do livro ‘Toninho e a poção da falsa felicidade’, escrito pelos psicoterapeutas Adriana Zanonato, Luiz Carlos Prado, Maria de Fátima Padin, Marina Gusmão Caminha e Renato Caminha.

Com foco nas crianças, o livro – publicado pela Sinopsys Editora – é uma ferramenta que possibilita às crianças o aprendizado de estratégias assertivas para lidar a dolorosa problemática da dependência química na família. Desta forma, a história de Toninho busca salientar o quanto é nocivo o uso de substâncias ilícitas para quem usa e, também, para os seus familiares. Além da história de Toninho, a obra traz um caderno de exercícios com sugestões para que a criança consiga aprender a lidar com as dificuldades decorrentes de alguém da família ser usuário dessas substâncias.

O quê: Lançamento e Sessão de autógrafos do livro ‘Toninho e a poção da falsa felicidade’ com a presença da autora Maria de Fátima Padin

Quando: 20/08/2016, das 15h às 17h

Onde: Livraria Cultura Market Place em São Paulo  

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Últimas semanas para a inscrição Prazo final: 05/08/2016

CESMIA 4ª EDIÇÃO - primeiro cartaz

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Lançamento e Sessão de Autógrafos em São Paulo

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Prova de tráfico não permite deduzir que réu integra organização criminosa

Prova de tráfico não permite deduzir que réu integra organização criminosa

Consultor Jurídico

REGIME ABERTO – Por Felipe Luchete

O Ministério Público não pode afirmar que um acusado integra organização criminosa somente para afastar a hipótese de tráfico privilegiado, que reduz penas. A denúncia deve apresentar elementos demonstrando que ele tem antecedentes criminais e dedica-se a cometer delitos. Assim entendeu o juiz José Henrique Kaster Franco, da Vara Criminal de Nova Andradina (MS), ao aplicar regime aberto para o dono de uma moto usada para transportar 15 kg de maconha.

O homem foi condenado a 1 ano e 8 meses de reclusão, pois o juiz concluiu que há provas de que ele sabia do uso do veículo para o tráfico de drogas. A sentença, porém, considera que a participação foi de menor importância e inclui-se nas reduções fixadas pelo artigo 33 da Lei 11.343/06 (Lei de Drogas).

“O fato de alguém transportar determinada quantidade de droga não significa que integre organização criminosa ou mesmo que se dedique à prática de crimes”, diz a decisão. “A guerra às drogas não justifica a declaração de guerra ao Direito Penal.”

O juiz rejeitou parte dos argumentos da denúncia e disse que não faz sentido acusar uma pessoa de integrar grupo criminoso sem nenhum indício claro. “Para que o Ministério Público aduza que o réu se dedica a prática de crimes, deve ter prova desses crimes. Se tem provas, está obrigado a denunciá-lo por todos os crimes.”

Franco é o mesmo juiz que afastou a natureza hedionda do crime de tráfico privilegiado de entorpecentes — esse outro caso saiu de Nova Andradina em 2010 e chegou em junho de 2016 ao Plenário do Supremo Tribunal Federal, onde a tese de primeiro grau foi mantida (HC 118.533).

Na última terça-feira (12/7), Franco manteve esse entendimento, citando o STF, e declarou que em nenhum momento a Lei 11.343/06 considera que a quantidade de entorpecente apreendido basta para provar participação em organização criminosa. “Se o juiz admitir que em todos os casos nos quais se transporta determinada quantidade de droga está afastada a incidência da minorante, está, em verdade, a legislar, a usurpar função legislativa.”

Ele apontou que o réu nem sequer foi denunciado em outro processo contra dois homens que usaram sua motocicleta e efetivamente fizeram o transporte de maconha. Na outra ação penal, a dupla foi condenada por integrar organização criminosa. Assim, a sentença reconheceu a existência de tráfico privilegiado e reduziu a pena do acusado em um terço: 1 ano e 8 meses de prisão, mais 180 dias-multa.

Trabalho fixo
O advogado do réu, Clayton de Macedo e Silva, apontou nos autos que o cliente não dependia do tráfico como meio de vida, pois na época era jardineiro e hoje trabalha como segurança em uma loja, com carteira assinada. Apesar da pena mais favorável, a defesa ainda vai recorrer, por considerar que o cliente é inocente, sem nenhum vínculo com tráfico de drogas. Silva ressalta que a fixação de regime aberto também é relevante na decisão.

Clique aqui para ler a sentença.
Processo 0800585-36.2015.8.12.0017

Felipe Luchete é repórter da revista Consultor Jurídico.

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Anxiety, Depression and Risk of Cannabis use: Examining the Internalising Psthway to use Among Chilean Adolescents

Anxiety, Depression and Risk of Cannabis Use: Examining the Internalising Pathway to  use among Chilean Adolescents

Lexine A. Stapinski1,2  Alan A. Montgomery3 & Ricardo Araya2, 4

1 NHMRC Centre for Research Excellence in Mental Health and Substance Use, National Drug and Alcohol Research Centre, University of New South Wales, Sydney Australia

2 School of Social and Community Medicine, University of Bristol

3 Nottingham Clinical Trials Unit, School of Medicine, University of Nottingham, Queen’s Medical Centre, Nottingham, NG7 2UH, UK.

4 Department of Population Health, London School of Hygiene and Tropical Medicine, London, United Kingdom

Cannabis is the most widely used illicit substance, with a peak in onset and intensity of use occurring during mid to late adolescence (Copeland and Swift, 2009). Global comparisons suggest cannabis use is less prevalent in Latin America compared to more affluent regions such as North America, Europe, Australia and New Zealand (Degenhardt et al., 2008; United Nations Office on Drugs and Crime, 2014). However, national surveys of school students in Chile suggest an upward trend in cannabis use since 2009, increasing to a 12-month prevalence of 30.6% in 2013 (Servicio Nacional para la Prevención y rehabilitación del Consumo de Droga y Alcohol, 2014). This most recent estimate places
adolescent prevalence rates in Chile among the highest in the world (Castillo-Carniglia, 2015). This high prevalence is concerning given increasing evidence that adolescent cannabis use can interfere with normal brain development, leading to deficits in cognitive functioning (Bava and Tapert, 2010; Fontes et al., 2011; Squeglia et al., 2009). Furthermore, research suggests substance use patterns established in adolescence tend to predict adulthood problems such as dependence, psychosocial dysfunction, delinquency, and progression to other drug use (Copeland and Swift, 2009; Lynskey et al., 2003; Patton et al., 2007). A promising strategy for reducing these considerable harms is early intervention to prevent cannabis use during adolescence.
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AIDS AVANÇA NO BRASIL ENTRE 2010 E 2015, AFIRMA UNAIDS

Aids avança no Brasil entre 2010 e 2015, afirma UNAids

Estadão Conteúdo

O número de pessoas infectadas pelo vírus da aids volta a subir no Brasil, enquanto a UNAids – programa da Organização das Nações Unidas (ONU) para combater a doença – alerta que os avanços pelo mundo nos primeiros dez anos do século 21 perderam força. Dados publicados nesta terça-feira, 12, pela entidade revelam que, se cerca de 43 mil novos casos eram registrados no Brasil em 2010, a taxa em 2015 subiu para 44 mil.

Em termos globais, a agência de combate à aids aponta que o número de novas infecções pelo mundo caiu apenas de forma modesta, de 2,2 milhões em 2010 para 2,1 milhões em 2015. O Brasil e a América Latina, porém, caminharam em uma direção oposta.

“Estamos soando o alarme”, disse Michel Sidibé, diretor-executivo da UNAids. “O poder da prevenção não está sendo realizado. Se houver um aumento de novos casos de infecção agora, a epidemia será impossível de ser controlada. O mundo precisa tomar medidas urgentes e imediatas”, alertou. Hoje, são 36,7 milhões de pessoas vivendo com a doença pelo mundo e com 1,1 milhão de mortes.

No total, a população vivendo com aids no Brasil passou de 700 mil para 830 mil entre 2010 e 2015, com 15 mil mortes por ano. “O Brasil sozinho conta com mais de 40% das novas infecções de aids na América Latina”, alertou a Unaids.

A organização destaca importantes avanços na região no que se refere à contaminação de crianças, com uma queda de 50% em apenas cinco anos. Mas, entre adultos, a UNAids alerta para um aumento de casos de 2% entre 2010 e 2015, atingindo um total de 91 mil novas infecções por ano.

Na América Central, as taxas de aumento foram de quase 20% em países como Belize, Nicarágua e Guatemala. No México, a alta foi de 8%, contra 5% na Colômbia e 4% no Brasil. Em pelo menos dez países latino-americanos, porém, houve queda no número de novos casos, incluindo Argentina, Paraguai, Uruguai e Venezuela.

No Brasil, apenas 6% do orçamento seria usado para programas de prevenção e, dos 830 mil pessoas vivendo com a doença, 452 mil estariam recebendo a terapia, cerca de 55%.

Em termos gerais, o Brasil gastaria cerca de US$ 800 milhões com o combate à aids, segundo dados de 2014. Mas o estudo alerta que a prevenção pode estar falhando. Quase metade dos homens que tem relações sexuais com outros homens nunca tinha sido testado.

A preocupação dos especialistas da ONU não é apenas com o Brasil. Segundo a entidade, depois de “quedas significativas” da aids no mundo, os avanços se estagnaram. Desde 1997, o número de novas infecções pelo mundo caiu em 40% e em 70% entre crianças.

Mas, ainda assim, 1,9 milhão de pessoas a cada ano desde 2010 em média foram afetadas. “A prevenção precisa ser fortalecida”, alerta a entidade.

A ONU espera acabar com a aids até 2030. Mas os últimos dados mostram tendências contrárias. No Leste Europeu, o número de novos casos aumentou em 57% entre 2010 e 2015. No Caribe, depois de anos de queda, a expansão é de 9% a cada ano desde 2010. No Oriente Médio, o aumento foi de 4%, a mesma taxa na África.

Na Europa e na América do Norte, a queda no número de casos foi insuficiente para compensar o aumento nas demais regiões. Em 35 anos, 35 milhões de pessoas morreram no mundo por causa da aids e 78 milhões foram infectadas.

Na avaliação da entidade, governos precisam focar seus esforços em determinadas populações mais vulneráveis. Homens que mantêm relações com outros homens têm 24 vezes mais chance de ser contaminados do que a média da população, a mesma taxa que usuários de drogas injetáveis. Já prostitutas têm dez vezes mais chances e prisioneiros, cinco vezes mais. No total, esses grupos representam um terço das novas contaminações no mundo.

Apesar dos avanços, apenas 57% das pessoas infectadas sabem que são portadoras do vírus e somente 46% dos doentes têm acesso a tratamento, cerca de 17 milhões de pessoas.

O avanço da doença ocorre no mesmo momento em que as doações internacionais sofreram quedas importantes. Em 2013, elas foram de US$ 9,7 bilhões. Mas caíram para US$ 8,1 bilhões em 2015. No ano passado, US$ 19,2 bilhões eram necessários para lidar com a doença.

Se não bastasse a falta de recursos, a entidade alerta que apenas 20% dos gastos com a aids têm sido usado para programas de prevenção.

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Combinado de drogas e álcool pode ser fatal para o coração

Jornal Hoje

Cardiologistas estudaram casos de infartos em pessoas com menos de 40.
Eles descobriram que 25% deles estão ligados ao consumo de cocaína.

César Menezes São Paulo

Estudo do Instituto Dante Pazanezze, em São Paulo, referência no tratamento de doenças cardíacas, mostrou que o uso combinado de drogas e álcool pode ser fatal para o coração, principalmente de pessoas jovens. Cardiologistas estudaram os casos de infartos em pessoas com menos de 40 anos e descobriram que 25% deles estão ligados ao consumo de cocaína.

Hoje o vendedor Anderson Lima malha, prefere comidas saudáveis, bebe pouco. Tudo ao contrário do que fazia há quatro anos: “Eu fazia bastante combinação com vodca, com uísque, com bebida destilada, cocaína. Eu cheguei, em alguns momentos, a usar lança-perfume também e tive alguns episódios de arritmia cardíaca, problema com pressão arterial”.

Ele foi ao médico e ouviu que, se não mudasse de vida, ia acabar morrendo cedo. “O médico me encaminhou para o cardiologista, mediu minha pressão e deu 19 por 8”, relata.

Anderson provavelmente foi salvo pela informação do médico. Se ele não tivesse ido àquela consulta e não tivesse mudado o estilo de vida, a chance de ele ter um infarto fulminante seria muito grande.

Os médicos do Instituto Dante Pazanezze analisaram mais de 400 casos de pacientes com menos de 40 anos, que deram entrada no hospital com infarto, nos últimos cinco anos. Um em cada quatro usava cocaína.

As coronárias levam sangue para o músculo do coração funcionar. Um infarto provocado pelo acúmulo de gordura na parede da artéria é um processo que leva décadas. Mas em quem usa cocaína, pode acontecer em meses. A droga provoca uma inflamação na parede da coronária. Ela incha e estrangula a passagem do sangue.

O perigo aumenta quando cocaína e álcool são usados ao mesmo tempo. A combinação gera uma substância chamada de cocaetileno, que acelera o processo de inflamação. O jovem não imagina que possa ter um problema no coração e, normalmente, a crise acontece logo depois de usar a droga.

“Ele não está alerta para os sinais que o organismo manda e que está sofrendo um infarto. E esse atraso pode ser fatal”, explica Ibraim Masciarelli, presidente da Sociedade de Cardiologia de São Paulo.

“Eu tinha visão turva, arritmia cardíaca, tontura, problema com pressão arterial, muita dor de cabeça, pressão alta e às vezes uma queda de pressão, sensação de desmaio, náusea”, conta Anderson.

Ibraim faz um aleta: “É importante que, diante da suspeita ou de sintomas que possam sugerir problemas cardíacos, esse jovem procure uma assistência médica o mais rapidamente possível para tentar evitar a progressão do infarto”.

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