MORTE POR USO DE MACONHA

Padre Haroldo2

     Em Denver, Colorado, nos Estados Unidos, Levy Thamba, 19 anos, estudante de engenharia, pulou da sacada de um hotel no mês passado depois de comer um biscoito de maconha e morreu.

Ele nunca tinha experimentado maconha e começou a agir de forma estranha e hostil, quebrando tudo pelo quarto.

Levy não tinha histórico de problemas mentais ou de tendências suicidas. Sua morte está associada à intoxicação por maconha.

Pouca atenção tem sido dada aos riscos dessa droga, particularmente na forma comestível.

Médicos do Centro Médico Telluride, em Denver, relataram queixas médicas associadas ao uso de maconha, especialmente em suas formas comestíveis: ansiedade, náuseas, vômitos, falta de ar, alucinações, entre outros. Relataram também que o consumo de maconha em qualquer uma das suas formas tem levado à severas crises de ansiedade e à crises de pânico, onde as pessoas acreditam que estão tendo um ataque cardíaco.

Autoridades em saúde pública dizem que mais atenção precisa ser dada para as formas comestíveis da droga, especialmente popular entre usuários de primeira viagem. As guloseimas, os doces e os elixires estão entre os novos produtos mais populares desde que a maconha tornou-se legal.  Produtos comestíveis são embalados com rótulos de advertência e níveis de potência, mas essas precauções não são suficientes.

Os antigos estudos, incluindo os livros didáticos e a toxicologia, são baseados nos efeitos da maconha inalada. Os comestíveis a contêm são um território desconhecido para a medicina de emergência.

Os cientistas logo comprovarão o perigo de ingerir comestíveis e elixires que contêm maconha.

Lembre-se: “As drogas são ilegais porque são perigosas, e não perigosas porque são ilegais”.

(foto: absoluta.com.br)

HAROLDO J. RAHM, SJ, Presidente de Honra da Instituição Padre Haroldo e do Amor-Exigente

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Exposição ao álcool entre escolares e fatores associados

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Deborah Carvalho Malta, Márcio Dênis Medeiros Mascarenhas, Denise Lopes Porto, Sandhi Maria Barreto, Otaliba Libânio de Morais Neto

A adolescência é uma fase de grandes transformações, que propicia o contato com novos hábitos e a exposição a fatores de risco comportamentais, como o tabagismo, alimentação inadequada e sedentarismo. Nesta transição da infância para a vida adulta, pode ocorrer também a experimentação de álcool e outras drogas, expondo a riscos à saúde. O consumo de álcool episódico é mais frequente entre os adolescentes e pode ocorrer de forma abusiva, levando a potenciais riscos à saúde, como intoxicação alcoólica.

acesse: http://www.scielo.br/pdf/rsp/v48n1/0034-8910-rsp-48-01-0052.pdf

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Correlated Factors and Prevalence of Alcohol Treatment in Brazil: A National Survey

Clarice S. Madruga, Patricia De Saibro, Cleusa P. Ferri, Raul Caetano, Ronaldo Laranjeira, Ilana Pinsky

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Alcohol-related disorders account for an enormous burden of disease in low-income and middle-income countries. In 2004, the percentage of all disability-adjusted life years attributable to alcohol among Brazilian men was the second greatest among 10 other populous countries.

The improvement in social and economic conditions seen in Brazil in recent years is not necessarily leading to an expansion of the health system. There is a chronic lack of specialized treatment in the face of a high prevalence of alcohol abusers. The Brazilian psychiatric system has been through structural reforms since 2002. A network of facilities, the Psycho-Social Care Center for Alcohol and Drugs (acronyms CAPS-AD), has been implemented and is in constant change.

acesse: Madruga__Saibro.pdf

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Uso casual de maconha pode afetar o cérebro, diz estudo

Pesquisadores encontraram diferenças de forma e tamanho em regiões do cérebro ligadas às emoções e à motivação em usuários jovens da droga

Maconha: descoberta ressalta a importância da pesquisa voltada para o uso moderado da droga a longo prazo

Maconha: descoberta ressalta a importância da pesquisa voltada para o uso moderado da droga a longo prazo (Reuters)

O uso esporádico de maconha pode afetar regiões cerebrais relacionadas ao controle das emoções e à motivação. Esta é a conclusão de um novo estudo americano, publicado nesta quarta-feira, no periódico The Journal of Neuroscience. Os resultados sugerem que o uso recreativo da droga pode levar a mudanças cerebrais anteriormente não identificadas e ressaltam a importância da pesquisa voltada para os efeitos no longo prazo para o cérebro do uso baixo ou moderado da droga.

A maconha é a droga ilícita mais comum nos Estados Unidos — sua venda para o uso recreativo foi recentemente legalizada em dois estados, Colorado e Washington. As consequências comumente associadas a seu uso são prejuízos para a motivação, atenção, aprendizado e memória. Estudos anteriores, realizados com animais expostos ao tetrahidrocanabinol (THC), principal componente psicoativo da droga, mostraram que o uso contínuo provocava mudanças estruturais em regiões do cérebro envolvidas com essas funções. Pouco se sabe, porém, sobre o efeito do uso moderado, especialmente em adolescentes e jovens.

Mudanças no cérebro — No estudo atual, os autores utilizaram ressonância magnética para comparar o cérebro de usuários de 18 a 25 anos que consumiam maconha pelo menos uma vez por semana com o de pessoas com pouco ou nenhum histórico de uso da droga. Embora avaliações psiquiátricas tenham mostrado que os participantes não eram dependentes da droga, as imagens de seu cérebro mostraram diferenças significativas. O núcleo accumbens, região do cérebro ligada ao sistema de recompensa e motivação, estava maior e com formato e estrutura alterados nas pessoas que usavam a droga.

Os pesquisadores também compararam tamanho, forma e densidade da amígdala, parte do cérebro que desempenha um papel importante no controle das emoções, de vinte usuários casuais de maconha e vinte pessoas que não faziam uso da droga. No primeiro grupo, os participantes tiveram que estimar o seu consumo nos últimos três meses, incluindo a quantidade de dias em que usaram a droga e a quantidade. Os cientistas concluíram que, quanto mais intenso o uso, maiores as mudanças no cérebro.

“Esta pesquisa sugere que até um uso leve a moderado da maconha pode causar mudanças na anatomia do cérebro”, diz Carl Lupica, pesquisador do Instituto Nacional de Abuso de Drogas, nos Estados Unidos, que não participou do estudo. “Os resultados são particularmente interessantes porque os estudos anteriores analisavam o uso intenso.”

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Occasional Marijuana Use May Change Structure of Young People’s Brains: Study

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Occasional marijuana use may change the brain structure in young adults, a new study suggests. Marijuana may cause changes related to motivation, emotion and reward. The changes occurred in the areas of the brain involved in processing emotion and forming long-term memories, and in reward and addiction, HealthDay reports.

The study included 40 college students ages 18 to 25. Half said they used marijuana at least weekly, and were not considered drug-dependent. The other half of the participants did not use marijuana. The participants underwent MRI brain scans. In marijuana smokers, the amygdala and nucleus accumbens regions of the brains were abnormally shaped, and the nucleus accumbens was larger. The more a person used marijuana, the more pronounced the brain changes.

Low-level marijuana use may make a person more vulnerable to addiction, or to changing their emotions or thought processes, according to the researchers. “These are two brain regions you do not want to mess around with,” said study co-author Dr. Hans Breiter of Northwestern University Feinberg School of Medicine. “All parts of the brain are important, but some, like these, are more fundamental. It raises a very serious issue, given that we saw these changes in casual marijuana users.”

While previous studies have indicated similar changes in brain structure in people who were heavy marijuana users, this is the first study to indicate that even casual marijuana use can change a person’s brain, said study lead author Jodi Gilman of the Massachusetts General Hospital Center for Addiction Medicine. “We were interested in looking at these young adults who aren’t addicted,” she said. “They aren’t reporting any problems from marijuana, and yet we still see these brain changes.”

The study will appear in The Journal of Neuroscience.

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The Science of Marijuana: How THC Affects the Brain

First published 2011

Some people believe smoking marijuana carries no risks. But scientific research shows that there are risks, especially for teens. Marijuana affects a person’s judgment and can impair his or her ability to drive. For those who use it regularly, it can lead to poor academic performance, or even addiction.

So how does marijuana have such a big impact on a person’s ability to function?

Scientists have asked themselves that question for a long time. And after several decades of research they not only figured out how marijuana works, but scientists also discovered an important communications system in the brain and the body, which they called the endocannabinoid system after the cannabis plant from which marijuana comes.

“Endo”—what? 
Understanding the science of marijuana began in the mid-1960s with the identification of THC (delta-9-tetrahydrocannabinol) as marijuana’s main active ingredient. Twenty years later, scientists identified the sites in the brain and body where marijuana acts and called them cannabinoid (CB) receptors.

Scientists then discovered the body’s own natural chemicals—anandamide and 2-AG (2-arachidonoyl glycerol)—which also act on CB receptors. These chemicals (called cannabinoids), along with their receptors, make up the endocannabinoid (EC) system.

The EC system is found in many areas of the brain, which explains why it affects so many different body functions. Cannabinoids exert their influence by regulating how cells communicate—how they send, receive, or process messages. Cannabinoids act like a type of “dimmer switch,” slowing down communication between cells.

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So how does THC affect the EC system?
When someone smokes marijuana, THC gets into the brain rapidly and attaches to cannabinoid receptors. The natural EC system is finely tuned to react appropriately to incoming information. But THC overwhelms the EC system. It prevents the natural chemicals from doing their job properly and throws the whole system off balance. Click to learn more about The Science of the Endocannabinoid System.

 

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MACONHA E ÁLCOOL

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O Para Francisco fala: “Quando alguém está realmente em busca da verdade está fazendo isso pelo bem. Você não procura pela verdade para dividir, confrontar, atacar, menosprezar ou dissolver”.

Vamos procurar a verdade sobre a maconha e o álcool.

A planta de cânhamo (também conhecida como “cannabis”, da qual se elabora a maconha e o haxixe) foi cultivada para o uso como alucinógeno há mais de 2.000 anos.

O THC é a principal substância que afeta a mente. Sua quantidade na planta indica a potência da droga, que é determinada pelo clima, pela terra e por outros fatores, como o uso de modernas técnicas de agricultura.

Pesquisas mostram que mais de 60% das pessoas adictas em recuperação que já estiveram no “fundo do poço” pelo uso de drogas começaram com maconha, álcool e cigarros. A maconha hoje é 10 vezes mais forte do que era na adolescência do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. Contém mais de 400 toxinas e componentes químicos, incluindo as mesmas substâncias causadoras de câncer encontradas no tabaco, com a agravante de o usuário inalar profundamente e segurar a fumaça nos pulmões para supostamente aumentar o efeito da droga, destruindo-os e danificando também o sistema imunológico.

O álcool é eliminado do corpo em poucas horas. O THC permanece na gordura do corpo de semanas a meses, dependendo do tempo e da intensidade do uso. Alguns médicos afirmam que as drogas permanecem na gordura por 03 anos.

Os danos causados pelo uso da maconha são tão prejudiciais quanto os causados pelo uso do álcool e é preciso que os usuários estejam conscientes desses danos. Não podemos deixar o Governo legalizá-la!

Se um navio errar sua rota poderá chegar ao continente errado. Foi o caso de Cabral.

Foco é o que nos permite atingir nosso alvo, mantendo-nos firmes em nossa rota. Para isso, precisamos conhecê-lo bem e nos concentrarmos firmemente nele.

Nosso foco é: UM MUNDO SEM DROGAS!

HAROLDO J. RAHM, SJ – Presidente de Honra da

Instituição Padre Haroldo e do Amor-Exigente

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