Priorities in Global Mental Health: Taking Psychiatric Epidemiology to Scale

http://www.ifpe2017.org.au/

Save the date: 17 to 20 October, 2017

We are delighted to invite you to the 16th congress of the International Federation of Psychiatric Epidemiology (IFPE) to be held in Melbourne, Australia from October 17 to 20, 2017.

The congress theme – Priorities in Global Mental Health: Taking Psychiatric Epidemiology to Scale– will consider major international challenges to mental health, such as conflict and displacement, economic uncertainty and rapid social change, and highlight innovation in mental health research. The congress will continue to support all areas of psychiatric epidemiology including clinical epidemiology, mental health promotion and prevention, health service use, pharmaco-epidemiology and epigenetics.

About the IFPE

The International Federation of Psychiatric Epidemiology (IFPE) promotes the acquisition, dissemination and application of epidemiological knowledge in the fields of psychiatry and mental health. The congress brings together the diverse disciplines and geographies that contribute to global population mental health research with the aim of building a collegial international network of researchers.

The host city

Melbourne will provide a vibrant and exciting setting for the 16th IFPE congress. The city balances graceful old buildings with stunning new architecture, and is surrounded by parks and gardens. Melbourne has a diverse and dynamic art, theatre and cultural scene and is renowned for its cafés and fine dining. It has been the world’s most liveable city for five consecutive years.

Melbourne is a great destination for a post-congress break, or an ideal starting point for further travels. Melbourne is the gateway to world-class wineries, spectacular coastline and natural wonders including Phillip Island and the Great Ocean Road.  From Melbourne you can readily access other Australian cities and attractions. October is an ideal time of the year to visit the Great Barrier Reef, Uluru or Kakadu National Park.

We look forward to seeing you in Melbourne in 2017.

Professor Wulf Rössler                                                                                Professor Peter Butterworth

President, IFPE                                                                                                Chair, Organising Committee

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Droga de ‘Breaking Bad’ cresce 254%, diz Polícia Federal

Revista Exame

Luiz Fernando Toledo, do Estadão Conteúdo

São Paulo – A apreensão de metanfetamina no Aeroporto de Cumbica, em Guarulhos, uma das principais portas de entrada da droga no País, saltou 254% no primeiro semestre deste ano. Até junho, segundo a Polícia Federal (PF), os policiais haviam encontrado 78,6 quilos da substância, ante 22,2 quilos no mesmo período de 2015.

O valor também já ultrapassa todo o ano de 2015, quando foram apreendidos 57,2 quilos.

A metanfetamina brasileira é diferente da que ficou conhecida na série americana Breaking Bad. Ao contrário dos EUA, onde a substância é apresentada no formato de cristais e pode ser fumada ou aspirada, aqui ela é vendida em comprimidos.

Em maio deste ano, a Receita Federal fez a maior apreensão de metanfetamina achada com um único passageiro no aeroporto. A equipe de fiscalização de bagagem da alfândega de Guarulhos encontrou 11 quilos da droga, escondidos em fundo falso e em duas mochilas trazidas por um brasileiro vindo da Europa.

Foi a segunda grande apreensão no ano em Cumbica – em abril, um traficante foi pego com 8 quilos no aeroporto.

“Percebemos até que já existe um desvio da rota em razão das apreensões. Temos informações de que a droga tem sido apreendida no Recife e em Porto Alegre”, disse ao Estado o delegado-chefe da delegacia especial da PF em Guarulhos, Marcelo Ivo de Carvalho.

De acordo com ele, a maior parte da droga vem do exterior. “Às vezes, uma mesma ‘mula’ (que carrega as drogas) faz duas operações: envia a cocaína para o exterior e, na volta, traz uma substância sintética para o Brasil. É uma forma de ganhar mais dinheiro”, explicou o delegado.

Em um dos flagrantes, segundo o policial, a “mula” recebeu R$ 50 mil pelo serviço.

O Brasil também é produtor, em menor escala, do entorpecente. A metanfetamina, segundo especialistas, é uma das drogas mais fáceis de serem sintetizadas pelos bandidos.

“Dá para fazer em qualquer laboratório clandestino. Mas, ao mesmo tempo, a molécula acaba sendo mais nociva, aumentando o risco de desencadear transtornos de pânico e ansiedade”, diz a psicóloga e pesquisadora do Departamento de Psiquiatria da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) Clarice Madruga.

A pesquisadora afirma que, hoje, é praticamente impossível identificar o que são as drogas usadas no País sem ajuda de um laboratório. “São todas vendidas como se fossem LSD ou ecstasy, que já viraram nome genérico para um grupo quase infinito de drogas.”

Clarice alerta que os usuários as consomem sem saber exatamente o que estão tomando. As versões mais disponíveis e baratas, diz ela, são quase invariavelmente mais nocivas.

“A maioria dessas drogas tem, além do efeito psicodélico procurado, um efeito estimulante muito forte. Requerem muito do cérebro e trazem mais sequelas a curto e a longo prazo. Podem afetar demasiadamente a memória e aumentar as chances de desencadear transtornos de ansiedade e depressão permanentes.”

Tradicionais’

No Estado, a maior quantidade de apreensões feitas pelos federais está concentrada nas drogas sintéticas tradicionais. Só no ano passado, a PF apreendeu 381,5 mil comprimidos de ecstasy, 248 frascos de lança-perfume e 4,3 mil selos de LSD. Mas o avanço dessas substâncias “pirateadas” ou das drogas mais baratas que simulam as tradicionais preocupa a PF. Ela já apreendeu em Cumbica porções de 25I-NBOMe, em diferentes variações, 25C-NBOME e etilona.

Civil. O diretor do Departamento de Narcóticos (Denarc) da Polícia Civil de São Paulo, Ruy Ferraz Fontes, diz que substâncias como o NBOMe têm surgido em pequena escala. “Mas o público é outro. Os traficantes estão atingindo um mercado que não existia. Muitas vezes desenvolvem essas fórmulas no exterior, e os traficantes tentam copiar aqui”, disse.

Ele destaca que esse tipo de substância, diferentemente das drogas convencionais, é vendida pela internet. “Estamos monitorando esse comércio há pelo menos dois meses”, afirmou o diretor do Denarc.

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Tráfico de drogas é a principal causa de prisão de estrangeiras; veja histórias

Jornal Folha de S. Paulo

DIEGO ARVATE DE SÃO PAULO

As aulas de dança são variadas, boliviana, tailandesa, venezuelana. Longe da terra natal e famílias, as estrangeiras presas em São Paulo contam com a música ajuda a mitigar a saudade da família e a dor, além de diminuir a barreira que idioma e cultura impõem ao dia a dia atrás das grades.

Em outubro de 2015, a Folha passou dois dias na Penitenciária Feminina de Santana, na zona norte da capital paulista, onde está a maior população de detentas estrangeiras da América Latina. A unidade, primeira cadeia do Brasil a receber presas com esse perfil nos anos 2.000, é mista: 729 mulheres vivem no presídio, sendo 276 são estrangeiras (ao todo, são 390 no Brasil) de 57 nacionalidades.

São africanas, europeias, americanas e muçulmanas que, nesse caldeirão, participam internamente de uma Festa das Nações anual.

Na última edição, em setembro do ano passado, a sueca Falida Djonni Dahlgren, 26, foi eleita a Miss Beleza Internacional. “Nem sei falar o português, outras presas que traduzem. Passo parte do dia escutando música brasileira, ajuda a aprender o idioma”, diz Falida, que após cumprir os sete anos que ainda tem de pena, sonha em voltar para a Suécia.

A venezuelana Carmem Júlia Lopez, 40, presa por tráfico internacional de drogas, gosta de maquiagem, o que só é permitido em comemorações, quando a direção autoriza. Para ela, faltam dois anos. “A esperança é sair e reencontrar meu filho que está com câncer”.

Queixas relacionadas à solidão, tristeza e abandono são as mais presentes no universo da carceragem feminina estrangeira.

A boliviana Karol Andrea Vacaflon, 26, na época presa por tráfico, chegou ao presídio grávida. Depois que a criança nasceu, foi com a avó para a Bolívia. A família não têm dinheiro para visitá-la e o parceiro a abandonou. Karol foi removida para o regime semiaberto em maio deste ano.

Na detenção, as reeducandas que chegam grávidas têm seus filhos dentro da cadeia. Após o período de amamentação, porém, mãe e filho são separados.

PRISIONEIRAS DO TRÁFICO

O tráfico internacional de drogas é a principal causa do aprisionamento das estrangeiras. Costumam ser usadas como “mulas” para transportar drogas.

É o caso da sul-africana Precious Mantsho, 32, presa em 2008 – as sul-africanas somam a maior população carcerária do Estado de São Paulo. Depois de um ano e meio, conseguiu a condicional. Sem suporte, sem falar a língua e sem documentos, foi presa de novo por traficar.

Já a brasileira Claudia Delfino, 32, condenada a 26 anos por assaltar um condômino, fala dos conflitos que o choque cultural causa. “É comum a briga entre as presas de culturas diferentes, mas o meu relacionamento com as gringas é melhor do que com as brasileiras.”

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Usuários de novas drogas descrevem quadros de alucinação

Jornal O Estado de S. Paulo

Foram 629,7 mil unidades encontradas no Estado, de um total de 894,5 mil no ano, segundo a Polícia Federal
Luiz Fernando Toledo, O Estado de S.Paulo

As novas drogas detectadas pela PF têm em comum uma característica: seus usuários não sabem a exata dimensão dos danos que provocam à saúde. O que explica esse fenômeno, além da presença recente delas no País, é a ausência de estudos científicos sobre seus efeitos.

A cozinheira Claudia (nome fictício), de 24 anos, já experimentou de tudo. Começou a provar substâncias diferentes aos 19 e não parou mais. A lista de siglas inclui LSD, DMT, 2c-B, 2c-i, NBOMe, etilona. “Já usei um pouco de tudo, menos cocaína, que não acho legal.”

A jovem conta que hoje usa apenas drogas importadas por amigos para evitar o contato com as novas substâncias “alternativas”. Quando experimentou o NBOMe, por exemplo, percebeu que se tratava de uma variação “falsa” do LSD. “Tomei na faculdade, e os efeitos não são nada parecidos com LSD. Causa uma confusão mental, o coração acelera e fica um rastro azul em tudo. Já ouvi até relatos de pessoas que passaram mal.”

Claudia diz que colegas compram a droga pela internet por R$ 3 cada papel e revendem por R$ 30. “Eles compram pelo correio, vem da Europa, por cartas embaladas em sachês de chá. Vem perfeito na caixa e, dentro de cada sachê, estão os papéis. Já vi dentro de CDs e até embalagem de bola.”

Com a etilona, ela diz que teve o mesmo problema. “Hoje em dia estão vendendo no lugar do MDMA. Mas os efeitos são muito diferentes. A etilona faz você ficar lá boiando, sem entender nada.” O uso contínuo do MDMA, segundo especialistas, pode provocar delírios e crises de pânico.

Hoje, depois de ter deixado a faculdade, Claudia diz que consome LSD e ecstasy. Médicos alertam que, embora não cause dependência química, há risco de o LSD provocar quadros de pânico, ansiedade e delírios no usuário.

Doce. O estudante de Psicologia Tiago (nome fictício), de 23 anos, conta que já foi usuário de NBOMe e outras substâncias. “Costuma ser vendido com o nome de ‘doce’, LSD. Sempre comprei de amigo, amigo de amigo ou traficante.”

Sua primeira experiência foi com maconha. Depois veio a curiosidade por outras substâncias. “Álcool, cigarro, cocaína, ecstasy. Mas fica difícil dizer quimicamente o que era, só sei que todas as ‘balas’ que usei têm um efeito semelhante, que é diferente do ‘doce’ (LSD).” Ele admite não saber exatamente se as substâncias que usou eram, de fato, o anunciado pelos traficantes. “Fomos todos na onda para experimentar.”

Entre os efeitos do NBOMe, Tiago destacou a “intensidade” dos sentimentos. Ele experimentou a droga pela primeira vez em um churrasco, com amigos. “Senti euforia e agitação muscular. Muito medo, pânico, alucinação, sempre alucinação.” A dosagem era sempre baixa. “São cartelas de 25 quadradinhos, de 1 cm por 1 cm. Quanto mais se compra, mais abaixa o preço. O preço varia de R$ 15 a R$ 40”, diz.

O jovem afirma que há pelo menos um ano e meio não faz uso de drogas. “Encontrei realidade nessas experiências e o autoconhecimento me bastou. E daí em diante nem há mais prazer em usá-las”, afirma o estudante.

Tráfico. Em 2015, 11.605 selos de LSD foram apreendidos pela Polícia Federal. A maior parte (5,1 mil) foi encontrada em Mato Grosso do Sul. Também no ano passado, foram apreendidos pela corporação 566 mil comprimidos de ecstasy. A Bahia teve o recorde de apreensões, com 50 mil cápsulas.

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Alcoólicos Anônimos – Um caminho para a sobriedade

*Por Adriana Moraes

Com frequência, os grupos de ajuda Alcoólicos Anônimos (AA) recebem novos membros em busca do caminho para a sobriedade. Este texto foi criado especialmente para os recém-chegados conhecerem melhor como funciona o trabalho da Irmandade.

Vamos entender qual a importância dos grupos Alcoólicos Anônimos na vida do dependente de álcool, como é recebido um novo membro em AA, qual a razão do anonimato dos grupos, o que acontece nas reuniões que motivam seus membros para a busca da recuperação, entre outros.

O novo membro é muito bem vindo, sendo o único responsável por sua recuperação e ao engajar ao grupo passa a conhecer e aceitar melhor a sua doença.

Primeiramente mostra-se necessário dizer que o consumo de álcool é um dos maiores problemas de saúde pública no Brasil e em outros países.É uma droga (depressora do sistema nervoso central), comercializada de forma legal, exceto para os menores de 18 anos.

Alcoolismo é o termo usado para descrever problemas relacionados com o uso de álcool, sendo geralmente usado no sentido de consumo compulsivo e descontrolado de bebidas alcoólicas, trata-se de uma patologia de caráter crônico, passível de muitas recaídas e responsável por inúmeros prejuízos clínicos, sociais, trabalhistas, familiares, econômicos, acidentes de transito e traumas. [1]

Grupos Alcoólicos Anônimos

AA é uma Irmandade que reúne portadores de alcoolismo, uma doença incurável. Sua proposta é ajudar o dependente de álcool a parar de beber, o único requisito para frequentar os grupos é o desejo sincero de interromper o consumo da bebida alcoólica.

Alcoólicos Anônimos é uma Irmandade mundial de homens e mulheres que se ajudam mutuamente a manter a sobriedade e que se oferecem para compartilhar livremente sua experiência na recuperação com outros que possam ter problemas com seu modo de beber. [2]

Foi criado em 1935, visando à abstinência total do álcool. O grupo é formado por pessoas dependentes de álcool dispostos a compartilhar experiências, forças e esperanças para a manutenção da sobriedade e o anonimato é seu alicerce principal. AA está no Brasil há 69 anos. As reuniões são gratuitas e nelas seus membros trabalham única e exclusivamente a recuperação da pessoa que sofre com os problemas relacionados à dependência do álcool.

Os grupos reúnem homens e mulheres com problemas de alcoolismo, com perdas significativas em suas vidas. Todos os membros dividem o mesmo objetivo: resolver seu problema com a bebida e ajudar os outros a se manter abstinente do álcool. Para a Irmandade não existe beber de forma leve e moderada, não existe o beber social, nem o controle da bebida que muitos acreditam ter, todos devem evitar o primeiro gole para alcançar a sobriedade.

Importante destacar que os grupos de Alcoólicos Anônimos não pertencem a nenhuma seita ou religião, nenhum partido político, nenhuma organização ou instituição; os grupos não desejam entrar em qualquer controvérsia; não apoiam nem combate quaisquer causas. [3]

 Para conhecermos melhor o trabalho da Irmandade, tive a satisfação de conversar com um dos seus membros que gentilmente nos orientou. Respeitando as tradições de AA, preservaremos seu anonimato pessoal, informando apenas seu primeiro nome.

Acompanhe a entrevista da Sra. Neusa:

1ª) Qual a importância dos grupos Alcoólicos Anônimos na vida do dependente de álcool?

A importância dos grupos se dá através do compartilhar de experiências forças e esperança nas reuniões e, através dos 12 passos sugeridos para a recuperação do alcoolismo.

2º) Conte-nos com detalhes como é recebido um novo membro do AA.

É recebido com cortesia, café e bolacha e normalmente dizemos: “foi bom você ter vindo e se tiver o problema que nós temos, está no lugar certo”, então é entregue ao final da reunião algumas literaturas, dentre elas “você deve procurar o A.A.” que são doze perguntas que somente ele poderá responder. O recém chegado é a pessoa mais importante da reunião.

3ª) Por que o anonimato nos grupos?

Porque o anonimato assegura a privacidade para todos os membros, uma salvaguarda frequentemente muito importante para os ingressantes, que poderiam hesitar em procurar A.A., se tivessem alguma razão para acreditar que seu alcoolismo poderia ser exposto publicamente.

4ª) De que forma os grupos  AA promovem a mudança do indivíduo?

O grupo não muda ninguém. Os membros seguem um programa de mudança de hábito que requer total honestidade consigo mesmo. Raramente vimos alguém fracassar tendo seguido cuidadosamente nosso programa de recuperação.

5ª) O que acontece nas reuniões do AA que motivam seus membros para a busca da recuperação?

Depoimentos de identificação, onde os membros compartilham suas experiências vividas.

6ª) Para ser um membro de AA, a única exigência é o desejo de abandonar a bebida. Caso um deles recaia, qual é o procedimento adotado pelos grupos?

Do momento que a pessoa se declarou um alcoólico, para nós ele sempre será um membro de A.A., mesmo que recaia, será sempre bem vindo a qualquer momento.

7ª) Como funciona o apadrinhamento e qual a importância deste trabalho?

Na essência, o processo de apadrinhamento funciona assim: escolhemos um membro de A.A. que já tenha feito um certo progresso no programa de recuperação, com quem ficamos a vontade para conversar, quando nos sentimos confusos e preocupados, pois com o padrinho podemos conversar livre e confidencialmente. Sabemos pela experiência que nossa sobriedade fica mais fortalecida quando a dividimos com o outro.

8ª) Na programação dos 12 passos, existe algum especial de maior relevância?

O primeiro passo, pois se o membro não praticar o primeiro passo na íntegra, que é o passo da aceitação, os demais dificilmente serão praticados.

9ª) Qual o real significado do termo ‘Só por hoje” citado nas reuniões de AA?

O importante é viver um dia de cada vez, apenas às 24 horas, para evitarmos cometer os erros de ontem que nos levavam a beber e sem nos preocupar com amanhã, que poderá não chegar.

10ª) O acesso as reuniões é totalmente gratuito, como os grupos se mantêm?

Nos mantemos através das nossas próprias contribuições, que são voluntárias. Não no sentido obrigatório.

Agradeço a Sra. Neusa, pelas informações!

Finalizo o presente texto com a Oração da Serenidade:

Concedei-nos, Senhor, a Serenidade necessária para aceitar as coisas que não podemos modificar, coragem para modificar aquelas que podemos, e sabedoria para distinguir umas das outras.

*Adriana Moraes – Psicóloga da SPDM (Associação Paulista para o Desenvolvimento da Medicina) – Especialista em Dependência Química – Colaboradora do site da UNIAD (Unidade de Pesquisa em Álcool e Drogas).

 

Referências:

 [1] Dependência Química: prevenção, tratamento e políticas públicas / Alessandra Diehl – Daniel Cruz Cordeiro – Ronaldo Laranjeira – Porto Alegre: Artmed, 2011.

 [2] http://www.alcoolicosanonimos.org.br/sobre-a-a/informacoes-sobre-a-a

[3] http://www.alcoolicosanonimos.org.br/para-o-recem-chegado

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INSTITUTIONAL MAINTENANCE THROUGH BUSINESS COLLECTIVE ACTION: THE ALCOHOL INDUSTRY’S ENGAGEMENT WITH THE ISSUE OF ALCOHOL- RELATED HARM


In book: Research in the Sociology of Organisations Volume 49B: How Institutions Matter, Publisher: Emerald Publishing, Editors: Joel Gehman, Michael Lounsbury, Royston Greenwood

ABSTRACT
Organizations are increasingly confronted with legitimacy threats related to the perceived socialcosts of their business activities. Despite a significant amount of research on the responses ofindividual organizations, surprisingly limited attention has been paid to the collective activitiesfirms may engage to address such issues. In this paper, we use institutional theory as a lens for anexploratory case study of issue-based industry collective action in the alcohol industry. Our findingsidentify a new organizational form, the Issue-Based Industry Collective (IBIC) and inspire newresearch avenues at the intersection of business collective action, social issues and institutional theory.
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Número de mulheres flagradas com drogas em presídios quase dobra

G1

Neste ano, 25 visitantes foram detidas em tentativas frustradas de acesso.
Ao todo,segundo a SAP, foram apreendidos, 2,7 quilos de drogas no Vale.

Do G1 Vale do Paraíba e região

O número de mulheres flagradas ao tentar entrar com drogas em presídios do Vale do Paraíba quase dobrou. No primeiro semestre deste ano, 25 mulheres foram detidas com as drogas escondidas nas partes íntimas. No mesmo período do ano passado foram 14.

Os dados são de um levantamento feito pela Secretaria de Administração Penitenciária (SAP). Ao todo, foram apreendidos, 2,7 quilos de drogas com as visitantes neste ano.

“É a mulher levando droga para o esposo. Em tese ela diz que ele tem dívida na cadeia e ela seria constrangia para levar a droga, mas a gente sabe que é mentira. Ela leva para o marido”, afirmou o delegado da Delegacia de Investigação sobre Entorpecentes (Dise), Darci Ribeiro.

Os flagrantes acontecem quase sempre na revista íntima, antes das visitas. No momento, as visitas precisam tirar a roupa e agachar várias vezes até o chão pra comprovarem que não estão escondendo entorpecentes ou outros objetos cujo acesso à unidade são proibidos.

Uma ginecologista explica que ao usar o próprio corpo pra levar drogas, a mulher se expões há vários tipos de risco. “Pode causar sangramento, infecções, podendo até levar a infertilidade. A longo prazo ela pode não conseguir ter mais relação e o mais grave é a possibilidade de ter óbito”, explicou a ginecologista Viviane Ferreira Ferling.

Crítica
A Pastoral Carcerária de São José dos Campos acredita que a revista íntima é necessária, mas espera que os profissionais tenham um treinamento mais humanizado pra evitar abusos durante esse momento.

“Uma questão de acompanhamento de uma assistente social, um psicólogo ou até uma agente da pastoral que pudesse prestar um  serviço. Isto é uma ação humanitária”, defendeu a vice coordenadora da pastoral, Fabiana Barros.

Outro lado
Por meio de nota, a Secretaria de Administração Penitenciária admitiu que a revista de visitantes nos presídios é rigorosa, mas negou que seja constrangedora.

A nota diz ainda que é um procedimento necessário e que todos os fins de semana visitantes são presos tentando entrar com objetos proibidos em presídios.

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