Meu filho, você não merece nada

REVISTA ÉPOCA
 A crença de que a felicidade é um direito tem tornado despreparada a geração mais preparadaELIANE BRUM

   Divulgação

Ao conviver com os bem mais jovens, com aqueles que se tornaram adultos há pouco e com aqueles que estão tateando para virar gente grande, percebo que estamos diante da geração mais preparada – e, ao mesmo tempo, da mais despreparada. Preparada do ponto de vista das habilidades, despreparada porque não sabe lidar com frustrações. Preparada porque é capaz de usar as ferramentas da tecnologia, despreparada porque despreza o esforço. Preparada porque conhece o mundo em viagens protegidas, despreparada porque desconhece a fragilidade da matéria da vida. E por tudo isso sofre, sofre muito, porque foi ensinada a acreditar que nasceu com o patrimônio da felicidade. E não foi ensinada a criar a partir da dor.

Há uma geração de classe média que estudou em bons colégios, é fluente em outras línguas, viajou para o exterior e teve acesso à cultura e à tecnologia. Uma geração que teve muito mais do que seus pais. Ao mesmo tempo, cresceu com a ilusão de que a vida é fácil. Ou que já nascem prontos – bastaria apenas que o mundo reconhecesse a sua genialidade.

Tenho me deparado com jovens que esperam ter no mercado de trabalho uma continuação de suas casas – onde o chefe seria um pai ou uma mãe complacente, que tudo concede. Foram ensinados a pensar que merecem, seja lá o que for que queiram. E quando isso não acontece – porque obviamente não acontece – sentem-se traídos, revoltam-se com a “injustiça” e boa parte se emburra e desiste.

Como esses estreantes na vida adulta foram crianças e adolescentes que ganharam tudo, sem ter de lutar por quase nada de relevante, desconhecem que a vida é construção – e para conquistar um espaço no mundo é preciso ralar muito. Com ética e honestidade – e não a cotoveladas ou aos gritos. Como seus pais não conseguiram dizer, é o mundo que anuncia a eles uma nova não lá muito animadora: viver é para os insistentes.

Por que boa parte dessa nova geração é assim? Penso que este é um questionamento importante para quem está educando uma criança ou um adolescente hoje. Nossa época tem sido marcada pela ilusão de que a felicidade é uma espécie de direito. E tenho testemunhado a angústia de muitos pais para garantir que os filhos sejam “felizes”. Pais que fazem malabarismos para dar tudo aos filhos e protegê-los de todos os perrengues – sem esperar nenhuma responsabilização nem reciprocidade.

É como se os filhos nascessem e imediatamente os pais já se tornassem devedores. Para estes, frustrar os filhos é sinônimo de fracasso pessoal. Mas é possível uma vida sem frustrações? Não é importante que os filhos compreendam como parte do processo educativo duas premissas básicas do viver, a frustração e o esforço? Ou a falta e a busca, duas faces de um mesmo movimento? Existe alguém que viva sem se confrontar dia após dia com os limites tanto de sua condição humana como de suas capacidades individuais?

Nossa classe média parece desprezar o esforço. Prefere a genialidade. O valor está no dom, naquilo que já nasce pronto. Dizer que “fulano é esforçado” é quase uma ofensa. Ter de dar duro para conquistar algo parece já vir assinalado com o carimbo de perdedor. Bacana é o cara que não estudou, passou a noite na balada e foi aprovado no vestibular de Medicina. Este atesta a excelência dos genes de seus pais. Esforçar-se é, no máximo, coisa para os filhos da classe C, que ainda precisam assegurar seu lugar no país.

Da mesma forma que supostamente seria possível construir um lugar sem esforço, existe a crença não menos fantasiosa de que é possível viver sem sofrer. De que as dores inerentes a toda vida são uma anomalia e, como percebo em muitos jovens, uma espécie de traição ao futuro que deveria estar garantido. Pais e filhos têm pagado caro pela crença de que a felicidade é um direito. E a frustração um fracasso. Talvez aí esteja uma pista para compreender a geração do “eu mereço”.

Basta andar por esse mundo para testemunhar o rosto de espanto e de mágoa de jovens ao descobrir que a vida não é como os pais tinham lhes prometido. Expressão que logo muda para o emburramento. E o pior é que sofrem terrivelmente. Porque possuem muitas habilidades e ferramentas, mas não têm o menor preparo para lidar com a dor e as decepções. Nem imaginam que viver é também ter de aceitar limitações – e que ninguém, por mais brilhante que seja, consegue tudo o que quer.

A questão, como poderia formular o filósofo Garrincha, é: “Estes pais e estes filhos combinaram com a vida que seria fácil”? É no passar dos dias que a conta não fecha e o projeto construído sobre fumaça desaparece deixando nenhum chão. Ninguém descobre que viver é complicado quando cresce ou deveria crescer – este momento é apenas quando a condição humana, frágil e falha, começa a se explicitar no confronto com os muros da realidade. Desde sempre sofremos. E mais vamos sofrer se não temos espaço nem mesmo para falar da tristeza e da confusão.

Me parece que é isso que tem acontecido em muitas famílias por aí: se a felicidade é um imperativo, o item principal do pacote completo que os pais supostamente teriam de garantir aos filhos para serem considerados bem sucedidos, como falar de dor, de medo e da sensação de se sentir desencaixado? Não há espaço para nada que seja da vida, que pertença aos espasmos de crescer duvidando de seu lugar no mundo, porque isso seria um reconhecimento da falência do projeto familiar construído sobre a ilusão da felicidade e da completude.

Quando o que não pode ser dito vira sintoma – já que ninguém está disposto a escutar, porque escutar significaria rever escolhas e reconhecer equívocos – o mais fácil é calar. E não por acaso se cala com medicamentos e cada vez mais cedo o desconforto de crianças que não se comportam segundo o manual. Assim, a família pode tocar o cotidiano sem que ninguém precise olhar de verdade para ninguém dentro de casa.

Se os filhos têm o direito de ser felizes simplesmente porque existem – e aos pais caberia garantir esse direito – que tipo de relação pais e filhos podem ter? Como seria possível estabelecer um vínculo genuíno se o sofrimento, o medo e as dúvidas estão previamente fora dele? Se a relação está construída sobre uma ilusão, só é possível fingir.

Aos filhos cabe fingir felicidade – e, como não conseguem, passam a exigir cada vez mais de tudo, especialmente coisas materiais, já que estas são as mais fáceis de alcançar – e aos pais cabe fingir ter a possibilidade de garantir a felicidade, o que sabem intimamente que é uma mentira porque a sentem na própria pele dia após dia. É pelos objetos de consumo que a novela familiar tem se desenrolado, onde os pais fazem de conta que dão o que ninguém pode dar, e os filhos simulam receber o que só eles podem buscar. E por isso logo é preciso criar uma nova demanda para manter o jogo funcionando.

O resultado disso é pais e filhos angustiados, que vão conviver uma vida inteira, mas se desconhecem. E, portanto, estão perdendo uma grande chance. Todos sofrem muito nesse teatro de desencontros anunciados. E mais sofrem porque precisam fingir que existe uma vida em que se pode tudo. E acreditar que se pode tudo é o atalho mais rápido para alcançar não a frustração que move, mas aquela que paralisa.

Quando converso com esses jovens no parapeito da vida adulta, com suas imensas possibilidades e riscos tão grandiosos quanto, percebo que precisam muito de realidade. Com tudo o que a realidade é. Sim, assumir a narrativa da própria vida é para quem tem coragem. Não é complicado porque você vai ter competidores com habilidades iguais ou superiores a sua, mas porque se tornar aquilo que se é, buscar a própria voz, é escolher um percurso pontilhado de desvios e sem nenhuma certeza de chegada. É viver com dúvidas e ter de responder pelas próprias escolhas. Mas é nesse movimento que a gente vira gente grande.

Seria muito bacana que os pais de hoje entendessem que tão importante quanto uma boa escola ou um curso de línguas ou um Ipad é dizer de vez em quando: “Te vira, meu filho. Você sempre poderá contar comigo, mas essa briga é tua”. Assim como sentar para jantar e falar da vida como ela é: “Olha, meu dia foi difícil” ou “Estou com dúvidas, estou com medo, estou confuso” ou “Não sei o que fazer, mas estou tentando descobrir”. Porque fingir que está tudo bem e que tudo pode significa dizer ao seu filho que você não confia nele nem o respeita, já que o trata como um imbecil, incapaz de compreender a matéria da existência. É tão ruim quanto ligar a TV em volume alto o suficiente para que nada que ameace o frágil equilíbrio doméstico possa ser dito.

Agora, se os pais mentiram que a felicidade é um direito e seu filho merece tudo simplesmente por existir, paciência. De nada vai adiantar choramingar ou emburrar ao descobrir que vai ter de conquistar seu espaço no mundo sem nenhuma garantia. O melhor a fazer é ter a coragem de escolher. Seja a escolha de lutar pelo seu desejo – ou para descobri-lo –, seja a de abrir mão dele. E não culpar ninguém porque eventualmente não deu certo, porque com certeza vai dar errado muitas vezes. Ou transferir para o outro a responsabilidade pela sua desistência.

Crescer é compreender que o fato de a vida ser falta não a torna menor. Sim, a vida é insuficiente. Mas é o que temos. E é melhor não perder tempo se sentindo injustiçado porque um dia ela acaba.

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476 respostas para Meu filho, você não merece nada

  1. Sueli disse:

    Palavras sabias, parabens.

    • juliana rosa diniz disse:

      Sensacional, exatamente o q vivemos. Exatamento o q pretendo dia dia aprender e repassar a minha filha. obrigada pela colaboração, Deus a abençoe.

  2. Simplesmente fantástico!

  3. Carlyle Cláudio Pereira disse:

    Os desafios são as mazelas, as desditas e as abissais anfractuosidades. As armas: a Racionalidade, o Bem Honesto e a Resiliência (“M”aiúsculas). A existência é uma pedra de amolar, ela pode desgastar-nos ou transformar-nos em lâminas da mais fina têmpera. Tudo depende de que material somos forjados. Adãos e evas, prevenidos ou desapercebidos, cotidianamente deparam-se com a realidade histriônica, desnorteada e trágica do “paraíso”.

  4. Luciana CAsarin ZAnin disse:

    Simplesmente amei, que bom poder ler tudo isso numa manhã de segunda-feira chuvosa esperando que minha filha saia de sua terapia e que possamos continuar a lutar e entender que necessitamos nos esforçar muito para encontrarmos o nosso lugar no mundo. E como o próprio texto diz: temos que viver com dúvidas e responder por nossas próprias escolhas mas confiantes de que é assim que se vira gente grande!

  5. Felipe disse:

    Me pareceu superficial, pois, como é isso de “te vira meu filho”, quando se sabe que em nossa sociedade a consolidação do conforto habitual de certas camadas se construiu sobre a pena da exploração de outrem? Me desculpe, mas este não é apenas um conflito familiar, trata-se da estrutura que sustenta a desigualdade em nossa sociedade e que tem resultados catastróficos para todos os envolvidos neste fetichismo mercadológico que se tornou a “matéria humana”. Quanto a questão do sofrimento, por favor, interessante seria aprofundar nosso questionamento quanto a esta ética cristã e agonística, que em tudo vê miséria, dor e sofrimento. Ora, fico me interrogando desde quando nos tornamos tão “miseráveis”? Após havermos tornado-nos indivíduos, modernos, burgueses que competem entre si para atingir o “desenvolvimento” e “so what lonely man”? Para onde esta competitividade, este progresso, enfim, esta vida construída para ser “difícil”, vai nos levar? Me desculpe, mas sofremos, pois assim desejamos. Se tivéssemos o mínimo senso gregário resolveríamos nossos dilemas sem “culpar pais”, “culpar filhos”…trocar farpas e continuar a dizer que estamos fazendo tudo errado. E aí cara pálida, estamos em conjunto pensando em uma nova solução?

    Ass: Nova Geração.

  6. Eraldo Galindo Silva disse:

    Ótimo texto. Tomara que sirva para “acordar” pais e filhos, pois desvela a vida em alguns dos seus caracteres fundamentais.

  7. Mauricio Matos de Oliveira disse:

    Excelente sua matéria, tanto que a compartilhei com vários amigos. Parabéns pela sua visão ampla da nova geração.

  8. L.Midas disse:

    Concordo plenamente com a ideia, mas discordo sobre os termos utilizados.
    Merecer, pode ser que meu filho(a) mereça por ser um bom filho(a), amigo(a), companheiro(a) e por aí vai. Só que na vida, merecer não é tudo (aliás é muito pouco): tem que CONQUISTAR…..

  9. Que texto ! Creio que nenhum publicitário de mão cheia escreveria melhor. Parabéns Clinica Alamedas e parabéns Dra Eliane Brum. Por acaso é parente da gaucha Ana Elisa de Medeiros Brum ?

  10. gloria bignardi disse:

    ok, gostei muito dos seus escritos, muito me entristece como cidadã brasileira o que presencio bem de perto, hoje é status é moda os pais enviar seus filho para fora do país pelo menos seis meses um ano estudar, o jovem fica encantado com o que vê e aprende sem ao menos conhecer melhor seu próprio pais o nosso BRASIL, o jovem precisa ser incentivado a investir suas capacidades e habilidades em seu pais de origem, saber o seu real valor. obrigado; Gloria Bignardi.

  11. morais disse:

    De um aspirante a adulto, obrigado.

  12. neuza buim disse:

    realmente cometemos muitos erros como pais e pagamos um preço bastante caro por isso, mais o aprendizado é difícil pra nos tbem… amei o texto e vou reler e pensar sobre ele muitas vezes

  13. Isaque Pelegrini disse:

    Parabéns pelo artigo! Fantástico! Ocorreram vários insights e a terapêutica foi eficaz. Abraços.

  14. elza disse:

    Eliane,
    Entendo sua preocupação, mas se os pais erram com certeza é querendo acertar, afinal quem em suas faculdades mentais normais, faria o mau para seu filho?
    Sou leiga, não sou psiquiatra, psicologa ou profissional ligado a área da saúde, mas sou mãe de meninos com 19, 14 e 11 anos.
    Sinto que infelizmente quem tem uma vida econômica confortável está sendo severamente discriminado, não é a conquista de um bem material que fará a diferença, mas sim como essa conquista foi alcançada. Conheço muitas pessoas como eu que lutam dia a dia para manter sua estabilidade, e tentam passar isso a seus filhos, mas infelizmente a própria sociedade já rotulou os nossos filhos como protegidos, filhinhos de papai, os tratam diferente por determinada marca que usam, as escolas que frequentam como no sua matéria acima, e o carro que os leva e trás. Só não procuram saber como foi alcançado isso tudo, então… Será mesmo só culpa dos pais?
    Educamos nossos filhos para o mundo, filhos não são propriedade nossa, o mundo é deles e eles devem criar asas, claro que estaremos observando seus primeiros passos sempre, Frustrações, fazem parte desse mundo mas negar que a felicidade é um direito e que todos nascemos para ser feliz, e uma espécie de morte é não acreditar na vida. E se temos que sofrer para alcançar a felicidade só assim nos tornamos humanos melhores.
    Devemos educar nossos filhos para serem autoconfiantes e que saibam dosar sua confiança com sabedoria como dizia um filosofo judeu que infelizmente não lembro o nome, afinal homens com autoconfiança vêm, veem e vencem.
    A vida só será insuficiente se você não for suficiente para viver todos os seus percalços, ensino a ser porque o ter é mera consequência.
    A vida é sensacional, e a busca da felicidade deve ser constante. Chega de jovens deprimidos e inseguros. Se os pais erraram, e apesar de ser fruto do meio, cada um tem o livre convencimento de mudar e vencer.
    Bola pra frente, que atrás vem gente.

  15. Breno disse:

    Eliane, parabéns pela lucidez. É a mais pura verdade. As pessoas tentam buscar respostas fora delas mesmas quando a preguiça, o orgulho e ócio são as verdadeiras causas do insucesso e da infelicidade.Confesso-lhe que, quando mais novo, eu também tinha esse pensamento. Só com o tempo é que pude perceber que o meu sucesso só dependia da minha própria vontade. É fazer para merecer… Felicidades para você.

  16. Pablo Soares disse:

    Sensacional!

  17. Socorro disse:

    Acho que os pais são devedores sim, de amor, de carinho, de compreensão, de educação…e que os filhos enquanto crianças não devem ser informados dos problemas dos pais. Pois tudo tem seu tempo.

  18. ana conceição de Souza-Dias disse:

    Gostei muito deste texto!

  19. Nilda de Albernaz Rossi disse:

    Uma reflexão socio familiar que me encantou tal é a sua precisão de causas e consequencias. Gostaria de ter dito, exatamente tudo igual. Obrigada e Parabéns por expressar em palavras todos os temores que rondam minha existencia Materna.

  20. Luzinete Esteves Rocha disse:

    Parabéns a Dra Eliane Brum pela clareza, riqueza e contribuição a nós pais através de seu belíssimo texto.
    Deus a abençoe!
    Grata,

  21. Roberta disse:

    Excelente reflexão. Obrigada!

  22. Post muito interessante e nos ajuda a pensar sobre a criação de nossos filhos. Parabéns por compartilhar, mas seria interessante acrescentar o link original do blog da escritora.
    Abraços.

  23. Gracielli Mainardi disse:

    Incrivelmente realista, Eliane! Meu filho tem 3 anos, e já tento passar pra ele esses conceitos de vida. Não sei como fazer isso, mas estou tentando… Vou compartilhar esse texto, porque esclarece e nos dá forças pra não desistir de lutar para preparar nossos filhos para q façam uma nova sociedade no futuro.

  24. mariobarret disse:

    Parabéns, o texto é ótimo. Sou separado, tenho dificuldades imensas em criar minha filha e reconheço-a em todos os parágrafos. É duro.

  25. Maria Goretti disse:

    Mostrar a essência que cada ser trás dentro de si! Quem sabe assim, encontrem dentro de si também a sua essência que as vezes ficou frustada em algum momento, sabedoria aos pais para que possam saber amar aos filhos, não querendo que se tornem bem sucedidos externamente, mas que acima de tudo intimamente, valorizando as pequenas coisas que serão alicerces para as grandes realizações.

  26. Thélio Pedrosa Junior disse:

    Ótima matéria, perfeito.
    Acredito que existe um sentimento arraigado ao sentido de ser pai/mãe. Todos em suas gerações, pensam (em sua maioria) que precisam dar à seus filhos o que não puderam ter. Infelizmente isto cria cada vez mais uma geração incapaz de pensar e agir. É bem claro para mim esta idéia do gênio. Cada vez mais vemos pessoas com 22, 23 e no máximo 26 anos enriquecendo por criar gadgets ou aplicativos na internet. Recentemente o Yahoo “fez” um novo bilionário com exatos 26 anos. Isto cria um mito entre os jovens que querem cada vez mais cedo ganhar o mundo dos milionários. E sendo assim, o ser humano está fadado ao fim, uma vez que chegará uma época em que ninguém sabe fazer nada, a não ser consultar a internet. Aí já viu né?
    Parabéns pela matéria. Todos deveriam ler.

  27. nadir dourado disse:

    Você foi brilhante – Parabéns Eliane Brum!!!
    Penso que muitos pais têm esquecido de dar esse pequeno aviso aos seus filhos, o que acarreta num sofrimento de mão dupla.

  28. Elisa disse:

    Maravilhoso! Sensacional esse texto! Tudo o que penso e sinto. É bom saber que tem mais gente que pensa assim.

  29. Paulo Cesar da Silva Barros disse:

    AS TRAGEDIAS TORNAM OS POVOS MAIS SOLIDÁRIOS E PATRIOTAS.NÓS TEMOS UM TIPO DE TRAGÉDIA QUE NÃO SE JUSTIFICA PORQUE NÃO É NATURAL.É O ABISMO QUE EXISTE ENTRE OS BEM PREPARADOS DOS MAL PREPARADOS,QUE SE ILUDEM EM UMA ALEGRIA QUE NÃO SE JUSTIFICA,PORQUE SUA REALIDADE É PÉSSIMA.ESSA TRAGÉDIA BANALISA A VIDA E CRIA MARGINAIS. “TIRA A TRISTEZA DESSA CARA VAMOS QUE O TEMPO NÃO PARA E TUDO NA VIDA É SER FELIZ….” OU “VAMOS NOS PERMITIR,NÃO HÁ TEMPO QUE VOLTE,AMOR,ESCORRE PELAS MÃOS…” É NOSSA CULTURA.É FÁCIL TROCAR DE CANAL OU DESLIGAR….E , ATÉ, ÀS VEZES TEMOS MEDO DE DESLIGAR…SE TORNOU VICIO.

  30. Leon disse:

    nossa… quem le isso acha que os jovens estao acabando com o mundo… ninguem da valor ao esforçado??? aonde isso??? Na nossa sociedade o esforco é até supervalorizado… como se o esforçado fosse o maior dos grandes valores… descordo de praticamente tudo que voce falou….

  31. luciana chagas martins disse:

    E com toda essa luta que a vida nos apresenta, aprendi a cada dia a ter mais fé, persistência para suportar os desertos e a ter pensamentos positivos para suportar os momentos de dor.

  32. Ricardo Ravache disse:

    Sensacional! Peço permissão para divulgar esse texto tão bem escrito e pertinente. Parabéns.

  33. Excelente texto… repassando!

  34. Liliana disse:

    Muito bom esse artigo, traduziu e organizou o que eu já pensava sobre o assunto

  35. Andrea Siena disse:

    Fantástico esse texto, vou mandar para escola do meu filho. Em uma parte que li, me lembrei dos pais que apoiam e pagam para os filhos entrarem na faculdade de medicina por meio de fraude!

  36. MFC disse:

    Acho que o texto tem muitas verdades. O jovem talvez não esteja preparado para encarar as responsabilidades da vida! Mas a base/tema do texto é falaciosa. Derruba-se toda a construção com esta simples pergunta: “Se a felicidade não é imperativa, o que seria? Sofrer? Ser infeliz? Contentar-se? Todos merecem a felicidade! A busca da felicidade é o que move o ser humano!” Agora, se você coloca a felicidade na construção material capitalista, realmente ela nunca será alcançada! E “classe média” é eufemismo para RICOS, pois a verdadeira classe média sabe exatamente o que é sofrer!

  37. Marilea Gomes Ferreira disse:

    mais do que bom esse artigo…ESPETÁCULO!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!Gostaria imensamente de conhecer mais e pessoalmente o trabalho de vcs!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!E esperançosa, de que as ideia correspondam os fatos.Sou educadora social e venho questionando sobre como anda,caminha nossos jovens.PARABÉNS!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

  38. Débora disse:

    Sensacional!

  39. Dedein disse:

    quanta baboseira, por que sempre generalizam?

  40. Dedein disse:

    Minha família sempre me mostrou como que é a vida, tenho 20 anos, trabalho, me sustento. Meu pai é gerente de uma unidade da maior cooperativa da america latina, minha mãe formada em ed física e pedagogia, sou da classe média. Eu trabalho me sustento e tenho uma visão de como a vida é, e praticamente todos que eu conheço que vivem no meu circulo de amizade tem a mesma base que a minha, trabalham se sustentam e tem noção de que a vida não é fácil. Esse texto se trata na menoria pelomenos no meu caso, a visão que eu tive desse texto foi uma generalização total da visão da autora.

  41. Miriam Jácome disse:

    Excelente! Um verdadeiro diagnóstico das mazelas que vem abatendo famílias vistas como estruturadas e preparadas para uma vida longa e próspera. Nunca se fugiu tanto à realidade quanto nos nossos dias. E o preço por substituir a verdade de relacionamentos sólidos pela tênue e anêmica fantasia do ter para se satisfazer, conquistar fácil para não frustrar, tem sido bem mais alto do que julgamos poder pagar.

  42. Claudia Freire disse:

    Esclarecedora e educativa a matéria.

  43. KATIA disse:

    MUITO BEM APROVEITAVEL A MATERIA COMO DIZIE NA MNHA TERRA A REALIDADE NUA E CRUA.

  44. Lívia disse:

    Muito bom texto. Vale a reflexão de todos nós. Obrigada por expressar ideias importantes para pais, educadores e sociedade em geral…

  45. Realista disse:

    Excelente! Concordo completamente! Não me lembro em minha infância ou qualquer época de minha vida ouvir que as coisas eram simples e fáceis. Ao contrário, sempre soube que teria que lutar e muito. E mais, o que recebesse, fruto de meus esforços ganhava no fim…”não fez mais do que a sua obrigação”! Aprendi nada chegaria de mão beijada….ultimamente tem até um bordão que diz “Eu mereço””… pois é…estão bem enganados. Uma triste ilusão que não demora muito se desvanecerá.

  46. Alaize disse:

    Muito interessante este tema. Um grande alerta aos Pais.. Parabéns

  47. Bittencourt disse:

    Muito bom …

  48. Ivani disse:

    adorei o texto acima, é exatamente isso que acontece hoje em dia… INFELIZMENTE !!!!
    PARABÉNS pelo conteúdo exposto !! Seria maravilhoso que pelo menos 10% dos pais lessem esse seu artigo, quem sabe alguns não despertariam para a realidade da vida ?!!!
    Abraços.

    Ivani

  49. Ana Isabel Bertão disse:

    Muito bom! É uma pena que todos os pais, ou pelo menos um grande número de pais não tenham oportunidade de ler isto.

  50. Maria Marques disse:

    Maravilhoso esse texto parabéns e obrigada sou mae !

  51. Marcia Testasecca Alves disse:

    Texto maravilhoso…. irei divulgar com certeza, mais e mais pais deverão se interar.

  52. wilson carvalho filho disse:

    pertinentes as assertivas e avaliações

  53. Phillip disse:

    Não discordo de muitas coisas que vc escreveu, mas minha perspectiva é um pouco diferente da sua. Sou velho demais para ser considerado membro da geração mais nova, mas novo demais para ainda ser tratado como uma criança por quem tem 50, 60 anos (e olhe que eu tenho 35). Eu trabalho com ciência e tecnologia e frequentemente tenho que interagir com pessoas mais velhas, geralmente gerentes, que têm de lidar com o tecnologias que não compreendem.

    Acho que vc está sendo um pouco dura demais com os mais jovens e mole com os mais velhos. Eu observo no meu trabalho a maneira como veteranos usam politicagem e aparências para manter a posição e imagem. Já presenciei muitas vezes, chefes mais velhos que roubam idéias, ou explicam coisas que não conhecem com aquele ar de “expert” quando é conveniente e tratam os juniors em uma empresa com a condescendência destinada a uma criança. Aliás, vejo isso até na minha família com o meu pai sempre disputando tudo o que eu digo a respeito de computadores, sempre com aquela atitude de “papai-sabe-tudo”. Numa situação dessas lhe digo por experiência: é muito cansativo ter de transformar o seu trabalho em mero jogo de poder, e nada bom para a saúde mental. Se o seu trabalho requer estudo constante, de onde alguém vai tirar energias para isso? Eu consigo até olhar com alguma simpatia para jovens que desistem de lutar se querem manter algum tipo de honestidade e sinceridade na vida. O que você chama de ralar pode significar, muitas vezes, na prática, uma espécie de cinismo; neste ponto talvez até reconheço um pouco de inocência nos nossos jovens como algo bom.

    Outro aspecto em que eu tenho uma perspectiva diferente é a maneira como vc joga a, digamos culpa, em cima da classe média. Frequentei escola pública e fui parte da classe C, não fui, de maneira nenhuma membro de classe média alta – meus pais vêem de família de camponeses. O desprezo pelo esforço que vc descreve é algo que eu também presenciei em classes mais baixas, transcende classe social, raça, o que seja. Eu não saberia elaborar muito mais a respeito, mas pelo que vejo me parece uma consequência de afluência econômica e moral frouxa.

    Enfim, achei seu texto muito pertinente e certamente penso em ser muito mais energético com meus filhos do que meus pais foram. Mas, também acho que a geração mais velha só vê as coisas pela sua perspectiva, e se esquece de ver as coisas pelos olhos dos mais jovens.

  54. Arthur Moniz disse:

    Obrigado.

  55. Fantástica abordagem ! Recomendo a leitura para quem pretende ensinar os filhos à administrar a própria vida, encarando os erros e acertos !

  56. Plinio Sogabe disse:

    Materia que deveria ser divulgada em grande escala....excelente!!!

  57. Muito bom! Tive vontade de sair espalhando este texto. Trabalho com muitos jovens e me deparo com este cenário todos os dias! Parabéns!

  58. dario benitez del puerto disse:

    Interesante, sinceramente esta explicación se la dare a mis hijos . Gracias

  59. Ana Menezes disse:

    Maravilhoso seu artigo!

  60. Eduardo luz disse:

    De qual circulo social exatamente estamos falando? Gostaria de ler um artigo sobre a verdadeira classe media, aquela que cresceu junto comigo (tenho 26), aquela geracao que estudou em escolas publicas e as vezes particulares, aquela que em muitos casos foi a primeira geracao a se formar na faculdade. Qual faculdade? A faculdade publica, do tipo que voce tem que ralar e muito pra entrar. Saindo de la tem que ralar muito mais. Nao tivemos muito acesso a escolas de linguas mais hoje temos um bom ingles. atendemos escolas tecnicas estaduais pois passamos no vestibulinho, e iamos a escola de onibus e bicicleta. Adoraria ver a historia dessa geracao sendo contada, pois vamos fazer o futuro do Brasil, com o nosso proprio braco, pois nao herdamos nada dos nossos pais, alem da educacao, etica e amor.

  61. Anagê José Franco disse:

    Ótima abordagem,parabéns

  62. Daniella Muffo disse:

    Adorei o texto, mostra claramente uma situação que os jovens e as crianças vivem muito hoje, pais que fazem de tudo pelos seus filhos, que vivem achando que o mundo é cor de rosa, e quando crescem e esses pais se sentem com o “dever cumprido” e largam a mão desses filhos, temos mais jovens adultos despreparados, vou repassar este trexto para outros pais, obrigada

  63. Roberto Reale disse:

    Parabéns, Texto fantastico consegui ver vários amigos meus que estão nesse ponto.

  64. ozenilda viana do carmo bernardo disse:

    Fantastico

  65. Cristina Singulani disse:

    Parabéns!!!Nunca li um texto tão bem elaborado , perfeito e acima de tudo muito verdadeiro.

  66. mara disse:

    muito obrigada por este texto.eu sou uma mae meio general;ensino meus tesouros a correr atrás do seu ideais sempre falo que o prazer de conquistar nossos objetivos não é fácil e muito gostoso, porque nem sempre irão ganhar ,mas vale a pena lutar, acima de tudo digo ,nos somos livres para fazer nossas escolhas,mas temos que sempre pensar ;vai ser bom ou ruim acima de tudo nos, sempre conversamos e ouvimos o nossos filhos e o que eles almeja; confesso que assusta mas e assim a vida, tem que ter também limites e regras e mas qndo olho para eles eu vejo que estao alcançando , com seu próprio esforço e muito gratificante a família e o porto seguro deles sempre e o pai ajuda muito com sua calma e tranquilidade e a mae sempre meio agitada tudo devo a Deus que e o centro da nossa vida porque se nos não ensinar bjs mara

  67. Andre Carvalho. disse:

    Tudo isto é a pura verdade,é a busca incessante ao pódio,sem luta,sem perda,sem suor e sem lágrimas,querem tudo sem fazer nada.Na escola tradicional se aprende a resolver os problemsa da matemática,da química e da física,pois na escola da existência você aprende a resolver os problemas da vida,na escola tradicional aprende-se a gramática,mas na escola da existência aprende-se a dialogar,e isto só se consegue execitando o SER, nunca o TER. Parabéns, a Dra.Eliane Bruma. Andre Carvalho.

  68. giuzeila disse:

    Parabéns, um texto brilhante que efetivamente imprime muita reflexão para nós pais, desta nova geração!

  69. Excelente texto, Eliane Brum! Acompanho sua carreira já faz tempo e compartilhamos das mesmas idéias.
    Vejo hoje a felicidade como algo dado aos filhos e não uma conquista através de lutas, vitórias ou perdas.
    Ver filhos sofrerem faz parte da vida, se frustrarem também, é assim que famílias e realizacões profissionais são construídas.
    Parabéns e vamos todos refletir!

  70. Rodrigo E Bia disse:

    Que lucidez. Parabéns pelo artigo!

  71. Ingrid Calazans disse:

    Muito bom seu texto. Passei por uma experiência na minha família e ao contrário de ficar lamentando e nada fazer, eu arregacei as mangas e batalhei um tratamento e também conversei muito com a pessoa, mostrando o quanto é importante para mim e que amo muito loucamente. E paralelo a isso consegui um tratamento com 10 sessões de Noergologia em Curitiba onde todo o meu trabalho de uma vida na criação me fez ver que valeu a pena tudo o que disse e o que fiz. Abraços

  72. Cristiane Donizete disse:

    Excelente artigo. Concordo plenamente.

  73. Seu artigo me veio em excelente hora… sou pai solteiro, minha filha de 12 anos veio morar comigo, após passar 5 anos com a mãe após a separação, numa cidadezinha minúscula de Minas Gerais..Vc resumiu toda a angústia que sinto em não corresponder às expectativas que eu mesmo me impus de ser um bom pai, missão difícil nos dias de hoje. Mais que te parabenizar, quero te agradecer…

  74. Arleina Lasmanis disse:

    Tão simples e tão fácil de entender, mas complicam a vida. Tenho 60 anos e fui criada dentro da realidade apesar de ter vivido num paraíso. Tinha sim, muitas facilidades, mas antes de tudo deveres, responsabilidades. Não quando ia me tornando quase adulta, mas desde a idade de compreender (7 anos) que nada vem de mão beijada. Sou da época em que não se tinha medo dos pais, mas sim respeito pela palavra deles. Um NÃO, ou vários, te preparam para receber este mesmo NÃO durante toda vida. Não sei quem escreveu, mas gosto desta frase: “Nem sempre passar a mão na cabeça é uma forma de amor”.

  75. Airá disse:

    Caramba… Muito providencial o texto!!! Obrigado!!!

  76. Edselma de Almeida disse:

    EXCELENTE TEXTO:PARABÉNS! SÓ ACRESCENTARIA NELE QUE É A PARTIR DAÍ QUE MUITOS JOVENS BUSCAM AS DROGAS(OPODER SER), A PROSTITUIÇÃO E RELACIONAMENTOS DISPAREADOS EM IDADE, PRINCIPALMENTE A MULHER, QUE SE APÓIA EM HOMENS QUE TERIAM IDADE PARA SEREM SEU AVÔ, SIMPLESMENTE POR VER CONFIRMADO TUDO OQUE DESCREVEU: A SEGURANÇA DE UM AMANHÃ FELIZ!!!!PORTANTO, TORNAM-SE OBCESSIVAS NA BUSCA ATÉ CONSEGUIREM E QUANDO CONSEGUEM NÃO TEEM ESTRUTURA QUANDO A REALIDADE(PERDA) SURGE…. PORQUE ELA SURGE…

  77. Renèe El Ammar disse:

    Maravilhoso como sempre , tudo que ela escreve. Gostaria que este texto fosse lido por todos os pais e também por adolescentes !!! Falou e disse…, parabéns a Eliane Brum .

  78. Parabéns pelo seu texto, Dra. Eliane. É o melhor de todos(que abordam o tema)
    que li até hoje.

  79. Fernando disse:

    Excelente texto. Parabéns.

  80. Rodrigo disse:

    Essa explicação e convicção da realidade esta um pouco maquiada,dentro do meu entendimento a realidade é muito mais simples do que o texto apresenta e se resume em um trecho de uma música de qualidade questionável mas sincera que diz: O DE CIMA SOBE, E O DE BAIXO DESCE, talvez o texto se aproxime dos INTERMEDIÁRIOS que são a variante inexistente nesse sistema, e o mesmo esta alienado sobre os processos do sistema. Logo ele se frustra,bate o pé etc… O que chamamos de nova classe C.
    Mas ainda sim esta muito bem escrito e com bom raciocínio.

  81. Anonimo disse:

    Você poderia ter colocado o link para a matéria original….
    http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI247981-15230,00.html

  82. HOJE E A VOTAÇÃO DO PROJETO DELEI DO DEP.OSMAR GASPARINI TERRA, sobre o uso de drogas, tratamentos e punições.

  83. Luciano Raimundo de Oliveira disse:

    Concordo com tudo e, salvo melhor juízo, julgo que faltam informações aos pais, com isso, os professores sofrem agressões de toda ordem e não podem fazer quase nada, porque se tomarem qualquer providência os pais vão querer a expulsão deles (professores) do colégio e, culpo muito os psicólogos que ficam brigando para colocar regras absurdas para a educação das crianças e jovens, exigindo que coloquem num tal de ECA que não serve pra nada de bom.
    É um absurdo dizer que pais não podem bater em seus filhos. Bum bum de criança já nasce redondinha, carnudinha, para levar uns tapas para aprender.
    Outra coisa, colocaram que menor não pode trabalhar. Isso é de uma imbecilidade tamanha, pois trabalhar não, mas vagabundar pelas ruas à mercê de bandidos e traficantes sim, podem.
    Mais uma coisa: está faltando DEUS para as famílias. Elas só lembram Dele quando estão em situação difícil. Antigamente, nós só poderíamos divertir aos domingos, depois da missa, em que íamos acompanhados de nossos pais. Hoje os pais acordam cedo e já vão para clubes, campos de futebol, churrasco e não se lembram de irem à Igreja, seja de qual for a religião.
    Eu estou trabalhando e não estou me lembrando de mais coisa nesse momento.
    Desculpe se não concordarem comigo, mas é a minha opinião e que não consigo mudar.
    atenciosamente
    Luciano

  84. Margarete disse:

    Otimo texto

  85. Genial explanação

  86. Cristine Sá disse:

    Muito bom! Assim criei meus filhos. Concordo plenamente.

  87. Vicent Sobrinho disse:

    SENSACIONAL Texto… Brilhante! Parabéns Eliane Brum

  88. Pr. Joversi Ferreira disse:

    Cuidado, seu ótimo artigo pode ser logo censurado na maré da “lei da chinelada”. Tudo logo será tachado de negligência, abandono e abuso. Assim, caminha a sociedade brasileira moderna que vaidosamente diz saber mais que nossos bisavós que amavam com a chinela na mãe, e mesmo assim, ninguém cresceu traumatizado e, como dizia a minha vó, “sai tudo gente”.

  89. Ruth disse:

    Cheguei a vocês através do Facebook para verificar se realmente haviam publicado isto. Parabéns!

  90. Heronita disse:

    Achei o texto fantástico

  91. MARTHA disse:

    QUE TEXTO MARAVILHOSO, ESPETACULAR SEM PALAVRAS PURA VERDADE.

  92. Leila Barbosa disse:

    concordo com tudo – só não concordo com aparte que estudar em colégios particulares e viajar para o exterior pode contribuir para esta postura alienada. Há filhos que valorizam estes dois fatores e tentam aproveitar o máximo desta oportunidade fazendo a sua parte.

  93. Vera Camargo disse:

    Criei um filho só..ensinando todos os dias a ele..o valor de cada coisa…Tivemos que enfrentar problemas doloridos e serios(como ter um pai alcoolatra no caso do meu filho)..que não só me ajudou a enfrentar…como a conseguir uma solução…Meu filho hoje tem 40 anos..é um grande cidadão..realizado na profissão…nunca bebeu, nem usou qualquer tipo de droga…casou e tem uma linda filhinha…Sei que todos os dias tem que enfrentar barreiras como todo ser humano…mais ensinei a ele que o mundo é mesmo pra ser conquistado..e não se pode esperar que nada venha ao nosso encontro sem luta..Espero sinceramente que use pelo menos um pouco da criação que teve com filha…

  94. Jomar disse:

    Parabéns pelo seu excelente texto. Tocou na ferida. Divulguei.

  95. Neusa de Aguiar Werle disse:

    Sou Professora, e lendo este texto fez com que respondesse toda esta angustia que estamos passando nas escolas. Sentimo-nos amarrados sem nada poder fazer para o bem destas crianças e jovens, Vejo-me num precipício onde não se sabe que tomar. Quando a escola chama a família para escola, a escola é taxada como chata, não resolvem nada, para qualquer coisa estão chamando, e assim vai. É triste. Não sei o que vai ser, mas é a realidade. Pensar? Nem pensar, querem tudo pronto, inclusive a própria família.

  96. Muito interessante, o melhor texto que já li sobre a criação de um filho. Parabéns muito bem escrito.Obrigado por nos proporcionar essa lição.

  97. Déo Baroni disse:

    Meu Deus do céu! Que palavras mais certas! Estou emocionada de ver, que conseguiu colocar no papel tudo aquilo que eu gostaria de dizer aos meus pais e aos meus filhos de uma vez só! Parabéns Eliane Brum você é uma estrela que ainda irá brilhar muito. Obrigada. bjs….. Virei sua fã!

  98. Marcia Pereira disse:

    Parabens e obrigada pelo seu artigo, embora tenha meus filhos criados, chorei de alivio por ver que fiz tudo direitinho, que se não fui melhor, pelo menos fui honesta, minha familia foi criada sob o lema da verdade, do carinho e da honestidade, muitas vezes tive que dizer “não” e disse sem remorso nem pena, apenas usando o coração. Estou compartilhando este artigo nas redes sociais, para que mais pessoas leiam e sintam o que senti, obrigada, muito obrigada por falar a verdade, com honestidade e com o coração.

  99. Marta Karrer disse:

    Acho muita graça uma pessoa analisar uma geração sem ser parte dela. Pode ser que os problemas da minha geração sejam diferentes, mas isso não os torna menores. Não pense que hoje em dia os jovens levam uma vida fácil só por serem de classe média e terem pais que os “mimam”. À medida que envelhecem as pessoas vão se esquecendo de como é ser jovem. De como ninguém te leva a sério, de como ninguém te escuta e de como todo mundo acha que é “uma fase e vai passar”. Pode até ser que passe e que todos que dizem isso estejam certos – mas não se pode desmerecer alguém por essa pessoa ser mais nova. Por exemplo, as crianças hoje em dia já nascem com a pressão de serem lindas, magras e terem o último iPhone ou algo assim. Há uma pressão pra se encaixar, se enquadrar, ser igual a todo mundo. Isso resulta em crianças e adolescentes com baixa autoestima. Claro, isso são problemas de primeiro mundo. Mas isso não os torna menores do que quaisquer outros problemas. Não existe uma escala de sofrimento – dor é dor e ponto final. Cada um encara de um jeito, cada um sofre por alguma coisa. Mas não existe ninguém nesse mundo sem problema nenhum. Seguindo essa mesma lógica, aí temos uma pessoa reclamando dos jovens de hoje sendo encostados quando tem crianças na África morrendo de fome por causa dos adultos cretinos que já foram adolescentes encostados. Entende como não faz sentido nenhum?

  100. Helder Shioya disse:

    Realmente, o texto aborda um problema atual de uma forma bem simples de se entender…
    Obrigado por compartilhar!

  101. Narciso Farripas de Moraes disse:

    Sou professor de biologia e sempre estou falando sobre essa tal felicidade aparente que muitos adolescentes imaginam ser verdadeira. O mais triste é ouvir comentários como este: Em casa meus pais me ensinam que se eu quiser ser feliz na vida, que eu me vire. pois ele assim o fez. Por outro lado há uma disputa pra ver quem tem o melhor aparelho de telefone e outras coisas mais. Pelos nossos adolescentes podemos imaginar nossos futuros jovens.

  102. São publicações assim que precisamos para aumentar nossos argumentos. Obrigado!

  103. Luceli Mota disse:

    Excelente artigo! Fala diretamente, francamente e sabiamente do que nós, Pais e Educadores, estamos enfrentando neste momento. Muito grata pela lucidez! Vou compartilhar o artigo. Abraço. Luceli Mota

  104. Sarah disse:

    Simplesmente perfeito o seu texto! Exatamente o que penso sobre o cenário atual. Sou nova, me tornei mãe aos 18 anos, e este tema abordado em seu texto é um dos “controles” que preciso sempre ter! O Fato de estar muito tempo fora, por trabalho e estudos, faz com que este sentimento de culpa por ausência se some a este erro da obrigação de ser Feliz, de ser Perfeito. É neste momento que entra uma frase, já muito repetida em minhas conversas: “Antes tinhamos necessidade de orgulhar os pais, hoje sinto que isso se inverteu, os pais se preocupam em orgulhar os filhos, tomam isso como obrigação. Ter orgulho de alguém dependerá muito dos valores que você possuí, só conseguimos ter orgulho verdadeiro quando sabemos a dificuldade pra se chegar lá”.
    Claro que é uma delícia seu filho dizer: “Mãe, tenho orgulho de você!”, mas eu quero isso não por mimos materiais que eu dei, “tapa buracos”, mas por que minha filha vê, sente, aprende no decorrer dos nosso dias, que ela tem de ter orgulho da mãe dedicada, batalhadora e honesta que ela tem! Da mãe que se esforça, dá o seu melhor, mas que também falha! Não brinco de “temos dinheiro”, “somos felizes o tempo todo”, “sou sempre forte”, “não sinto medo” ou o pior “não erro”! Minha filha uma vez, ao meu ver chorar por perder uma batalha, foi a primeira a me olhar nos olhos e dizer “Mãe, você não está doente, isso foi só uma prova, não passou nessa, passa na próxima!” Foi neste momento, quanto ela tinha 6 anos, que eu percebi que estou conseguindo sim, tornar minha filha uma lutadora! Guerreira dos dias de eterno aprendizado. Oro para que Deus me ilumine todas as noites e manhãs de minha vida, ilumine para que eu consiga ter este equilíbrio de deixar minha filha viver! De permitir que ela enfrente seus obstáculos sabendo que eu estou lá, não pra ajudar que ela o derrube, mas pra ser suporte tanto para o êxito, quanto para a falha, falha esta que também te faz forte, te faz vencedor!
    Obrigada por compartilhar seus pensamentos!! Que muitos pais possam ler este texto! Que muitas mães possam perceber que ainda é possível reverter alguns “hábitos”.
    Sds.
    Sarah

  105. Isso e mais sentirem-se iluminados , eleitos para um destino especial.ungidos pela sorte ou o que seja..dai vem a exploração pelos mais espertos de tudo q soe esotérico, que apele ás superstições e cada um quer impor a sua verdade absoluta.são mesmo hedonistas despreparados no final;E nós .ficamos com os antigos estigmatizados como negativos, sem ‘vibes’positivas, sei la´o que mais …rs haja paciencia e um saco de filó arrastando como disse alguem.Oremos!

  106. Valéria disse:

    Belíssima reflexão!
    Que bom que ‘os nãos’ aqui em casa sempre foram ditos e explicados….inclusive os ‘nãos sei’ tb!!! É….viver não é fácil não….mas vale a pena! Ah! aprendemos tb a rir….de quase tudo! E então….voilà….o filhote tem hoje 21 e me parece um grande cara….com um chão grandão pela frente 😉

  107. carlos alberto disse:

    texto e contexto da vida para aqueles que querem enxergar, não mate a esperança de um jovem nem tão pouco deixe de educar cuidar ser firme e fazer pensar os jovens precisa mais de relexão.
    muito bom texto elucidaório.

  108. Carol disse:

    Esse assunto é tão confuso! Eu fui criada no completo oposto do que é dito no texto e msm assim tenho essa visão de que sou merecedora de td e que não preciso de esforço para conseguir as coisas (quer dizer, percebo isso agora!). Talvez não seja só essa visão discutível de educação que faz os jovens pensarem assim… Eu me vejo como uma prova disso, tenho 19 anos e meus pais sempre me falaram e ensinaram que a vida é difícil! Talvez seja o mundo, a geração que estamos inseridos que influencia mais! Talvez seja a praticidade de nossas vidas, que temos td em mãos (não pelos pais, mas pelos avanços tecnológicos e etc.) e na hora que queremos. Os psicólogos de hj ficam tão preocupados em possíveis traumas às crianças que evitam de mostrar a realidade e as vezes nos enchem de remédios para podermos viver da forma mais fácil possível! Com essa rotina que levamos em que TDS querem que tenhamos uma vida mais fácil que as gerações passadas, a conclusão que tiramos é que, talvez, a vida seja fácil msm! É só dar seus pulos!

  109. Roberto Lacerda disse:

    Excelente artigo! Parabéns pela coragem de falar o que todos estamos sentindo. O outro lafo desta moeda é a transferência deste problema para as empresas, que tem que se adaptar para gerenciar estes novos adultos. Sempre com programas especiais para atender este mundo de exigencia que esta geração Y vem demandando. E o que mais assusta é a próxima geração que vai ser educada por estas pessoas despreparadas para o mundo real. Gostaria que em um próximo artigo pudesse comentar sobre este assunto.

  110. Jose Vasconcelos disse:

    Muito oportuno seu artigo, fui pai, sou avo, e me questionava se devíamos poupar nossos “pimpolhos” de problemas, notícias ruins, enfim, evitar que amadurecessem simplesmente poupando-os, e, muito elucidativa uma palestra proferida pelo médico espírita Dr. Alberto Almeida, onde ele coloca que não devemos encobrir a verdade, e sim ajuda-los a compreender e deixa-los passar pelo “sofrimento” da perda de um ente querido, ou até mesmo de um animal de estimação, explicando o sentido da vida, com amor e sinceridade.

  111. Ótimo texto e corretíssimo. Os valores mudaram com o tempo e os pais de hoje em dia esqueceram a boa e velha educação de antigamente que gerava pessoas corretas e lutadoras. Posso replicar o texto no meu blog com os devidos créditos?

  112. Matheus disse:

    Muito legal seu pensamento, compartilho da mesma linha de pensamento, tenho 37 anos e tive que desconstruir muita coisa para pensar assim…

  113. Carlos Cestari disse:

    Um dos textos mais tocantes e verdadeiros que já lí. Vejo exatamente isto que você tão bem descreveu. Parabéns…foi de arrepiar.

  114. Anônimo disse:

    Me identifico muito com o que foi dito no texto, e estou cada vez mais disposto a romper esse paradigma.

  115. Maria Sílvia faria disse:

    Adorei os pontos colocados com bastante clareza . Sou psicóloga comportamental e deparamos má clinica justamente com estas situações.

  116. Raphael disse:

    Um texto de rara qualidade ao retratar uma crescente onda de jovens mimados. Parabéns!

  117. Sandra Meira disse:

    Belíssimo texto!!
    Primeira vez que leio um texto com tanta verda .

  118. Renato K. disse:

    Posso dizer que achei nada menos que sensacional? Sou pai de dois filhos e fui criado para entender tudo o que você descreve, tenha sido por opção ou necessidade, não importa. Tento seguir os mesmos preceitos ao criar meus meninos, porque a tentação de ceder ao caminho mais fácil é grande. Excelente texto, parabéns por verbalizar o que eu – e certamente (e tomara que muitos) outros pais – pensam.

  119. Elisson disse:

    Texto fantástico!!!!!!!

  120. tycyna disse:

    Verdade mesmo.
    E o mais difícil é que os pais se deem conta disso. Quando comecei ver minha vida nesta situação e não sabia o que fazer… comecei falar de mim, das minhas dificuldades e o como tinha sido minha vida até aqui. foi então que começou acontecer a aproximação entre eu e meu filho.

  121. Ewerton disse:

    Muito bom o texto…

  122. Silvana Maria santana de Oliveira disse:

    Felizmente conheço outra geração de jovens que querem mesmo é mudar tudo isso . É bom quando concebemos um mundo plural. A autora tem textos sempre engessado numa visão restrita de um mundo pequeno burguês.

  123. Henrique Rede disse:

    Excelente texto, parabéns. Recordou-me do grande escritor russo Dostoievski. Quando pequeno ele vira um senhor dar bofetadas em seu servo em uma carruagem. A cada pancada recebida o condutor açoitava o animal em resposta. Anos mais tarde Dostoievski fora para a faculdade em S. Petersburgo, para estudar engenharia, e recebia dinheiro de seu pai, que mantinha uma propriedade e alguns servos em outra cidade. A fim de manter o mesmo estilo de vida dos colegas, passou a mandar cartas para o pai solicitando mais recursos. Posteriormente seu pai foi morto por seus servos. Dostoievski não pode deixar de suscitar a imagem do patrão esbofeteando o servo, que por sua vez, descontava no cavalo. Passou a carregar um pouco da culpa pelo homicídio por exigir cada vez mais dinheirode seu pai.

  124. zilda maria disse:

    lindo.vc lavou a minha alma.tocou muito.parabens.estou compartilhando.

  125. ALCEU NOVELLI FILHO/ disse:

    PAIS DESPREPARADOS PREPARAM DESPREPARADOS PARA UMA REALIDADE, PARA ELES, HOSTIL. A VIDA PREPARA O PALCO, A ILUMINAÇÃO, PLATÉIA E COLOCA O HOMEM NO PALCO PARA SER AVALIADO… APLAUSOS OU APUPOS, LANÇAMENTO DE FLORES OU DE OVOS… PREPARE SEUS FILHOS E A SI PRÓPRIO PARA DESEMPENHAR SEU PAPEL NESTA VIDA SABENDO QUE TUDO MUDA… PARA MELHOR OU PARA PIOR… TUDO MUDA E A GRANDE GARANTIA É ESTAR PREPARADO. PREPARAR AS PESSOAS, FILHOS OU NÃO, É UMA RESPONSABILIDADE DE TODOS, COLETIVA… ESTAMOS TODOS NO MESMO MUNDO.

  126. camarabrpy disse:

    Parabéns, Eliane!! Um artigo recheado de reflexões (e convites à reflexão), constatações, puxões de orelha e conselhor responsáveis. E o melhor, tudo com muita coerência e realismo.

    O filósofo Nietzsche foi o que mais se debruçou sobre a questão do sofrimento (seja oriundo da frustração amorosa, profissional, familiar etc) e, justamente nesse sentido, ele acreditava que todos os tipos de fracassos deveriam ser bem-vindos no caminho para um suposto sucesso e deveria ser visto como desafios a serem superados (“como os alpinistas fazem ao subir uma montanha” dizia ele). Para ele, é preciso transformarmos os sentimentos de sofrimento nas coisas mais belas. Além disso, ele alegava que o adulto maduro é aquele que não nega a realidade, mas que a olha de frente.

    Resumindo: acho que as Gerações Y e Z (claro, também com a ajuda dos pais) precisam trabalhar com a hipótese de que para conseguir algo que realmente valha a pena, será necessário fazer muito esforço. Mas, depois, a sensação da consquista será gratificante e indescritível.

  127. Marjorie Mascheroni disse:

    Perfeita ilustração dos nossos jovens/crianças atuais. Costumo dizer para meu filho: “A vida te tira pessoas, empregos, amores sem nem pedir desculpas nem licença, então vamos aprender o “não” em casa e conviver com as frustaçoes, porque a vida é cruel e crescer, realmente, dói!”

  128. Corina disse:

    Parabéns Eliane. Um texto sério, justo e corajoso. Eu penso também sobre os comportamentos de uma boa parte dos jovens e tenho visto que a mídia fortalece muito o esquema de “ou perdedor”, “ou vencedor”. E a família não quer ver seus filhos serem considerados como perdedores. Por isso, os enormes sacrifícios para sustentar a imagem constante de vencedores. Mas essa não é, na minha opinião, a expressão do pensamento brasileiro, digamos “de raiz”, mas vem de paradigma importado por meio da visão capitalista americana. Como dizes muito bem, “a vida é insuficiente, mas é o que temos”. Saber que sucessos e fracassos fazem parte dela, que são momentos que tem que ser igualmente vividos e que geram aprendizados valiosos para todos, e, por isso precisamos deixar de respeitar essa classificação de perdedores e vencedores que não tem a ver conosco.

  129. Priscilla Mhereb disse:

    Você me mostrou que sempre agi de forma natural e real com as minhas filhas.Por muitas vezes,cheguei a acreditar que agia errado que pudesse estar deixando minha filha insegura mas lendo que estou certa agora me sinto mais confiante e ,de certa forma,mais feliz!!!
    Obrigada!!!
    Beijos
    Priscilla Mhereb

  130. Maria das Graças Machado disse:

    Concordei com tudo que foi exposto. PURA REALIDADE !

  131. Assediados disse:

    Ótimo texto. Parabéns!

  132. geraldine disse:

    Esta é a mocidade de hoje crianças se sentindo adultas e jovend adultos agindo como adolecentes grudados nos pais. Dificil é olhar para dentro de si mesmo e assumir o que se é na real. Separar meu ego do meu eu . Eu sou o que sou e não o que tenho ou o que meus pais tem. Dificil hoje é o desapego ao material tão valorizado pela midia .
    Quisera eu poder mostrar o quanto é bom olhar para trás e dizer caminhei com minhas proprias pernas. Aprendi com o suor de meu rosto e acreditando que os valores aatemporais estão acima de tudo.
    Estamos na era do conhecimento.
    Mas antes de todo o conhecimento e regras do mundo deve se pensar em sentimentos firmes e leais em respeito ao outro.

  133. João disse:

    Essa geração é considerada Slacker, onde a procrastinação é dominante na vida do jovem até sua fase adulta apesar de ser uma pessoa muito bem instruída. Descrevem-se esses como se vistos de longe parecem mendigos, mas de perto quando os vêem percebem que suas roupas são de grife e que em suas casas existem mesas européias ou tapetes persas de gerações passadas.

  134. Maria Aurea disse:

    Perfeito!!!

  135. Gustavo disse:

    Perfeito! Apesar de não ver nenhuma resposta ou elogio aqui, seu artigo está sendo compartilhado no Facebook. Parebéns pela análise!

  136. Romana disse:

    O capitalismo selvagem algemou o bom senso e amordaçou os valores humanos,

  137. Alexandre disse:

    Excelente matéria. Parabéns à autora pela abordagem e percepção sobre o tema. Não tenho filhos, mas entendo que todos devam ler essa matéria, pois serve de alerta às gerações que estão surgindo.

  138. Marcelo Borges disse:

    Fanatástico texto que comprova a educação que meus pais me deram. Graças a Deus meus pais me disseram “te vira meu filho, essa briga é sua”, pois hoje me deparo com frustações na vida, mas entendo o momento, respiro fundo, penso nas alternativas e ataco novos focos. Novamente digo, belo texto, muito bom pra todas as familias.

  139. Giovana Paolini disse:

    Muito obrigada por este texto, eu penso desta forma, mas é tão dificil os pais desta nova geração compreenderem isso, sinto que dar aos filhos só o ponto de felicidade é negar a eles a vida, afinal receber apenas a felicidade faz com que a vida se torne vazia.

  140. Fabio Luiz Batista disse:

    Muito bom o texto, apenas discordo quanto a nossa atual geração ser a mais bem preparada. A cada geração que tem passado, está mais despreparada… meu avô, por exemplo, começou a trabalhar aos 4 anos na roça, aos 7 começou a ajudar em oficina mecânica e aos 13 depois de uma real convivência com adultos era um homem completo que sabia perfeitamente seus deveres e direitos, claro e evidente que foram respeitadas suas necessidades de educação e convivência social. Hoje, o que vemos? meninos que só sabem jogar vídeo game e acessar internet… meninas que só pensam em arrumar cabelo, roupa e falar em seus celulares… jovens , estudam de qualquer jeito e só pensam em baladas… seu convívio em relacionamento íntimo é cada vez mais animalesco e relacionamento social brutalizado e hedonista. Eu confesso que tenho estes problemas com meu filho de 8 anos, nem tanto pelo que falei e ensinei a ele através de atitudes e palavras, mas por causa da influencia da sociedade e “amiguinhos”, “brodis”… Meus parabéns pela sensibilidade aplicada ao texto. Precisamos mesmo transmitir realismo a nossos filhos , porém, sem que assassine seus sonhos. Abraços.

  141. Penso que estamos em uma fase tão incipiente que ainda confundimos alegria (que precisa de uma causa externa), tristeza (que também precisa de uma causa externa) com felicidade que é sem causa, ou seja, não precisa de nenhuma causa externa……..

  142. marize bezerra disse:

    nunca li algo tão verdadeiro e belo,expressa meus pensamentos diante de minha vida e minhas atitudes como mãe.Insegurança , medo, dúvidas,mas sempre me coloquei diante da vida e de meus filhos como humana,a dúvida era se eu estava certa.

  143. sonia disse:

    Adorei. Concordo plenamente e a mensagem me tocou profundamente. Como consertar?

  144. Ama Nigro disse:

    Parabéns pelo seu texto!

  145. Esmeralda M.C.Machado disse:

    MARAVILHOSO TEXTO!!! PARABÉNS….DISSE TUDO O QUE PENSO .POR SER MÃE-AVÓ,MESMO TENTANDO ADAPTAR MEUS PADRÕES E VALORES ADQUIRIDOS DE MEUS PAIS E EDUCADORES, AINDA ASSIM SINTO QUE FALHEI, SEM SABER, SEM INTENÇÃO…MINHA SÁBIA MÃE DIZIA QUE SE NÃO SEGUÍSSEMOS OS CONSELHOS DOS PAIS, “APRENDERÍAMOS COM A VIDA”…HOJE, SE DISSERMOS ISSO A NOSSOS FILHOS, FICA O MÊDO DE QUE OS ENTREGAREMOS AOS LEÕES, POR CAUSA DO DESPREPARO…TEMOS ENTÃO QUE FECHAR O CORAÇÃO, QUANDO NOS PEDEM ESPAÇO (SIGNIFICA NÃO QUERER “PAPO”) ?? SE SOMOS CRENTES, ENTREGAMOS A DEUS NOSSO MAIOR PRESENTE PARA QUE ELE CUIDE, JÁ QUE TEMOS A SENSAÇÃO DE MEDO DE NÃO ESTARMOS FAZENDO O CERTO…ENFIM, SER MÃE, OU PAI, PARA MIM, É MISSÃO DIVINA, QUE TENTO CUMPRIR DA MELHOR FORMA QUE CONHEÇO…COM MUITO AMOR!!!
    MAIS UMA VEZ, PARABÉNS PELO TEXTO ELIANE BRUM.

  146. Tatiana Carvalho disse:

    Perfeito!!! Todo pai e mãe deveria ler….

  147. Concordo plenamente, é preciso dar frustrações e falar alguns “não” para uma criança e adolescente, para que não sejam adultos infantis e despreparados.

  148. silvia maria vezzani freitas disse:

    E a mais pura realidade.Uma geração que desconhece o significado da palavra NÃO,e que com certeza não vai estar preparada para os NÃOS impostos pela vida.

  149. Vale a pena considerar, também, que se todos os jovens acham que o mundo deve sorrir para eles o tempo todo, o que será que irá acontecer quando um grupo de jovens estiverem concorrendo para uma vaga no vestibular ou concurso público? Aqueles que reprovarem vão tentar matar os aprovados pois a vida deveria lhes dar o direito de uma vaga???
    Essa mania dos pais de tratarem seus filhos como se fossem mini-deuses tem que acabar, pelo bem da humanidade.

  150. Renato Almeida disse:

    Texto quete obrigada a REPENSAR

  151. Angela Medeiros disse:

    Maravilhoso texto, deveria ser divulgado para todos os pais desse Brasil ou do mundo. Longo, mas perfeito. Parabéns a autora!

  152. Filomena disse:

    Gostei muito de ler a sua cronica…
    Acho que nós Pais queremos dar a segurança aos filhos esquecendo de faze-los participar muitas vezes na vida activa, incumbi-los de responsabilidades á altura deles, não ceder a todos dos seus caprichos e preveni-los do futuro que os espera, advertindo que é em adolescente que eles preparam o futuro dos homens que querem ser no futuro! Parabêns

  153. Angela dos Santos disse:

    Excelente texto, realmente deixa claro a importância do relacionamento familiar real, sem contos de fadas, que terminam somente em frustações para ambos (Pais e Filhos).

    Parabéns

  154. daniela disse:

    Parabensssssss pelo texto, muito verdadeiro mesmo. Abraçosss

  155. Magda disse:

    Esta é uma realidade estarrecedora, uma verdade que sentia, mas nunca consegui expressar em palavras.
    O pior é procurar passar a realidade aos nossos filhos, porem a convivência com quem faz parte desta alienação, induz imaginar uma realidade diferente. Infelizmente enxergar a realidade é doloroso.

  156. antonio nogueira disse:

    clap, clap, clap… (palmas)

  157. Elisa Miranda disse:

    Adorei o artigo! Precisamos ler isso todos os dias e por em pratica para termos filhos felizes!

  158. martin disse:

    Excelente !

  159. Rita de Cássia Fernandes disse:

    Belíssimo texto para todos nós, sim é importante compreender que o esforço de cada um irá gerar uma atitude positiva em todos os setores da vida. A responsabilidade, o ensinamento é importante, porque fora disso estaremos sempre a reclamar aquilo que a vida ainda não nos deu.Obrigada Eliana Brum por todo este ensinamento!

  160. Maria Alice disse:

    Sensacional!!!!!!!!!! Matéria como essa deveria ter mais destaque! Concordo em td parabéns Dra. Eliane Brum.

  161. Márcia disse:

    Lendo o texto e escutando a propaganda do Pão de Açúcar passando na TV : Feliz, Feliz, Feliz. Quem pode suportar a infelicidade de uma frustração se o supermercado ensina que para ser Feliz basta querer? Todos querem viver em um comercial de margarina. Oh, happy day!

  162. Katiana Rodrigues disse:

    Gostei muito deste artigo. Parabéns!

  163. helisangela padovani disse:

    Nossa adorei, e agente precisa ler isso quase todos os dias para nunca esquecer como temos que lidar com nós mesmos e nossos filhos, perfeito.

  164. Lutar pelo filho que esta com problemas e´tudo que uma mãe pode e deve fazer, poís e uma doença e como tal deve ser tratada e tem cura sim.

  165. cristiana disse:

    Nossa, Eliane, você descreveu muito bem tudo o que tenho sendo e passado. Achei que estava vendo e tendo impressões além do que deveria, mas está TUDO escrito aí nesse seu texto. Que alívio! Vou tentar refazer-me após esta leitura, que irei guardar para ler mais vezes. E viver melhor a minha vida. Muito obrigada pela elucidação. Você é luz.
    Grande abraço,
    Cristiana.

  166. Regina disse:

    Os textos de Eliane Brum são sempre enxutos, inteligentes, irretorquíveis. Também eu me quedo um tanto perplexa com as reivindicações de direitos, mas não obrigações, da maioria dos jovens de hoje, principalmente daqueles que nasceram em lares onde os pais lhes dão – por ‘obrigação inquestionável’ – recursos materiais e confortos que, eles próprios, em idades semelhantes, não tiveram. E por não terem tido, lutaram e ganharam a chance de serem autores de suas próprias narrativas de vida. O contrassenso está em que não oferecem essas chances a seus próprios filhos. Belo e lúcido texto, Eliane Brum!

  167. Nelia Del Bianco disse:

    Sensacional! Retrata exatamente a crise de hoje: a felicidade inventada do nada.

  168. Rosa Rivero disse:

    “Quem espera que a vida, seja feita de ilusão, pode até ficar maluco, ou morrer na solidão …” sábia letra da música de RC, mas hoje em dia as pessoas vivem na ilusão e na solidão, se “achando” … Mas as poucas que evoluem espiritual, física e materialmente por esforço próprio e por conjunções do destino sabem que vale a pena viver … Sartre disse “o inferno são os outros”, mas na verdade o outro é a pedra no caminho que você pode transformar em obstáculo ou em escada natural, segundo a sua determinação …

  169. Karina Spigolon Lima disse:

    Muito lindo este texto, estou indicando a meus amigos para que o leiam, pois serve a todos sendo pais ou não.

  170. ERNANI SUSLIK disse:

    Encantado!!!!!!Parabens Dra. Eliane

  171. Pedro Peres disse:

    Uma verdadeira obra prima este texto.
    A vida é para ser vivida de forma que alcancemos o que desejamos através de nossos próprios esforços.
    Além disso é efêmera para perdermos tempo com picuínhas.

  172. lucia disse:

    muito bom!!

  173. .... disse:

    Ótimo texto, parabéns a autora.

  174. Gustavo Nogueira disse:

    Querida Eliane, foi uma interessantíssima experiência ler sua publicação.

    No texto você toca em uma questão fundamental, que é o verdadeiro relacionamento entre as pessoas, no caso, em uma família.

    Realmente, esse tipo de relacionamento é muito velado, pois os pais acreditam que são os reais provedores dos filhos (o que na realidade é o papel daquilo que muitos chamam de Deus, ou de fonte da Vida, energia, etc.), e dessa forma, como você mesma disse, a frustração é inevitável, pois escondem suas questões mais latentes tentando “proteger”, ao invés de estabelecer uma confiança capaz de compartilhar tudo isso a fim de resolver juntos, deixando claro como é o funcionamento do mundo.

    Na maioria dos lares, inclusive no meu, isso acontece frequentemente, e também não acredito que ninguém é vítima de nada, pois há uma escolha (por mais nublada que seja muitas vezes) dos filhos em aceitar esse papel e fingir junto que o relacionamento com a família e com o mundo está de acordo como os fatos, quando na verdade, ambos estão inseridos numa conturbada ilusão. E como seria mais gostoso se este compartilhar acontecesse… mas tudo bem, vamos dar tais passos juntos.

    Uma outra coisa que veio em minha mente ao ler seu texto foi que, no fundo, em última instância, há uma diferença entre o mundo e a Vida – e creio que quando você tratava da impossibilidade de ser feliz estava se referindo ao mundo. Realmente, é impossível ser feliz acreditando em todas essas dinâmicas malucas que o mundo nos oferece. Inclusive, como você mesma disse, seria mais sincero que disséssemos “Olha, meu dia foi difícil” ou “Estou com dúvidas, estou com medo, estou confuso”, pois todas as dinâmicas do mundo tem essa aparência, e expor isso é uma oportunidade de tentar resolver e amenizar esse sofrimento intrínseco ao mundo.

    Agora, o que me veio foi a respeito da Vida. Pois, se todos temos uma fonte da Vida, e essa fonte é a mesma para todos, é una, será que a felicidade continua uma impossibilidade diante desta perspectiva? Talvez, olhando por esse ângulo, de que nossa essência é naturalmente feliz, e que a verdadeira felicidade não está nas coisas (como nos iPads que você mencionou) e sim em nosso interior, seria possível conectar-se com esta essência, esta verdadeira felicidade, a afim de levá-la consigo para todas as dinâmicas do mundo?

    Assim, tudo aquilo que você chamou de frustrações, provenientes deste mundo, apesar de continuarem fazendo parte de nossas rotinas, perderiam gradativamente seu significado. E da mesma forma, lidar com os medos e incertezas que o mundo nos oferece diariamente pode acontecer de maneira mais leve e tranquila. Mas é claro que isso exigiria um treinamento também diário e com completa dedicação.

    Enfim, sou muito grato pela reflexão que você me proporcionou nesta tarde. De verdade!
    Vamos manter contato e quem sabe até continuar esse assunto tão fundamental.

    Um grande beijo e boa tarde!

  175. DO MEU PONTO DE VISTA A TARJA “DEPENDENTE QUIMICO ” ESTÁ SENDO USDADA PARA MAQUEAR OS MILHERESM DE PLAYBOZINHOS QWUE FUMAN CHEIRAM E FAZEM UMA SÉRIE DE INCURSÕES PELO MUNDO DAS DROGAS- E QUE PARA MIM, NÃO PASSAM DE VICIADOS E Q

    • NÃO ME DEIXARTAM CONCLUIR O RACIOCINIO – E QUE OS PAIS MELINDRADOS NÃO QUEREM VER O NOME DA FAMILIA ULTRAJADA- TIVE VARIAS EXPERIENCIAS POIS CUIDEI DE VARIOS INTERNADOS CLASSE A – NO SANATÓRIO DE BOTAFOGO ONDE A DROGA ROLAVA POR DEBAIXO DOS PANOS NA HORA DA VISITA – E TEM MAIS UMA CERTA SOCIALYTE FALA EM ALTO E BOM SOM QUE A DROGA DELA E PURA E ELA NÃO PRECISA IR NO MORRO PARA ADQUIRILA- ENTÃO, QUE ME DIZEM ???? NÃO É FALSO PURITANISMO – FAÇAM-ME O FAVOR, FALEM SERIUS.

  176. IVONNE disse:

    Mma reflexão muito importante para todos os país.

  177. Perdão, mas a busca pela felicidade deveria, sim, ser um direito. É algo a se batalhar no Congresso, todos temos o direito à busca da felicidade, a nos realizarmos, a podermos demonstrar nosso potencial. Conflitos, angústias e superações são parte desse processo a que todos somos submetidos. Não vou pregar a complacência nem os gritos dos jovens, a quem acho que se deveria dar mais espaço num mundo onde o poder está na mão de septuagenários. Nada, claro, vem de graça e certamente o esforço é menos valorizado que o ‘dom’ numa sociedade como a brasileira – que foi escravocrata, onde o trabalho é visto como “coisa de pobre”, onde existe a expressão “coisa de pobre”. A Constituição Americana, que tem muito menos artigos que a brasileira, reconhece a busca da felicidade como legítima e de todos. Faz muito barulho aqui, ao falar dela. Não vamos tratar todos os nossos jovens como mimados e inconsequentes. Os mais velhos, esses talvez devessem parar um minuto e fazer um autoexame: possível que tenham sempre razão, apegados a suas certezas como são, tantas vezes distantes dos fatos?

  178. Simplesmente perfeito! A mais dura e simples realidade….parabéns pelo artigo!

  179. Maria da Conceição São José disse:

    Cada vez mais, os pais deixam os filhos menores decidiram o que querem,independente que a decisão esteja certa ou errada. Nunca houve tanta diversão com diversas coisas que os jovens mesmo de classe mais baixa também tem acesso,mas ao mesmo tempo nunca houve jovens tão infelizes e perdidos,sem nem uma espiritualidade,sem perspectiva,angustiados buscando prazeres naquilo que acham que é felicidade, prazeres momentâneo principalmente quando exigem algo dos pais que sacrificam seus projetos importantes para suprir a necessidade do filho mesmo se for por coisas desnecessárias.Esses jovens não receberam o não na hora certa,porque a maioria dos pais tem medo de dizer essa palavra por medo de magoá-los ou para suprir a falta de tempo de ouvir,dar carinho e atenção necessária ,que o filho precisa.Infelizmente é o que anda acontecendo,famílias desestruturadas, levando nossos jovens as drogas e criminalidades.

  180. Joni Sonza disse:

    Parabéns ELIANE BRUM, conseguiste traduzir muito bem o sentimento deste pai que procura viver o programa dos 12 passos há cerca de dezoito anos, e que tem um filho de 12 (e outro de quase 3), e que junto com a esposa procura, mas confesso sem muito sucesso, incentivar que ele se esforce em fazer as tarefas do dia-a-dia, em buscar por conta própria e ficar mais um dia sem a compulsão da satisfação do prazer pela compra. Não é uma tarefa fácil, aliás nem difícil, é muuuuuuito difícil. Além de ter que repetir as mesmas frases e até xingamentos todos os dias.
    Obrigado por me fazer perceber que não sou o único, se tiver, gostaria de participar de um grupo de autoajuda que pudesse me ajudar a me relacionar melhor com meu filho pre-adolescente afinal na minha experiência com a adicção, o bom está sendo realmente isso, conhecer pessoas que me ajudam a olhar menos o material e mais o espiritual. Só por hoje.
    AAbraço
    JS

  181. Ronelia do Carmo disse:

    Maravilhoso texto, realista e na minha opinião o fato dos jovens estarem tão sem direção quando a realidade do mundo chega é responsabilidade dos pais sim, mas também da sociedade ou melhor da farsa da sociedade que nós criamos e sustentamos e isto ocorre em todas as classes sociais.

  182. daniel disse:

    Nunca vi um texto tão lúcido sobre o que está acontecendo com essa geração. Especialmente a parcela da classe média! Quem trabalha com gente mais jovem vê exatamente essa postura. Gente preparada, que veio de boas escolas, domina idiomas, conhece o mundo “em viagens protegidas”. Mas a preguiça é realmente indômita. Eliane, felizmente é só uma parcela dessa geração. Tem muito jovem que por algum motivo entendeu que não tem de ficar choramingando e coloca tanta energia no trabalho e nos seus desejos que impressiona. Não é uma geração inteira. Essa é uma das muitas atitudes vistas hoje entre os jovens. Quero muito saber que outras faces essa juventude apresenta!

  183. Débora disse:

    É a mais pura realidade! Perfeito! Precisamos passar isso a nossos filhos!

  184. ana disse:

    muito sabia suas palavras, estava precisando disso obrigada!!!

  185. Celina Cunha disse:

    Parabéns!Meu pai q foi um grande educador me ensinou e eu passei p minha filha:
    “Para nós,seus pais,v é a menina mais linda do mundo.Mas sempre haverá outras mais bonitas.Para nós,v é a mais inteligente.Mas sempre haverá outras mais inteligentes.Isto acontecerá sempre em sua vida.Nós a educamos para amar as pessoas e dar o melhor de si.Não sentir inveja e aprender q todos nós temos nossas limitações.
    Um bom pensamento é este:
    “Não há mal q sempre dure nem bem q nunca se acabe”
    Acreditar em Deus torna a pessoa mais humilde e paradoxalmente mais segura de si.
    É isso aí! Para nós funcionou.
    Simples assim….
    Celina Cunha

  186. Maria Luiza Miranda de Barros disse:

    Parabéns!!! Sou educadora e mãe de dois filhos, hoje adultos. Como educadora percebo a angústia dos pais e filhos, ambos em busca dessa tal “felicidade”, um para garantí-la, o outro tentando encontrá-lacomo direito adquirido.

  187. Vinícius Sampaio disse:

    Mario Sergio Cortella traz à tona esta discussão. Ele a define, em tom muitíssimo bem-humorado, como a “despamonhalização” da sociedade. Ou seja, paramos de fazer pamonha (em família, colher o milho, limpar, fazer a pamonha, embalar, etc.), já a compramos pronta (há vídeos no youtube…). O jovem de hoje não vê o processo para aquilo que tem, acha que “ganhar dinheiro” tem seu sentido literal, simplesmente ganhar, sem trabalho, esforço, nada. Apesar de ser jovem (sou um garoto de 17 anos), sempre vi a luta de meus pais que, mesmo sendo da classe média, fizeram questão de me mostrar o valor do merecimento.

    Ótimo artigo! Parabéns!

  188. Rosane Thiel disse:

    Ótima reflexão!

  189. Selma disse:

    A questão é simples: Educação a gente aprende no berço, na Família… Formação acadêmica e e aprendizado, na escola… Só q a família, em sua grande maioria, acha q pagando, é dever da escola educar…. E por sua vez a escola, pensa q a família educa e no final nenhum dos dois cumprem seus papéis devidamente…
    Fui educada para saber q a gente deve ter sim a cabeça nas estrelas, mas os pés no chão….Meu Amado e Saudoso PAI me encheu de amor, carinha e afeto, mas tbm me ensinou q tem 2 direções na vida… Se seguirmos o lado certo, ótimo, mto bem! Mas se formos p lado errado, arque com as consequências dos seus atos! Minha Amada e Saudosa MÃE me ensinou a lutar pelos meus direitos em qq situação com coragem, garra e determinação para saber enfrentar a realidade da vida. Tive um ótimo equilíbrio na educação familiar….
    E hj em dia não se vê mais isso. Eu passo esses ensinamentos p meu FILHÃO q parece seguir…
    Tem pais q se preocupam mais com o acúmulo de riqueza e capital e nunca têm tempo p seus filhos, mas p reuniões sociais estão sempre prontos. Aí se esquecem q seu VERDADEIRO PATRIMÔNIO ESTÃ EM CASA- SEUS PRÓPRIOS FILHOS…. Por isso q essa geração está sem rumo e não sabe q estrada tomar….
    escrevo um livro q aborda esse tema: TER FILHO, SER MÃE!

  190. Rogerio Martins disse:

    Muito bom!!!

  191. Rogerio Martins disse:

    Pena que a maioria dos pais pensem diferente.

  192. Helio Borgato disse:

    SENSACIONAL…….. MUITO BOM E COM DISCERNIMENTO. é exatamente isso que penso.

  193. Claudio Alvarenga de Oliveira disse:

    O texto tem um lado bom, mas é extremamente fatalista, pois resume o sucesso na vida à relação entre pais e filhos. Isso é simplista e reducionista demais. Afinal, como a própria autora diz, a vida vai muito além das relações entre pais e filhos. Há também uma sociedade extra-familiar, que é fundamental na construção do “direito de todos à felicidade”. Realmente, esconder-se atrás da proteção familiar pode ser uma tragédia quando se tem que, enfim, enfrentar a realidade. Porém, o que autora se esquece, é que somos exatamente nós, “os realistas”, que construímos a nossa “realidade”. A saber: aquela que quisermos; mais justa, ou mais injusta, mais egoísta ou mais solidária, mais compreensiva ou mais violenta, mais igualitária ou mais tirana, e por aí a fora…

  194. Eliana disse:

    Gostei muito do texto e é realmente o que nós fazemos no nosso dia dia,damos o peixe mas não ensinamos a pescar.

  195. wilson vasconcelos disse:

    Pois é…. a realidade é o cemitério das ilusões!!!!

  196. marcilio bueno disse:

    ACHO QUE TUDO ISSO SE DEVE AO DIREITOS ENTRE ASPAS AOS DIREITOS QUE FORAM CRIADOS DA CRIANÇA E DOS ADOLECENTES ONDE ELES NÃO PODEM PRODUZIR NADA PORQUE NO NOSSO TEMPO SE PODERIA COMEÇAR A GANHAR SUSTENTO CEDO HOJE EM DIA SE OS PAIS MANDAM SEUS FILHOS TRABALHAREM E ESTUDAR A JUSTIÇA E A MIDIA DIZ QUE VOCE ESTA ESCRAVIZANDO O MESMO E OS PAIS DE HOJE NÃO PODE DAR UMAS PALMADAS PORQUE DIZEM QUE ESTÃO ESPACANDO OS FILHOS FORAM TIRADOS DOS PAIS O DIREITO DE SEREM PAIS VOCE DIZ FILHO NÃO BEBA PORQUE ISSO TE PREJUDICA E ELE VAI PRO COLEGIO OU PARA A UNIVERSIDADE E LA NA PORTA ESTA O MAIOR TRAFICANTE COM AS PORTAS ABERTAS ONDE SE VENDE UMA QUANTIDADE DE DROGAS LIBERADAS E A MAIORIA RINDO DE TUDO INCLUSIVE DOS PAIS COM SEUS CARRÕES QUE GANHOU PORQUE ENTROU NUMA FACULDADE DESCULPE MEU DESABAFO E ERROS.
    NÃO TENHO NIVEL SUPERIOR MÁS CONSEGUI GRAÇAS A DEUS DAR A ESTE PAÍS ATÉ AGORA UMA ADVOGA UMA FISIOTERAPEUTA UM ENGENHEIRO AGRONOMOUMA MEDICA E UM ARQUITETO E NUNCA DEI UM TENIS DE R$200.00 SE QUISEREM LUTEM POR ISSO

  197. Prof. Vasko disse:

    Aprendi muito cedo e sempre ensinei aos que se dispunham a ouvir-me que “A VIDA OFERECE MUITO MAIS ESPINHOS DO QUE FLORES”.

  198. Henrique Mori disse:

    Simplesmente uma verdade, que há muito tempo não encontrava para leitura.

  199. LI NESTE MOMENTO, GOSTARIA DE DAR UMA RESPOSTA OU FAZER UMA OU MAIS PERGUNTAS, MAS FIQUEI ABALADA COM O QUE LI, MAIS TARDE VOLTO, COMPARTILHEI DE AMIGOS NO FACE, ESTOU PASSANDO POR MOMENTOS DE PERGUNTAS E RESPOSTAS, MAS….. MAIS TARDE

  200. Claudia disse:

    Muito bom!!! Compartilhei, mas é uma pena que as pessoas tenham uma pressa tão grande de viver que não possam gastar um minutinho para ler o texto.

  201. Mauro disse:

    Pode ser verdade, mas não è a regra

  202. Solange Vegi Morici disse:

    Gostei do artigo, mas eu diria que a não felicidade hoje se deve mais pelo fato das pessoas procurarem a felicidade nas coisas externas e não dentro delas. Segurança, felicidade, amor hoje estão com valores distorcidos, a sociedade acredita que as coisas externas é que vão trazer tudo isso, e é por isso que dão de tudo a seus filhos, se matam de trabalhar e não tem tempo de conversar com os filhos. É pelo fato das pessoas procurarem os prazeres externarmente (fora delas) é que todas essas medidas que os pais vem tomando na ânsia de fazer seus filhos felizes vão falhar sempre, por mais poder aquisitivo que a pessoa tenha. É por isso que a felicidade é uma coisa que parece ser ilusão…

  203. Jorge disse:

    Depois de ler estas palavras que até arrepiaram pêlos que eu nem sabia que tinha, não posso de deixar de dizer: MUITO OBRIGADO por esta palavras verdadeiras! A realidade é esta, doa a quem doer e continuar na ilusão só vai piorar tudo. Está na hora de acordar minha gente.

  204. Silvia Regina disse:

    Parabéns pelo texto, vejo muito isso nos jovens de hj mesmo.

  205. Guilherme Moreira disse:

    Um dos textos mais geniais que já li na minha vida.

  206. Beatriz disse:

    Olá Eliane,

    Sou uma jovem de 19 anos e me identifiquei muito com seu texto. Me sinto exatamente como você descreveu. Meu pai me criou exatamente dessa maneira, como se eu fosse tão boa que o sucesso já me pertencia. Agora ele me deu uma pequena empresa e tenho enfrentado muitos desafios e decepções e isso me deixa tão triste, o que não deveria acontecer, pois isso faz parte da vida, não é? Seu texto me ajudou a compreender muitas coisas e instigou-me à reflexão. Obrigada!

  207. Neusa Braga disse:

    é a coisa mais linda e real que ja li.

  208. regina masako disse:

    Infelizmente é a pura realidade. Vamos torcer p/melhor, a futura geração.

  209. carlos sousa días disse:

    Minha amiga você não sabe um cu, é o que me apetece lhe dizer.

  210. Fátima Augusto disse:

    Gostei muito do texto, da reflexão, tão presente também no meu dia-a-dia…

  211. carlos sousa días disse:

    E está só à procura de de chamar a atenção com este texto. A geração que a senhor fala já se mandou toda para fora deste aldeia que é Portugal, espero bem que consiga ter dinheiro para a sua reforma

  212. Louise Lourenço Rodrigues disse:

    FANTÁSTICO !!!! Há muito tempo eu não lia algo tão verdadeiro e real !!!

  213. Ana Cely Soares Figueiredo Góes disse:

    Ótimo texto para reflexão !

  214. Mariângela Petrosino disse:

    Maravilhoso texto. Parabéns!

  215. Patricia disse:

    Maravilhoso!

  216. Junara Melo disse:

    Gostaria que algumas amigas minhas lessem este artigo. Parabéns.

  217. rafael adorno disse:

    Excelente!!! Excelente mesmo! Acho que preciso ler mais duas vezes para organizar melhor minha reflexão! Mas de qualquer maneira, obrigado pela reflexão! Agora, vou almoçar com meu pai e agradecer a parte do “Te vira, meu filho. Você sempre poderá contar comigo, mas essa briga é tua”. que ele me falou há quatro anos!

  218. maristela disse:

    E como é verdade… só lamento que esta consciência apareça quando os filhos já estão na adolescência… e ai? falhei sim! mas, e agora? algo ainda pode ser feito?

  219. Hedy Scheffer Silvado disse:

    Excelente!
    Parabéns!
    abs
    Hedy

  220. Elton Fontela disse:

    É a mais pura verdade, muita bom

  221. Mariane Fatuch disse:

    PERFEITO!!!!!

  222. sueli briani disse:

    Há anos tenho ponderado sem chegar a uma conclusão sobre o comportamento dos jovens de hoje e a respeito do que será do futuro deles (e nosso também) Tenho 57 anos, fui mãe já com quarenta e a diferença de idade entre mim e meus filhos já é um obstáculo a ser superado mas nunca deixei me intimidar pela quase prepotência que acompanha os adolescentes, sempre se “achando” e menosprezando não só os seus da mesma geração mas muito também os mais velhos. Sempre procurei mostrar a meus filhos que apesar de poder dar-lhes algum conforto e facilidade, enfocando que a escola melhor não era porque eu esbanjo dinheiro mas sim para que eles estejam bem preparados para vida profissional. Que devem valorizar tudo o que tem, a começar pela familia, amigos, professores e pela própria vida quando muitos não tem nem essa possibilidade. Agora, lendo seu artigo, percebo onde está o erro da maioria dos pais que pensam que tem a obrigação de dar o peixe e não de ensinar a pescar. Espero que muitos pais leiam e entendam que os filhos devem ser orientados a aprender a viver e não só desfrutar o que puderem de mão beijada. Amei seu texto. Por favor, publique mais.

  223. Renato Lima Pinto disse:

    Bom
    Gostaria de dizer que o texto “Meu filho não merece nada é simplesmente espetacular. Me sinto ele como um todo. Foi muito lê-lo. Muito obrigado. A Paz

  224. LG disse:

    Belíssima explanação e reflexão!

  225. Sandra Alves disse:

    Parabéns, muito bom e foi bom prá mim como mãe não cair nesta cilada da felicidade permanente ou de direito.

  226. Edna Narcizo Silva Muniz disse:

    Eliane Brum ..Meus Parabéns pela aula que vc deu..nestas declarações..Sobre Filhos e Pais..Te confesso que me fez muito Bem..!!E explico porque..!!Sou mãe de quatro filhos..dois homens e duas mulhres.Eduquei com meus valores e princípios..!!Mas te digo que foi muito difícil…Porque educar dá muito trabalho..!!Você pensa que sera agradecida…Mas é o contrário ..A gente fica marcada para o resto da vida…por ter posto limites,por dizer Não,por não ser Permissiva..etc..etc!!Hoje tenho 76 anos..tenho filho com 54 anos..Os quatro tem profissões liberais,três são médicos..e uma é odontologa e advogada…!Agora me pergunta se eu tenho filhos Amigos…se eles nos deram a reciprocidade..??Sequer me telefonam..!!ou pergunta como estou de saúde..!!Ajuda financeira…nem pensar…!!Só pensam Neles próprios e em suas famílias que constituiram…!!E tudo isso ainda porque estudaram em universidades particulares…!!Honestamente me desiludi..!!Sempre digo Só Servi de Escada..!!Quando tds Subiram Jogaram a Escada no Lixo…!!Portanto sua crônica serviu para que eu descobrisse…!!Fui e me deixei Usar..!!Parabéns ..vc é Demais conhece tudo de Família..!

  227. Jorge Martins do Prado disse:

    Isso não é um projeto…é uma imposição da Fifa, que comprou do Lula, a soberania de nosso pais, em troca de o Brasil sediar a copa do mundo.

  228. Edna Narcizo Silva Muniz disse:

    PS.Não Quero que este desabafo seja Publicado !!Não quero criar intrigas na Família..!!

  229. jucelia disse:

    Dopu graças pelos pais que tive e principalmente pela minha mãe, que me ensinou alutar desde pequena, pois qando tive que enfrentar situaçoóes adversas, busquei no exemplo a fórmula pra vencer!Hoje damos tudo prara nossos filhos e eles não tem a capacidade de ir em busca da própria felicidade e conquistar seu espaço.Como erramos quando damos tudo…

  230. Dalva F. da Silva disse:

    Excelente análise. Essa é a realidade de muitos jovens de agora e de outros tempos também. Cobrança não causa trauma em ninguém.

  231. André ambrogini barroquello disse:

    Essa senhora não deve ser mãe, demonstra ser uma pessoa frustrada que sempre só se dedicou ao trabalho e não se conforma do mundo ser diferente dela…..

    • sandra brito disse:

      este sr nao deve ser pai, demonstra ser uma pessoa frustrada que sempre so se dedicou ao trabalho e nao se conforma do mundo ser diferente dele…

  232. Isabel Carlos disse:

    Adorei o texto ‘Meu filho, você não merece nada.’ Parabéns a Eliane Brum! Quem dera todos os pais tivessem a oportunidade de ler, refletir e ter a sabedoria de mudar seu comportamento!

  233. Markus disse:

    Ótimo texto. Não tenho filhos, mas sou um. E agradeço todos os dias hoje por cada “não” que ouvi no passado de minha mãe e da vida. É como você mesmo disse: Viver é para os insistentes.

  234. AnaSampaio disse:

    Não tenho filhos,mas esta é minha bandeira vendo todos os filhos dos meus amigos neste contexto

  235. Waldir Rocha D'Angelis disse:

    Magnífico texto. Eliane Brum me pareceu mais que uma profissional competente, uma pessoa iluminada. Parabéns

  236. jose carlos disse:

    Perfeito! Nada mais a dizer.

  237. tatiana nef disse:

    Adorei mas como vivo no Chile farei um resumo e o tradizirei ao espanhol. Alerta algo q ja havia notado. Obrogada pelo tempo dedicado a educar.
    Felidades pela excelente informacao.

  238. Francismara Basso disse:

    Excelente análise , feita de forma clara , humana e inteligente!

  239. orlando disse:

    É o que muitos pais deveriam entender,que dar tudo não é ser bom . tem que ensinar a pescar na vida real,doa como doer só na prática pode valer. filho não é bichinho de estimação mas seres que precisam de preparo p/ a vida com
    corrida.

  240. OZANETE FAUSTINO SOARES disse:

    DRa.ELANE BRUM,
    LI SUA MENSAGEM CHORANDO. SOU UMA MULHER DOENTE, INFARTADA E DIABETICA MT2 – SINTO DORES NAS PERNAS ACERCA DE 5 ANOS. MEUS FILHOS VIVEM BEM, MAIS MIM MALTRATAM MUITO. TENHO 50 ANOS. ULTIMAMENTE TENHO ATE PENSADO EM SUICIDIO.Ñ BEBO, Ñ USO DROGAS – POREM, SOU FUMANTE. SOU FUNCIONARIA FEDERAL APOSENTADA POR INVALIDEZ PQ INFARTEI DENTRO DA UFPB – UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAIBA. SOU VIUVA DE EX-VEREADOR E PROCURADOR DA CAMARA MUNICIPAL DOS VEREADORES DE JOÃO PESSOA-PB – ALEM DAS MINHAS DUAS PENSÕES, RECEBO MINHA APOSENTADORIA. MEUS FILHOS, QUEREM A TODO CUSTO TOMAR MEUS PROVENTOS. ELES SO MIM ABRAÇAM QUANDO SE APROXIMA OS DIAS DE RECEBER MEUS PROVENTOS. ESTA ALAMEDA E UM PENSIONADO. ESE FOR, MANDE-ME INFORMAR OS VALORES QUE IREI MORAR AI.
    OBRIGADA,

    OZANETE FAUSTINO SOARES

  241. Eduardo disse:

    A Felicidade não é um direito, pois não pode ser dada nem comprada.
    A Felicidade é uma escolha. Nada tem a ver com não ser contrariado ou não sofrer repreensão. Pelo contrário, felizes são os que ouviram um não de seus pais pois saberão valorizar o sim e também dizer não. Felizes os que foram repreendidos, porque tiveram a oportunidade de mudar de direção e não focar a vida em si mesmos.
    Entendo O conteúdo e as intenções do texto, mas acredito que a palavra felicidade foi associada a conceitos que pouco a representam, sendo então usada de forma equivocada.

  242. Natalia NF disse:

    Excelente artigo! Parabéns!! Como professora e educadora encaro sempre o desafio de mostrar que a vida não é feita somente de conquistas! Porém, quando há um reprovação, os alunos não encaram isso como um desafio, não insistem e não reconhecem suas fragilidades.

  243. MANUEL LUIS MARTINS DE ARAUJO disse:

    DEUS ABÊNÇOE, ACHEI MUITO INTERESSANTE; QUEIRA DEUS QUE POSSA SERVIR;PARA MUITOS; MODIFICAREM SEUS HÁBITOS; E CREREM QUE DEUS TUDO FEZ BEM FEITO, E QUE O HOMEM/ e MULHER, TEM QUE SE ESFORÇAR; POIS E L E DISSE PARA JOSUÉ; ESFORÇA~- E EU TE AJUDAREI,,,,,,,,, E NÂO TE DESVIES NEM PARA A DIREITA NEM PARA A ESQUERDA, da LEI que EU dei para MOISÉS´,……………………………………………………………..ESFORCÊMO – NOS PARA LER AS ESCRITURAS,,, Tudo que Precizar-mos NELAS, encontraremos, , Não esqueçamos a condição, EXIGIDA,,,,,,,,,,,,,, UM ABRAÇO…….

  244. Margarida disse:

    Excelente, excelente artigo. Nota máxima para esta abordagem.

  245. Marlene Pitarello disse:

    Muito profunda e importante sua reflexão…obrigada

  246. Ivan de Santana disse:

    Texto bem escrito e de fácil compreensão. Parabéns . Todos precisam repensar nesta nova realidade, especialmente quem estiver com filhos pequenos e/ou adolescente. Acredito apenas que no ultimo paragrafo tenha sido escrito por engano, falta e não farta, Ou estou enganado ?

  247. MARCELO POMPONI disse:

    FANTÁSTICO TEXTO…..EXPRESSA BEM O QUE É A VIDA, PELO MENOS DAQUELES QUE VIVEM A REALIDADE E NÃO SE ENGANAM NA REALIDADE DA MESMA.

  248. Mauro Sergio Aiello disse:

    Gostei do texto. Parabéns.

  249. Américo Costa disse:

    Olhem eu vou passar apenas a minha experiência como pai, avô de uma pessoa viajada e conhecedora de quase todas as culturas e países mundão afora, que educou dois filhos responsáveis que hoje também já são pais com 26 e 29 anos.
    Culpados, existem apenas alguns, algumas instituições que têm banalizado os costumes e as tradições em prol de avanços científicos, psicológicos, etc, e a maioria por culpa dos pais e familiares que se esqueceram, muitos, de onde vieram e como foram educados e acreditam que dando tudo aos filhos conseguem preencher o vazio que lhes deixam todos os dias, pelo trabalho pela concorrência pelo desespero de serem os próximos CEO, etc. Está tudo errado, senhores educadores, voltem ao passado, não a idade da pedra, mas ao tempo, talvez de vossos pais e avós e vejam como se educava com respeito, eu falei respeito e responsabilidade. Hoje isso não existe mais, hoje os pais compram tudo, não permitam que os filhinhos se machuquem, dão-lhes desde babás, até as melhores escolas, carros, pois os filhinhos não podem andar de ônibus, é perigoso. Tudo errado! Não acreditem mais em ONGs, filosofias e psicologias de porta de cadeia. Precisamos retornar, se quisermos resolver todas estas questões. Primeiro eduque o seu filho como seu filho e não como seu amigo, colega ou neném. Segundo, exija dele responsabilidades e atividades, para que ele cresça sabendo que a vida custa a todos, inclusive a ele. Faça ele fazer a cama, lavar o prato que comeu, cumprimentar a todos e principalmente ensine que criança é criança e adulto é adulto, não existem mudanças. Não permita que seu filho namore aos 10, 12, 15, que durma em casa de outra pessoa, ou seja liberdade é boa, mas só quando for adulto! É assim que se educa um cidadão e uma pessoa preparada e responsável para assumir responsabilidades e desafios. Caso contrário você está criando mais um marginal, e você é o responsável. por isso. Oh, não preciso de mestrado ou doutorado em nada para ensinar como educar uma criança! Outra coisa, pare de se sentir culpado, por que não deu o que o menino quer, o Ipod, o Ipad, isso é errado, dê a ele apenas as ferramentas necessárias para crescer, AMOR e RESPONSABILIDADE com firmeza. Se fizer você será um legitimo pai, se não o fizer será apenas mais um que não fez nada e ainda por cima colocou mais um vagabundo e marginal na sociedade!
    mais uma vez, ser pai não é ser amigo ou colega, é ser responsável e colaborador por um filho responsável e digno. Não abra mão de suas convicções em prol de modernismos, isto de nada serve, só serve para Estatísticas e para alguns bandos de desempregados e frustrados que precisam de um encosto ou de um emprego de alguma ONG.

  250. Edila Emilia Mirando Porto de Oliveira disse:

    Este texto é fantâstico,estávamos precisando de uma verdade tão lúcida,tive uma filha única a qual proporcionei todo conforto,mas sempre mostrando a realidade da vida,qdo veio a adversidade ela enfrentou,deu a volta por cima e cumpriu o seu papel,mais uma vez quero dar parabéns a autora por este alerta pros pais,ainda ha tempo para reconhecer o equívoco.

  251. Renato disse:

    Tem que colocar essa molecada para ralar peito

  252. regina soares disse:

    As relações de hoje são fruto do desequilíbrio, no qual também os pais foram educados. Por terem sofrido o que hoje, para nós são “maus tratos físicos, castigos e rigidez” de seus pais – que também tiveram de seus pais, por motivos diversos como a luta de classes, as guerras, a falta de aceitação da diversidade entre outros,pretendem dar uma educação diferente aos seus filhos, para não os verem passar pelo que eles passaram. E cria-se um novo desequilíbrio. O difícil é viver dentro da velha sabedoria: “nem tanto ao mar,nem tanto a terra”.

  253. Tulio Marin disse:

    Parabéns pelo texto !

  254. Muito bom..

    Eu sou esse filho retratado no texto em epígrafe, e confesso que tenho medo, medo da incerteza da vida.
    Larguei o curso de Direito no 5º período, e não sei em qual curso ingressar. Sei que o tempo esta passando e tenho medo de ficar pra trás, o que só aumenta a pressão.
    De qualquer maneira, queria agradecer pelo texto.
    A reflexão é angustiante, mas é necessária.

  255. Excelente artigo. Parabéns!

  256. Carolina disse:

    Amei…. vou traduzir cada pedacinho pro italiano e fazer minha sogra ler…
    Infelizmente os pais tem banalizado o verdadeiro significado da vida, pela praticidade de nao ter que educar! Triste.
    Otima reflexao!

  257. Gabriel disse:

    Tem muita coisa pra se filosofar sobre isso. Concordo com tudo que foi dito e surpreenda-se! Tenho 14 anos. Eu também fui criado na base da felicidade, mas de uma forma um pouco diferente. Minha mãe me cortava tudo com muita frequência. Quando eu era mais novo ela era muito severa comigo mas eu sempre tive muita facilidade para lidar com meus problemas. Ela também não conversava sobre algumas coisas da vida com frequência e meu pai sempre foi ausente (mas valioso). Hoje eu com 14 anos tenho algumas dificuldades que vou aprendendo a superar (notas baixas que eu tenho que encarar sempre com o objetivo de escapar de uma recuperação) aos poucos. Mas vem sempre a questão: “Eu não tinha essas dificuldades antes e agora eu tenho que sair do meu videogame pra encará-las”. Quando vejo minhas irmãs (de 10 e 4 anos) sempre com seus tablets e sendo mimadas (a criança fala “eu quero” e o pai fala “toma”) eu fico apreensivo quanto ao futuro delas. “Será que elas vão ter a mesma dificuldade que eu tenho hoje, ou vai ser pior? Quais serão os problemas que elas irão enfrentar?”

  258. Daniel disse:

    Excelente.

  259. Jeane Tennenbaum disse:

    Muito bom o seu texto, eu como mãe procurei e procuro mostrar a vida como ela realmente é boa de viver, as vezes cruel, mas dessa crueldade é que aprendemos a viver melhor. Meus filhos lutam e buscam o que desejam, estou por perto torcendo muito por eles, como fiz em varias competições esportivas, as quais mostraram que para realizar suas conquistas/vitórias tinham de treinar, se preparem muito e que tinham nosso apoio, mas dependia exclusivamente do interesse e determinação deles. Amo meus 3 filhos, e com orgulho posso dizer que os ensinei a viver, e que já estão ensinando meus netos a viverem e serem felizes.
    Mais uma vez Parabéns pelas suas belas palavras.
    Seja FELIZ, VIVA FELIZ.

  260. josias zanco disse:

    Belo artigo, recheado de verdades que cairam como uma luva para a minha familia. Este artigo deveria ser um protocolo para a criação dos filhos. Estou falando como pai, não dei tudo de bens materiais para meu filho porque não tinha. Mas faltou dar à ele outras jóias, outros valores, que nós nós não damos, mais valioso que o ouro e a prata. Erramos, mas ainda há tempo. Vamos concertar.
    Parabéns.

  261. Joyce H. Ferreira disse:

    Estou adorando seus comentários,pois compartilho da mesma opinião quanto à educação dos filhos.

  262. Silvio disse:

    Tenho um bom salário, um ótimo emprego e vim bem de baixo, ganhava menos de meio salário minino e sai de casa aos 16 anos, mas fiz três faculdades e não estou criando minha filha quase da mesma forma que fui criado: cheio de desafios todos os dias, sendo criticado e testado todos os dias, pois acho sinceramente que me tornei uma pessoa honesta e trabalhadora capaz de contornar problemas que surgem todos os dias, seja no campo profissional, seja no campo pessoal ou emocional. preparo minha filha para o mundo e não o mundo para minha filha, sei que as vezes ela deve me odiar, mas não ligo porque também odiava meu pai e hoje sei que mesmo sem saber ou entender o que estava fazendo ele me tornou um homem capaz de viver e andar sozinho com várias habilidades (algumas consideradas perdidas hoje em dia) adquiridas na labuta. quando minha filha tiver minha idade sei que vai me agradecer e se não compreender, paciência, por que pelo menos saberei que estará bem e saberá se virar sozinha caso eu não possa ajudá-la ou que eu morra.

  263. Rosângela disse:

    Maravilhoso,
    Sou professora e vivo com crianças que não sabem o que é um fracasso, infelicidade ou esforço.
    Resultado disso?? Traumas e problemas psicológicos. Crianças que precisam de atenção e de um passar a mão na cabeça, mesmo quando estão erradas e a punição nunca vem dos pais. Nem tampouco de um professor. Então vem de quem?? Essas crianças não sabem o que é limite, têm preguiça e acham que tudo vem com facilidade.

  264. “Crescer é compreender que o fato de a vida ser falta não a torna menor.” Nessa frase, no lugar da palavra falta, não seria a palavra falha? Parabéns pela matéria, li-o junto com minha filha, fizemos um bom estudo.
    Grata.
    Cristina e Fabrícia (mãe e filha)

  265. Francisca Marchioli disse:

    Agradeço pela informação. Deus os abençoe!

  266. Lindiara disse:

    Muito bom! A falta de “Te vira, meu filho. Você sempre poderá contar comigo, mas essa briga é tua” está privando jovens de suas próprias conquistas. E, para um cara que se acha um M…. a droga é uma fuga e tanto….

  267. carlos disse:

    notório é o fato, que muitos pais delegaram às escolas em especial aos professores função dos quando de orientar os filhos no que tange a educação de berço trato com o próximo e o respeito com o alheio,porém,não orientaram os filhos sobre esta delegação. e na sua ausência física e intelectual compensam os filhos com mimos tecnológicos e consumistas numa sociedade que valoriza o ter em detrimento do ser.
    observa-se a respeito da educação escolar. (sem generalizar), que os filhos da considerada classe media tem o ensino fundamental e médio de qualidade em colégio particular para disputar uma vaga em faculdade gratuita.
    enquanto os das filhos das classes (d).(e) estudam em escolas publicas com baixa qualidade( sem generalizar),para depois cursarem uma faculdade particular muitas vezes com qualidade duvidosa mais uma vez (sem generalizar). indiferente da escola o destaque entre um aluno e outro e o esforço de cada um
    um dia minha filha perguntou. o que vou ser quando crescer,e eu respondi, independente de sua profissão escolhida, o importante é que ela fosse feliz, pois, a escolha que fizer será a melhor e mais acertada para o momento que você estiver vivendo,e não se preocupasse, se, com o tempo descobrisse,ter feito a escolha errada porque, ela terá a vida inteira para fazer novas escolhas ,
    costumo dizer que ao fazer algo devemos dar o nosso melhor sob pena de não poder reparar o dano causado pelo descaso. isso vale para o trabalho, família, quando perguntado sobre o que deixaria aos meus filhos, respondi deixarei como herança educação. quem mais estudar terá mais herança, ou seja, a cada um, será dado, o quinhão à medida do seu do seu próprio esforço,
    filhos não vem com manual de instrução, não queiramos fazer deles pessoas como nós, pois cada um tem sua própria personalidade precisam ser orientados e principalmente amados e respeitados na sua individualidade,vamos pecar pela ação e não pela omissão

  268. Renato Gigliotti disse:

    O pior de tudo é que algumas escolas acompanham isso de forma leviana, pois acabam fortalecendo mais esse desequilíbrio gerando forte desmotivação dos profissionais do setor que não podem mais exercer seu papel original de educadores.

    Hoje em dia não se pode mais contrariar os “filhinhos” e tampouco os “papaizinhos” que pagam a escola. Na verdade escolas mercenárias, pais omissos e negligentes que são dominados pelos próprios monstros que estão criando.

    Tenho pena dessa raça, pois vão colher os frutos tortos que estão plantando… e sofrer o dobro por ver isso !!!

  269. Alexandre Moraes disse:

    Isso só faz sentido por que nossa sociedade (sistema) possui paradigmas de escassez, por isso temos a crença de que o trabalho, esforço, competitividade, persistência, diferencial competitivo entre outros, são positivos, pois esses comportamentos PODEM efetivamente elevar o status quo através do acumulo financeiro.

    O problema não está em achar que é merecedor de felicidade sem esforço. O problema é o paradigma social.

    Se pensarmos que temos tecnologia e conhecimento suficientes para gerar abundancia e automatizar a produção e distribuição, com uma economia baseada em recursos, não teríamos mais que nos prender a esses comportamentos (que para o planeta como um todo é destrutivo) e poderíamos alcançar um patamar totalmente auto-sustentável sem a necessidade de trabalhar por dinheiro.
    Nossos desejos mudariam radicalmente e não haveria mais razão de buscar por um status quo.
    Não precisaríamos mais de dinheiro e por consequência muitos dos problemas sociais seriam resolvidos.
    Seriamos todos verdadeiramente felizes.

    Esse desejo apenas mostra que o ser humano está acordando para uma nova realidade, mostra que os valores atuais são obsoletos e antecede uma evolução global que está muito próxima.

  270. Parabéns pela lucidez do texto. Temos hoje pálida educação. E cada dia aumenta o desespero, pois pais criados só para felicidade entram em parafuso com as primeiras necessidades de seus filhos.

  271. Sebastião Gomes da Silva disse:

    O melhor texto que li nos últimos anos… parabéns!

  272. Paulo Goya disse:

    E caríssima Eliane também se esqueceram de ensinar que viver em sociedade não é ter também papai e mamãe. Resumo em uma frase neste país se vota para eleger um pai ou uma mãe. Quando se fala de uma vida também, a gente tira com uma bala na cabeça para tocar em assuntos policiais da moda. obrigado pelo texto.

  273. walber lima disse:

    Escrever e ler é igual fazer uma comida ou uma sobremessa gostosa. Nao tem só que misturar os ingredientes tem que ter sabor, despertar aquele gostinho de quero mais.
    há 32 minutos · Curtir

    Walber Lima O que a Eliana fez aqui foi isso. Juntou os ingredientes(palavras) e nos deu uma(depois de interpretado) receita de ensinamento prático da vida real. Primeira vez que li com um pouco de conteudo o resumo das 11 regras de Bill Gates sobre o que as escolas nao ensinam. Só que aqui nao abrange só as escolas,porém,todo o universo de crescimento e formacao de um ser. u ru valeu muito bom massa parabens vc arrebentou. Muito obrigado.

  274. walber lima disse:

    Depois de ler mais de uma vez observei que estava lendo muito rápido. Então decidi ler mais devagar e degustar cada ponto e cada paragrafo. Se este assunto te interessa faca o mesmo que eu fiz. Deguste,reflita e entenda o que esta por tras das palavras.M uito legal

  275. creusa disse:

    Excelente texto! Parabéns! Estamos impotentes (pais) diante dessa geração de filhos, pois queremos “livrá-los” de todo mal e é ai que nós erramos.

  276. Carlos Alberto Orsini disse:

    Sei não, como tudo na educação de filhos é muito complexo, mas me parece que o texto é parte do reconhecimento da “ditadura do relativismo” apregoada por Joseph Ratzinger que hoje é mandatória no mundo, infelizmente; promotora do consumismo, do prazer acima de tudo e da obrigatoriedade da felicidade (o problema não é a felicidade e sim a obrigatoriedade!). Se não me sinto feliz, falhei! Existem coisas maiores, infinitamente maiores e, aí é que pega, que são eternas e imortais. Nós, como gente, somos muito pequeninhos, mas como pessoa somos grandes e estamos destinados a essa imortalidade. Bem que a Eliane poderia ampliar esse texto para não deixá-lo como na beira de um precipício, sem orientações de correção de rumo – alias, confirmando a bendita ditadura do relativismo, cada um fazendo o seu, o que acha que é o SEU CERTO! (gastei mais tempo pensando agora se apertava o “ENTER” no teclado do que escrevendo o texto)

  277. jose luis disse:

    Perfeito

  278. Veralucia Cardoso Ciccarelli disse:

    Que artigo verdadeiro, atual e maravilhoso.

    Tomara que ainda possamos acordar e melhorar o mundo.

  279. Gustavo Cezar do Amaral Kruschewsky disse:

    Esse lindo texto de Eliane Brum demonstra uma realidade quase que absoluta na sociedade brasileira mormente das classes B e C do século 21, porque a classe C em diante não vive, infelizmente vegeta! Muitos de nós que nascemos no século 20 tivemos uma criação em que nossos pais só tiveram obrigação (monetária) na nossa educação sistemática até o término do nosso 2.º grau (hoje a denominação é Ensino Médio). Muitos pais de antigamente diziam: “à partir de agora vocês se virem, quem quiser que faça sua faculdade, nossa obrigação termina por aqui”. Muitas pessoas geraram os próprios recursos para continuar arcando com os estudos superiores. Tornaram-se, alguns com pós-graduação, professores, psicopedagogos, advogados, empresários, contadores, vendedores, escritores, engenheiros, médicos, psicólogos etc. Ora, pelo fato de não se ter mais o espeque financeiro dos pais nunca deixaram de lutar, até porque já tinham alojados nos nossos espíritos os brilhantes ensinamentos dos pais, ou sejam: “Continuem lutando! A vida é uma luta! Sempre será! Não desanimem! A realidade de vocês é outra! Descubram-se! Alguns pais até diziam: ” a nossa função agora é colocar o time pra jogar e verificar a atuação de cada um”. Daí tentar ajudar no que puder! Mas, vocês doravante são responsáveis pelos seus atos! Um dia nós iremos e vocês ficarão e seus filhos lhes substituirão! A vida é assim! À partir de agora a “brincadeira” acabou, vocês são “maiores de idade” e mesmo lutando ficarão sem atingir muita coisa! Preparem-se porque a sociedade irá sempre lhes cobrar muito trabalho, muito esforço, adquirir muito conhecimento e poder! Cuidado, tudo isso pode gerar uma pseudo felicidade! Infelizmente nós vivemos o mundo da opressão política, da disputa, da vingança, da inveja, do massacre público que deságua no desamor!
    Buscar Deus é uma boa solução, sem impaciência, sem exaltação e que não adira ao Todo Poderoso de forma cega, pensando que a “teoria” religiosa a qual abraçou é a única verdadeira.
    Portanto, é preciso seguir o exemplo dos pais de antigamente e colocar a nova geração pra tomar suas próprias decisões e resolver os seu próprios problemas no momento certo, utilizando a educação como base de tudo e ao mesmo tempo mostrando que cada um deve construir o seu caminho.

  280. FRANCISCO JOSE GUIMARAES LIMA disse:

    Muito, mais muito bem. Esses jovens precisam trabalhar, sonhar e ter objetivos.

  281. Lucas Teles disse:

    Olá Eliane Brum. Texto perfeito. Faço das suas palavras as minhas. De fato, grande parte dos pais que compõem a classe média vieram de uma origem mais humilde e lutaram muito para ascenderem socialmente. O problema é que muitas vezes tentam eliminar os sofrimentos, as privações e os desconforto (que tiveram por anos) da vida de seus filhos. Assim criam uma realidade virtual, uma existência paralela. A consequência são jovens adultos que não têm traquejo para lidar com o mundo real que está repleto de frustrações, sofrimentos, fracassos, privações, etc, etc. Como diz Jonas Costa, “o aço é forjado pelo fogo”.

  282. Alessandra C. M. do Amaral disse:

    Amei esta matéria! Muito útil, principalmente porque, p/ mim, chegou em boa hora. Tenho um casal de filhos (Felipe com 7 anos e Maria Eduarda com 4). Parabéns !!!! Sucesso sempre!

  283. Joyci Pssoa disse:

    muito bom!!!!!! para uma boa reflexão sobre a educação de minhas filhas…..

  284. val vieira disse:

    Parabéns pelo texto maravilhoso!!!

  285. José Luiz Kessler disse:

    Parabéns Eliane Brum! Seu texto exprime muito bem o enorme desafio que é enfrentar nossos problemas e ensinar aos nossos jovens que vida é luta, é garra e que a alegria está atrelada as pequenas conquistas de cada novo dia.

  286. André Wolf disse:

    Primeiro, parabéns pelo seu texto. Mas quando li ao final me perguntei e os filhos dos filhos, como irão ser?
    Será que agora estes filhos “mimados” vão crescer, se multiplicar, criando filhos mais mimados, ou vai acontecer algo reverso, com um pai mimado, o filho terá que se virar, pois seu pai estará chorando por não ter conseguido a promoção que foi conquistado por outro com mais esforço, mas que ele achava que merecia.

  287. Silvani disse:

    Acredito que a pulsão de morte(que nos faz ver o lado ruim da vida) além de inata, ela vem numa proporção infinitamente maior que a pulsão de vida , por isso acho desnecessário estimulá-la, já que desde cedo nas relações sociais, desde a inserção escolar, ensinam e dão uma visam boa de como a vida funciona e como ela será difícil.

  288. Camila Neves disse:

    Incrivel esse texto!! Muito bem escrito, e diz muita coisa que ninguem tem coragem de dizer. Parabens.

  289. Fernando Stoffels disse:

    Eu sempre fico pensando quanto esta coisa de ser morto e ressuscitar por haver conquistado créditos anteriores, própria da maioria dos vídeo games, condiciona hábitos. Fico imaginando um legislador saído desta educação, votando a remoção de uma favela ou o bolsa escola… Ou, então, num guri botando fogo em mendigos, pensando-os como seres virtuais, distantes, como seres sem humanidade…

  290. hoje ha uma grande inversão de valores, valemos pelo que temos e não pelo que somos, é desesperador como mãe, orientar os filhos nos dias atuais, como leiga no assunto academico, achei o texto muito claro e esclarecedor, obrigada.

  291. Roberta disse:

    Perfeito !!!!!!!!!!!!!!!!!!! a mais pura verdade sobre nós descortinada nesse texto, Parabéns

  292. Muita gente devia ler esse texto. Parabéns.

  293. Juarez Honorato Martins disse:

    Na verdade a felicidade não é um direito, mas sim uma conquista individual(com muito suor e persistência).

  294. Maria Regina disse:

    A vida realmente não prepara o jovem para as frustações. Não sabe recomeçar….
    Exerci o magistério em uma época em que os jovens queriam aprender e colocar em prática. Não tinham medo de ir a luta.

  295. Alessandra disse:

    Perfeito! O texto elucida a realidade do jovem brasileiro: tudo muito fácil, sem conquista, sem trabalho, sem merecimento. Onde estão as virtudes, a construção do caráter,os valores morais?

  296. Lala Torelli disse:

    Ötimo este comentário! Até que enfim estào aparecendo na mídia comentários como este a respeito da educação dos jovens porque até agora só tinha visto defender a nossa tào maltratada juventude!!!

  297. Fabio disse:

    Parabéns pelo texto Eliane.
    Concordo bastante com suas colocações, entretanto gostaria de fazer um destaque, o que você chama de “felicidade”, a mim parece mais “facilidade”.
    Ainda não sou pai, mas sim um universitário prestes a se formar, de 23 anos de idade, mas acredito que felicidade é um direito meu, seu e de todos. E direi aos meus filhos e filhas sempre que eles tem esse direito, mas que eles devem cultivá-lo diariamente, jamais alguém ou alguma coisa poderá presenteá-los.

  298. Evelma Ximenes disse:

    Mais que perfeito, é a única opinião que posso dar sobre esse texto. Parabens!

  299. Kai disse:

    “A definição mais profunda de juventude, é vida ainda intocada por tragédia” – Alfred North Whitehead, 1861-1947

  300. Adriano Curado disse:

    Fantástico o artigo. Induz a reflexão.

  301. sonia disse:

    Sentimos que a mudança no mundo veio muito rápido, não a mais tempo de se pensar..e somente de correr..corre..Deixando as raizes cultural a se perder no meio do caminho, e não fazendo nada para resgatar, pois não ha mais tempo para nada..e sómente tempo para buscar o que nos satisfaz no nosso dia a dia !! Que triste..jovens se perdendo nas drogas e familia se desestruturando, por conta das mudanças da tecnologia mundial .

  302. Laedis Cunha disse:

    Muito bom este texto, devemos ensinar nossos filhos a viver a vida como ela é, sem fantasias…

  303. Rubens Santana disse:

    Parabéns pelo texto….

  304. Marissol Corrêa disse:

    Excelente texto! Vale para todos nós!

  305. helena nunes disse:

    eu sinto que fui educada assim,tive mais do que os meus pais e eles pediram-me mais dos que os dele lhes pediram…Tirar um curso para ser alguém e conseguir um bom trabalho para poder constituir familia, enfim. Mas em vez da parte de casa e depois da casa alugada,passou a casa comprada e equipada e empréstimo para a vida. A carta passou a ser essêncial e o carro uma exigência. Nenhum pai pode prever as mudanças que o mundo leva, nem podemos viver dissociados desse mundo porque é lá que vamos trabalhar. Todos querem que os filhos sejam melhores e tenham melhor do que tiveram. Se não se tornar demasiado projectivo é saudável e parte da nossa humanidade – NÃO PASSAR PADRÃO . Só que antes tudo se conseguia por mérito, ou por vocação, ou por conhecimento. Agora faz-se literalmente carregando em todos os botões para ver como funciona, porque é quase tudo irreal, virtual e sem chão. Não sabemos para que estamos a criar os nossos filhos e somos provavelmente a primeira geração a perceber isso

  306. Daisy Jardim disse:

    Muito bom o texto e a reflexão nele contida. é valioso e importante se repensar os valores. Até acredito que a felicidade é um direito, não no sentido que estão dando a tal felicidade, e sim em algo conquistado e nessa conquista para se chegar lá existe sim a frustração, o medo, as vitórias e as derrotas, só que isso não vai servir de lamentação e sim de estímulo para se chegar lá.

  307. socorro freire disse:

    Essa é a “realidade nua e crua” que vivenciamos a toda hora…parabéns! Todos, mais todos mesmos deveriam ler este artigo.

  308. Muito bom!
    É mecanismo ilusório ficarmos montando barricadas contra o sofrimento!
    Mais sensato seria investirmos na felicidade, com a certeza de que só conseguiremos tal proeza, quando nos alistarmos na legião do bom combate, e na certeza de que nos Céus, não existem lugar para os fracos e mimados!
    O nosso sistema, como um todo, dá pra perceber claramente como sendo um criadouro de pessoas dependentes do Estado! Esta tática d dar o peixe e não ensinar nada de como é que se faz para pescar, é um tática, predestinada a formar uma civilização fraca, alienada e entrega às malhas do destino!
    Educar é frustrar!!!
    Porque um filho seu não foge a luta e tem laço firme e braços fortes, quando se intenta viver dias de ORDEM e de muito PROGRESSO! Luzes!

  309. Márcia disse:

    Lendo o artigo me deparo o quanto tenho feito para mostrar a minha filha que nada vem por acaso.Que não é só pedir,temos que batalhar.Creio que estou no caminho certo.

  310. Juliana disse:

    Concordo com o que escreveu sobre que nao podemos dar td a nossos filhos, concordo em mandar eles se virarem de vez enquando ou sempre que nao esta em nosso alcance algo que eles queiram, ou mesmos que as vezes ate esteja em nosso alcance resolver a questao pra eles. Sei disso por que sempre faço isso com meus filhos, digo a eles que devem enfrentar o mundo e aprender a abrir as portas, e nao adianta ter medo, temos que correr atras do que queremos, temos que arriscar, isso e viver isso e ser feliz, a felicidade esta na conquista do que queremos , e a felicidade e melhor quanto nos proprios conquistamos com nossos esforços, nao ah vida sem desafio. quando enchegarmos a vida dessa maneira e aceitamos os desafios com coragem de vencer cada obstaculo, a vida se torna mais leve e divertida, sim divertida por que podemos tbm rir de nossos erros e aprender com eles. Seja feliz com seus defeitos e aceite a vida , ela e bela.

  311. Cynthia Coutinho disse:

    Seus textos são sempre maravilhosos. Mas esse superou qualquer expectativa. Parabéns!

  312. Luzia Gonçalves disse:

    Obrigada por esse texto maravilhoso. Vou colocar algumas coisas em prática com meu filho adolescente.

  313. Luciana Sanches disse:

    Texto maravilhoso! Parabéns.

  314. ana disse:

    Acabo de ler um dos melhores textos que tive oportunidade. Sou da geração que tudo era preciso correr atrás e no fim, valia muito a pena. Era merecido, suado. As dificuldades familiares eram expostas e todos precisavam colaborar para aliviar o fardo. Ainda bem que ainda tem gente da minha geração. Nas próximas não sei como será. Obrigado pelo texto maravilhoso, Eliane Brum.

  315. Ludimila disse:

    Sou professora e essa realidade é gritante. Muitas vezes o professor fica receoso de avaliar. Notas… nem pensar!!! Não se pode mais ser exigente, Cada um tem seu ritmo!! Muito pouco é cobrado do aluno. O professor precisa plantar bananeira se for necessário para garantir o aprendizado (conforto) do aluno. A pedagogia chama de ludicidade, as aulas precisam ser interessantes e atrativas. Tudo é adaptado ao aluno. Como se o mundo estivesse pronto para adaptar-se a ele.

  316. Adauto Silva disse:

    Texto simplesmente sensacional. Se houvesse um manual para “pais”, este texto devia abri-lo!

  317. Incrível como as palavras da Eliane Brum são as mesmas que digo e repito diariamente aos pais desta nova geração de jovens que têm tudo, mas não sabem dar valor a nada. Apenas não escrevi, mas um texto desse é lição de vida, pra quem consegue enxergar que a educação atual está indo de encontro a uma geração de crianças e jovens sem determinação, sem garra, sem equilíbrio emocional suficiente pra encarar um “não”… sem espenear.

  318. Yuko Oliveira disse:

    Nunca li um texto tão completo e verdadeiro onde concordo com todas as colocações. Foi um tapa na cara de uma mãe que reconheceu vários erros que cometi. Muito obrigada por me fazer acordar. Abraços.

  319. Hilton Leite disse:

    Li e gostei do excelente texto de Eliane Brum, sobre o assunto: “Meu filho, você não merece nada”, publicado por Clínica Alamedas, em 17/05/2013″. Eliane foi muito direta e verdadeira quando escreveu: “A crença de que a felicidade é um direito tem tornado despreparada a geração mais preparada”. É uma triste realidade, com a qual ponho-me de acordo.

  320. Rosa. disse:

    Perfeito texto… parabéns… alguem com coragem de dizer a verdade.

  321. Carlos D jimenez Busquet disse:

    Fantástico. Obrigado por essa reflexão.

    A felicidade não é um direito é uma conquista. É a obra e não as ferramentas ou o material. A frustração e o sofrimento fazem parte desse caminho que só cada um pode traçar.
    Cada individuo é responsável pela procura da sua felicidade, como brilhantemente Eliane coloca aqui, esta não vem sozinha. A felicidade vem da construção, auto-conhecimento, esforço e de vencer obstáculos

  322. Perfeita reflexão! Comungo desse pensamento, Já identifiquei essa anomalia social e busco soluções para esse problema, pois sou de uma geração que sente orgulho na superação das dificuldades e assisto o surgimento dessa geração tão frágil de maneira indignada. Peço a Deus todos os dias que me dê sabedoria para educar minha filha e prepará-la, de fato, para a vida. Pois, também eu, me deparo com a frustração de nem sempre encontrar a receita pronta para lidar com os desafios de ser mãe na atual civilização. Procuro me espelhar em meus pais, que superando as intempéries da vida sem maquiá-las, me ensinaram a não desistir e deixaram um legado de fé e determinação.

  323. EDNA TEIXEIRA disse:

    Excelente avaliação.Perfeita.

  324. Manoel silverio disse:

    Li e concordo em muitos pontos com o autor do artigo. Acho q vale a pena maior divulgacao. Muito importante a chance da resposta, abre espaco para discussao. Parabens ao autor, a nossa juventude necessita de limites, de naos, de sims, de olhar para a frente e tbem para tras. Nao se contentam hj em simplesmente correr atras, querem estar a frente…

  325. Eduardo disse:

    ótimo texto!!!! Sintetiza bem o que também acho sobre essa aura de protecionismo que estão tendo hoje em dia.

  326. Márcia disse:

    Esse texto é muito lindo….

  327. Alzira de Souza Barroso - Zazá disse:

    Tenho um casal de filhotes a menina com o pé na adolescência, 11 e o menino a caminho, 9 anos. Não é fácil educá-los para a vida. Tento aperfeiçoar o que recebi acrescentando o que colhi na vida regado a muito amor e limites (alguns deles não flexíveis).
    O texto é lúcido e corajoso e dá preciosas dicas para quem tem a complexa função de criar os filhos para a vida como ela é. Vou reler e repassar para outros pais e mães envolvidos nesta missão quase impossível.

    Zazá – Rio de Janeiro

  328. Roberta disse:

    Excelente texto! Leitura mais que necessária para muitas pessoas que ficam esperando que a vida seja a continuidade das relações maternas e paternas. O ser fraco é construído pelos pais, infelizmente, que não deixam o filho experimentar as suas demandas, os seus problemas, sempre arrumam uma forma de auxiliá-lo e de amenizar a dor que possam vir a sentir na vida real. Lamentável, pois a grande chance de viver bem e ser feliz é mergulhar em suas realidades e aprender a viver com elas….

  329. Ludimila da Silva Jardim disse:

    Concordo em gênero, número e grau. Faço parte desta geração preparada e despreparada. Já acusei muito meus pais por isso, hoje, depois de ser mãe de um casal, não os acuso mais… agora eles me acusam por ser dura com os meus. É difícil, mas é compensador ouvir de uma criança: “é mãe, apesar de tudo, vc tinha razão. Obrigada”… depois de muita briga, claro!

  330. Anna Jones disse:

    nossa muito bom esse texto! Me fez repensar na educação que recebi e como foi a entrada na minha vida adulta, como por exemplo, repensar quais foram os critérios das minhas primeiras escolhas.
    Hoje aos 32 anos, percebo o quanto é delicado educar um filho com os valores simples e essenciais para ser, e não apenar ter. A compreensão sobre dor, sofrimento, alegria e prazer, faz parte da magia que é vida, ingredientes fundamentais para o mergulho diário de uma plena existência de cada indivíduo que se encontram, se relacionam uns com os outros, sermos solidários na extensa gama de relações diárias é natural e não o contrário.

  331. caroline disse:

    Bom demais esse texto! eu que sou filha e mãe, fui mãe muito jovem e já atinava para tudo isso..porque sou filha da classe c, mas minha mãe sempre fez de tudo para nos proporcionar o melhor que podia, estudei em colégios condizente com nossa condição, mas também acima dela, e é incrível como vejo claramente essa pratica nos pais e filhos da classe media! vejo extamente isso acontecer…recentemente tive um relacionamento com um homem mais jovem que eu. ele com 23 e eu com 32..Muita confusão! porque ele esta nesse patamar da visão de vida, passado exatamente como vc descreve, pelos pais… e eu na contramão disso tudo, por já ter passado na pele muitas vezes as conquista e os dessabores da vida,. Ele angustiado por ser levado pelos ´pais para a vida perfeita e de sucesso arranjada pela mãe, numa das melhores agencias de publicidade do pais, e o tirando da sua cidade nordetisna para a grande São Paulo, onde lá sim se vive! rsrsrs. Ele querendo ter uma vida de artista, de musico e de continuar a viver no nordeste, mas sem poder fazer nada, pois sempre viveu com tudo, cercado de mimos, dependente dos pais e sem nenhum preparo emocional para começar um vida profissional, foi para São Paulo, trabalhar na agencia….resultado disso? nem queira saber!

  332. Xenia disse:

    Amei esse artigo… e é terrível pensar nos valores que temos perdido e em quanto será difícil educar as próximas gerações.

  333. Pingback: FILHOS…… | BLOG DO NILDO

  334. Walter W. S. Santana disse:

    Felizmente há pessoas que conseguem retratar as mazelas criadas por uma geração que apostou em dar aos filhos o que nunca tiveram. E erraram!
    Feliz àqueles que conseguiram repassar uma parte do sofrimento e do esforço para mostrar aos filhos a realidade da vida.
    Mesmo às vezes tendo chorando baixinho por acreditar que estava sendo duro demais. Hoje, meu coração explode de alegria e orgulho pelas realizações da minha “eterna criança”.
    Excelente artigo. Parabéns!

  335. Pingback: O melhor texto sobre os jovens | daguito rodrigues

  336. taniachiarel disse:

    adorei o que li ,pena que alguns pais acham que é seu dever dar tudo pronto,eu tive que aprender na pratica,e sou feliz,e tenho certeza que o meu filho que lutou para conseguir tudo o que conseguiu trabalhando ganhando para pagar a sua faculdade,hoje é um homem realizado.Graças á DEUS e a ele próprio.

  337. Erivelto guimorvan Gomes disse:

    A tese não tem nehum sentido prático sobre educação das pessoas. A autora trata do assunto de forma conservadora . Não acho que seja bom rotular, ou separar as pessoas em grupos, e a partir daí estabelecer normas antigas do tipo: – Para que tu sejas feliz tu tens que sofrer muito antes, porque tu és novo e estás começando agora. A autora repete coisas que ela deve ter ouvido dos seus ancestrais e que tomou como verdade.
    Eu tenho 64 anos de idade, já passei por fases em que também fui influenciado pelas pessoas antigas e conservadoras. Consegui mudar isso, fazer que ao meu redor as idéias e principalmente as minhas ações sejam verdadeiras, sinceras,honestas, positivas com relação às pessoas na minha volta. Os filhos não devem ser considerados como uma “categoria”, Tenho a impressão que esta forma de pensar não leva a lugar algum. Quando leio algo assim, lembro da obra de Aldous Huxley, O admirável mundo novo, que trata de uma sociedade mais ou menos como a autora pretende alcançar, uma sociedade não de pessoas individuais e sim uma sociedade controlada e dividida em camadas:- Adultos,inteligentes,velhos,crianças,aptos, inaptos,gerentes,peões…..

  338. Eu penso e sinto exatamente isso em que os filhos de hoje pensam que os pais continuam pela vida a serem responsaveis pela felicidade dos filhos ate a velhice deles e tem as culpas de tudo o que nao lhes corre bem Os pais tem a culpa de tudo e nao tem direito a abrir a boca nem sequer queixarem se de um problema de saude a boca fica amordacada e o corpo fica amarrado de pes e maos No fim da vida e uma grande amargura mas e que nos espera e boca calada nem o barulho de respirar os filhos nos permitem

  339. José Martins dos Santos disse:

    Cara Eliane Brum,
    Fantástico. Muito bom. Parabéns pela lucidz. “Toda vez que falta luz o invisível nos salta aos olhos”.

  340. Paulo Ramos disse:

    Adoreiiiiiiiiii.

  341. Layla disse:

    incrivel o texto; parabens eliane!

  342. adorei essa reportagem e gostaria de receber mais vou enviar o meu emaill

  343. Profundo este artigo, precisamos todos refletir sobre o mesmo, e tentar pô-lo em prática

  344. Anne Louise disse:

    Simples e lógico! Amei o texto que diz exatamente o que penso e repito frequentemente, com enriquecedoras adições. Tantas pessoas precisam entender isso! É fato que os adolescentes dessa geração que, adentrando a fase adulta são os que mais se encaixam no perfil. Mas é incrível como ainda há muitos “adultos” que travam gigantes batalhas internas devido a pais (frutos de uma geração mais rigorosa) que pensam que ser escravos dos desejos dos filhos seja a fórmula da felicidade destes. Muito triste ver os resultados dessa ideologia equivocada.

  345. Victor Fontenele disse:

    Muito bom seu texto! Desde já, sou seu leitor!

  346. Valéria disse:

    Muito boa a matéria!!!

  347. Pingback: Meu filho, você não merece nada | Blog do Mundo Azul

  348. Manoel disse:

    Brilhante! 🙂

  349. Marcos A Oliveira disse:

    Prezada Eliane,

    Há uma profundidade que é dificil encontrar nos textos atuais. Obrigado.

    Marcos A Oliveira

  350. Cleyton Nascimento disse:

    Texto maravilhoso!!!!

  351. Cesar Joau disse:

    Excelente texto. Meus cumprentis à autora.

  352. Tania Muzaiel disse:

    Eliane, tenho 42 anos e uma filha de 14 anos a 3 meses para completar 15. Suas colocações são fantásticas. Não dou tudo facilmente, mas essa geração e inspirada a esperar tudo pronto e não acontece, emburra. Adorei esse seu artigo. Parabéns.

  353. Maravilha de texto, parabéns.

  354. Geimar de Castro Leite disse:

    Parabéns pela excelente matéria da Dra. Eliane Brum, que retrata bem a situação do jovem de hoje. Compartilhei no Facebook, por julgar a matéria muito interessante e oportuna.

  355. Ruth Hein disse:

    Muito interessante e apropriado aos nossos dias! Bela reflexão!

  356. Diego Pereira disse:

    Muito boa reflexão.

  357. Israel Borges disse:

    Ótimo Eliane, parabéns pela iniciativa, parabéns pelo trabalho, não deixe de compartilhar o conhecimento/reflexão.

  358. Solange n Sousa Oliveira disse:

    Mensagem que e um artigo deveria ser lido e refletido por todos os pais e educadores, assim poderíamos contribuir melhor para a formação dos nossos jovens. Assim teríamos crianças mais felizes e uma sociedade mais verdadeira

  359. Jose Gonçalves Manso. disse:

    Prezada Eliane Brum: Gostei muito do que foi escrito por você, sobre a felicidade, a educação dos mais jovens e a vivência familiar. Foi escrito tudo que os país devem saber para educar bem os seus filhos. Porém, permita-me discordar, não do que foi escrito, mas do resultado do seu trabalho. Então vejamos: os pais podem ler tudo o que foi escrito sobre como fazer felizes seus filhos, o resultado talvez seja no máximo 5%. Agora, Se os pais, de certa forma conseguirem se reeducarem, não sabemos como, isto é uma situação pessoal, é uma mudança mais difícil. Uma situação sou eu dizer para o outro ser feliz, a outra sou ser feliz para que o outro também seja.Desculpe-me por ter intrometido, Caso contrário quem iria ficar numa pior seria eu mesmo e isto não é bom.abraços.zecamans.

  360. Carla Wollmeister disse:

    Parabéns pela coluna!

  361. Martha T. Capelotto disse:

    Há muito não lia um texto tão fantástico como esse, escrito por Eliane Brum.
    Vou aproveitar o conteúdo para desenvolver uma palestra.
    Parabéns! E que muitos possam ler, principalmente os mais jovens, que ainda terão seus filhos.

  362. Me identifiquei com muitas coisas que escreveste.Estou passando com meu filho algo parecido.Ele nos culpa,pai e mae,por tudo que não deu certo em sua vida

  363. infelizmente fui permissiva demais ,na minha testa ,ainda tá escrito:- To no devo. e com isto, tenho tido muita dificuldades de fazer minha filha enxergar a realidade da vida. E , o que é pior não tenho ferramentas inrternas para lidar com esse sentimento, percebo , reconheço, mas quando me dou conta, já cedi de novo e isso tem me feito muito mal ,pois sei que não estou ajudando nem a ela nem a mim….

  364. Rodrigo disse:

    Eu vejo as coisas de uma maneira um pouco diferente. Se por um lado há jovens frustrados, há também jovens mais autoconfiantes, que não tem medo de correr riscos e com vontade de empreender, pois sabem que terão apoio em caso de derrota. Ainda quando há a derrota, tem todo o apoio para se levantar, e insistir em lutar por seus sonhos.
    Vemos hoje muitos jovens diretores, presidentes de empresas, e até jovens milhonários que tiveram sucesso em suas startups. Não mais aquele jovem de antigamente, o esforçado, que cumpria todos os seus deveres, mas morria de medo de correr riscos, para não colocar em risco seu emprego e até a renda de sua família. Ou seja, tinha medo de crescer.
    Por fim, não é apenas uma questão dos jovens: o próprio mercado sempre preferiu aqueles que não tem medo de questionar, dizer o que pensam, e tomar atitudes ao invés de simplesmente serem os esforçados que fazem tudo o que lhe pedem. E é isso que estão dando aos jovens hoje: coragem, personalidade e auto-estima, e não mais opressão, medo e trabalho doméstico em troco de recompensa.

  365. Maria Jose Benevides disse:

    Eu sempre pensei assim. Adorei o teste pois esta é a realidade de nossos recem adultos. Não entendo porque a educação mudou tanto.Fui criada nos maneira antiga e me virei.Mas hoje a coisa é diferente .e tudo foi dito e muito bem dito .esta na hora de mudar .

  366. Alessandra Choairy disse:

    MUIto bom. SErve pra vida imediata dos adolescentes, mas serve pra cada vid adulta que sofre na falta achando que é exclusividade sua, pensando logo em fracasso. Obrigada!

  367. ito bro disse:

    Excelente artigo e permita-me dizer que aqui nas capitais do Nordeste onde moro, isso é mais evidente devido a riqueza recente das novas gerações. Pais fazem e dão tudo para os filhos.

  368. Cleide Z. L. M disse:

    Todo jovem e todo pai e mãe devem ler

  369. Mauro disse:

    É bom saber que ainda há pessoas que têm uma visão real das coisas na vida. Parabéns!!

  370. Ola Eliane!Parabens pela clareza do seu texto .voce diz tudo aquilo que penso e não consegui expressar!!! Concordo plenamente.Obrigada.

  371. sonia venturin disse:

    Parabens pelo belissimo e verdadeiro texto.
    Compatilho como mae e psicologa.
    Muito Obrigada.

  372. Carla Ribeiro disse:

    Fantástica a sua sensibilidade e o seu olhar crítico. Parabéns. Enriquecedor.

  373. MARGARIDA disse:

    CONCORDO TAMBEM , TENHO FILHOS AIDA CRIANÇA E TEMO PELO SEU FUTURO.
    TODOS OS DIAS PEÇO A DEUS SABEDORIA PARA PASSAR POR TODAS AS FAZES
    DE SUAS VIDAS , DEIXANDO UM LEGADO PARA VIDA , PARA QUE SUAS DIFICULDADES
    SEJAM SUPERADAS SEM TRAGÉDIAS , DESANIMO, E MUITA ,MUITA SABEDORIA .
    MARGO, LAURO DE FREITAS -BA

  374. Isabele disse:

    Interessantíssimo !

  375. Muito bom!
    É preciso rever os valores de hoje.

  376. Primoroso. E vale acrescentar ainda que a maioria, quando dá um Ipad ou outro presente até mesmo sem condições, o faz porque, se o filho de fulano tem, é inadmissível que o meu não tenha. Mas essa “disputa” seria uma continuidade de assunto a abordar. Parabéns

  377. Keller Veruschka Santana disse:

    Fantastico este texto, infelizmente uma realidade nas famílias atuais!!!!

  378. flavia disse:

    Precisamos bater muito nessa tecla, porque nossos filhos perderam as referências porque nós tbem perdemos…

  379. Felix Batista disse:

    Brilhante!

  380. marcus teixeira disse:

    Excelente! Obrigado por nos trazer essa consciência.

  381. Sandra Pereira disse:

    Como professora eu concordo plenamente.

  382. wilber sarmento disse:

    Achei legal o texto. Já falei com meu filho coisas parecidas. Parabéns.

  383. jemmarcondes disse:

    Vamos refletir sobre isso. Uma mensagem e tanto!

  384. Dirlene Maria wielewski disse:

    Concordo plenamente!! E outra, nossos filhos precisam conhecer, pesquizar, as leis de Deus, para aprender a viver!!

  385. regina helena gomes santos disse:

    Muito boa a matéria, todos os pais deveriam ler.

  386. Cesar Elizi disse:

    É isso…exatamente isso. Só acho q podia ser dito em menos palavras, ficou um pouquinho longo, mas ainda assim vale muito ler!

  387. Isabel Carneiro de Almeida disse:

    Excelente artigo! É tudo que pais e filhos precisam ler ou escutar. A vida não é perfeita, mas é perfeita em sus imperfeições. Se fosse perfeita não seria a aventura que é, e não teria a adrenalina que possui. Isabel C. Almeida, prof. de história, RS.

  388. Cleiton Meurer disse:

    Muito bom! Obrigado pelo texto!
    Felicidade precisa ser “construida” e isso requer muito esforco e tambem sacrificios. Nada e de graca!!!

  389. tyr disse:

    …apenas concordo com o primeiro parágrafo. O restante do texto é tão discutível por nomear a classe média, por não mencionar as garantias e expectativas ganhas com a evolução do mercado e leis de trabalho e etc.

  390. Afonso Mário Piliackas Júnior disse:

    Que texto verdadeiro e claro. A sensibilidade e clareza da autora são tocantes.!

  391. Barbara Fontes disse:

    A verdade é que a vida é uma m. e que educar os filhos é MUITO difícil. Muitos seres humanos tornam o mundo quase insuportável. Existe “tortura” desde criança: bullyng e grande risco de sofrer pedofilia. E quando crescemos temos um mercado de trabalho muito difícil, cheio de preconceitos; temos que nos “esconder” dentro de casa para nos livrar de assaltos, estupros, homicídios, etc. Por isso muitas mulheres hoje preferem não ter filhos, para não colocar pessoas, que nós amamos muito, num mundo tão podre.
    Essa é a minha opinião. Estou aumentando o que foi dito. Estou falando do mundo em geral.
    Concordo com o que foi comentado pela Eliane Brum.

  392. Míriam disse:

    Gostei muito, muito mesmo da matéria… séria, abrangente, profunda… obrigada !!

  393. marcia disse:

    Há muito tempo que não leio algo tão verdadeiro e real, merece divulgação ampla…Parabéns!!!!

  394. Uma ótima reflexão. Muito bom para fazer-nos parar para pensar na vida.

  395. Adma Calux disse:

    Muito pertinente! Amei…

  396. Samuel disse:

    Muito boa a matéria, muito boa…

  397. ananamana disse:

    e eu não vejo a hora para que ela acabe…

  398. Pingback: Meu filho, você não merece nada | Blog do Fajardo

  399. Delmo disse:

    Essa matéria “Meu filho, você não merece nada” é simplesmente perfeita, fiquei impressionado não só com o conteúdo, mas com a eloquência de todo o racional da matéria. Há frases no texto que deveriam se transformar em ditados populares, como por exemplo: …E acreditar que se pode tudo é o atalho mais rápido para alcançar não a frustração que move, mas aquela que paralisa…

    Parabéns D+

  400. pilar lana marcon ogawa disse:

    muito bom parabens

  401. Dircilene disse:

    Excelente, ai descrito tudo!!!

  402. Larissa disse:

    Esplêndido!

  403. Elvira Eliza França disse:

    Excelente a reflexão, porque traz à tona a evidência de que nossa sociedade não está proporcionando aos adolescentes condições de se confrontar com a realidade da existência, na qual a dor e o sofrimento faz parte e pode proporcionar condições de crescimento. Há pais que se orgulham de contar como burlam as regras sociais, em como tiram vantagem dos outros, em como conseguem ser “espertos” e dão esse tipo de exemplo para formar a personalidade do filho. Vejo adolescentes se fazendo de cegos e surdos no ônibus, enquanto idosos tentando se pendurar para manter o equilíbrio, sem a cadeira que é de seu direito para se sentar. E ali estão os jovens com o fiozinho ligado no ouvido, no outro mundo. Demonstram surpresa se alguém lhes fala para pedir o direito de se sentar, porque estão alheios ao mundo; vivem num mundo próprio da tecnologia que carregam consigo: celular, iPod, iPed, ou a mente divagante. Parece que estão perdendo a capacidade de sentir empatia pelo outro, de se solidarizar com o sofrimento do outro, porque pensa que só ele tem direitos. Esquecem-se dos deveres. E quando se sentem sozinhos, porque não sabem que é possível estar consigo mesmo para pensar na vida, não suportam o sofrimento do fato de simplesmente existir num mundo em que as pessoas estão se esquecendo como é conviver socialmente. E para se sentir com o outro vão para os bares beber, falar, e se distrair, porque é assim que estão aprendendo como é se relacionar com o outro para ser feliz. Obrigada pela reflexão que representa uma grande contribuição. Elvira França – terapeuta.

  404. \Maravilhoso o Texto, muito bom mesmo,refletindo bastante sobre isso.

  405. Parabéns a autora pelo texto. Fantástico! A meu ver é um retrato da sociedade atual .

  406. Otima máteria ,na minha adolecencia c trabalhava pra comprar um tenis, hoje c tu nao da eles botão as vós na parede e elas sedem ,criando criaturas despreparadas para a vida,sem a corragem de ir a luta conquistar o q querem….

  407. Fabiana disse:

    Otimo!!!!!!

  408. Guilherme ALMEIDA disse:

    Parabéns!
    Excelente e verdadeiro texto!
    Vou ser pai daqui a alguns dias e este texto ajudou bastante no entendimento da relação pai e filho nos dias de hoje, Obrigado!

  409. ROGERIO CARLOS disse:

    PARABENS PELO TEXTO MUITO BEM COLOCADO.

  410. Sou um aprendiz na vida como todos e meu dia-dia, é trabalhar e tentar estudar para conseguir “algo melhor”. Lendo esse texto, vejo que diariamente transito com vários olhares que sofrem tudo que foi dito acima, independente das partes pais/filhos. A era das celebridades até pode prevalecer para a maioria desinformada, mas uma coisa é certa, o caminho é você quem faz.

  411. Karen Zingano disse:

    Que clareza ao dizer tudo o que se passa hoje! Minhas angústias de professora que vê isso diariamente estão expressadas aqui. Obrigada.

  412. Shena Shynaider disse:

    Excelente matéria! Parabéns!!!

  413. Antonio disse:

    Bom texto ELIANE, parabéns!!!!

  414. Márcia Aparecida Candeloro disse:

    Excelente! Parabéns Eliane Brum!

  415. Elisabeth de Paula Bonato disse:

    Nunca havia lido um artigo tão interessante e verdadeiro como este. Parabéns! Usar a internet para instruir é magnífico!

  416. Jurema de Oliveira disse:

    Amei muito bom!!!!!!!! Eles pensam assim mesmo.

  417. jose lauro magalhaes disse:

    Ótimo texto , tenho falado muito a respeito e você colocou muito bem o fato. Desta socidedade mau formada e mau carater , que será
    ‘superada pelo pessoal que está subindo em valores(renda e devagarinho na cultura)

  418. Maria Helena Alencar Cardoso. disse:

    Muito bom!!! Confesso que estes pensamentos me maltratam sempre. Cometi erros desses na educação de meus filhos. O resultado não foi o planejado, pelo menos em parte. Faria diferente hoje.

  419. papocomcris disse:

    Republicou isso em Papo com Crise comentado:
    Artigo interessantíssimo para os pais e mães! Vale a pena ler.

  420. AMADEU ZULLINO disse:

    Eu sou pai e vivo este drama. Todavia a pessoa que tem metade do meu DNA não é viciada em drogas, porém é egoísta, egocêntrica e hedonista.

  421. Olinda R. Santana disse:

    Di muito bom gosto texto parabéns …sou totalmente de acordo

  422. silvio disse:

    A vida é eterna…somos nós os insuficientes para entende-la.

  423. paulo disse:

    Excelente materia! Meus parabens a autora!

  424. landulfo disse:

    Excelente texto. Parabéns.

  425. Rezende Farias disse:

    A premissa do texto é muito boa, mas faltou uma elaboração sobre os agentes influenciando as “criancinhas mimadas”.O texto praticamente se justifica jogando a responsabilidade nos pais. No entanto, eles ensinam aquilo que aprenderam. Os pais são o primeiro reflexo de uma sociedade que constantemente exige certos comportamentos imperativos e exaltam as expectativas gerais de sobrevivência. A tendência de quando se passa por uma situação desagradável é impedir que ela se repita, inclusive com outros, no caso de este outro ser o seu filho ou filha, é natural que se incentive seus talentos e seu bem estar, como uma tentativa de sanar um possível passado doloroso vivenciado pelos pais. Afinal a família e os amigos são o último reduto para se acreditar em algo especial e único, somos todos únicos, certo? Apenas diante do estado sócio-econômico é que somos registros, números e consumidores. Neste âmbito é natural você ser “apenas mais um”, e quando se educa em família não é fácil enxergar esta linha divisória, o afeto sofre deslocamentos e os papéis se confundem. E por final, são pouquíssimos aqueles que conseguem ensinar uma verdadeira independência, em alguns casos você apenas troca os mimos dos pais pelo afago de outros….Esta tendência vem lá de trás, o foco no indivíduo, ou até uma grosseira inferência “psicanalíticaizada” sobre a culpa dos pais, é um reducionismo que induz a uma visão simplista sobre o assunto. É a opinião da senhora sobre os mimados, nada mais. nada demais.

  426. IVONE disse:

    Texto belíssimo, embora extenso e muitas vezes os pais e filhos que precisariam realmente ler e reler todos os dias, terão preguiça de passar os olhos em um parágrafo sequer. Uma pena, pois se o fizessem poderiam ainda salvar belos relacionamentos entre pais e filhos e teríamos uns adultos mais bem preparados e com conceitos bem definidos. Parabéns pela matéria.

  427. Silene L F Aleixo disse:

    Parabéns!!! Concordo plenamente com tudo que você escreveu. Quem é você?

  428. Daiane Jaques Belmonte disse:

    MATÉRIA MARAVILHOSA, VOU DIVIDIR COM OS MEUS!!

  429. Federica disse:

    Eliane Brum. Perfeito. Gostaria de ter lido esse texto há 35 anos atrás !!!

  430. Lays Dantas disse:

    A vida que ninguém vê!
    Por: Eliane Brum
    Parabéns, excelente texto!

  431. Katia Leandro disse:

    Fantastico! Excelente texto!

  432. sônia madalena dos santos silva disse:

    muito bom para refletir sobre como estamos educando os filhos,ou fazendo oque eles poderiam fazer por eles.

  433. Ana Maria disse:

    Muito bom o texto. Gostaria que a televisão ao invés de mostrar só tragédias ou sensacionalismos,colocasse este tipo de profissional ou programas onde pudéssemos ter acesso e aprender mais sobre educação de jovens, que são os adultos de amanhã. Não debates porque não levam a nada e são enfadonhos. Aliás já tem programas demais com este perfil. Mas ensinamentos de como agir em determinados momentos bem como reflexões para continuarmos nossa jornada como pais e mães em busca do melhor.

  434. Ney Robson Ribeiro disse:

    Texto maravilhoso e real, norteia o mundo do jovem atual. Vou ate um pouco mais distante, antigamente os jovens talvez não tivessem esse mesmo tratamento pela falta de acesso da maioria aos recursos e a tecnologia . Os carros, os celulares, a internet, etc, são ferramentas ou instrumentos quem facilitam para que os jovens vivam no mundo citado, Antigamente para proteger seus filhos, os pais os colocava sobre as asas. Hoje os soltam para o mundo para que não sejam excluídos ou diferentes, como se fossem garantias de oportunidades ou facilidades.
    Gostei muito.

  435. Adriana Maria disse:

    O que vejo hoje sao criancas e adolescentes mimados!! Filhos de pais tambem mimados,frustados,culpados.Filhos sem o menor respeito com seus pais e muito menos com outras pessoas. Pais ausentes que oferecem o lado material e nao tem paciencia para o essencial, que seria a sua participacao fisica ao lado desses pequenos ditadores. Criancas e jovens egoistas ,donas da razao sem sair do seu pequeno mundo para ver a realidade da vida!!Logico que nao verao ,os pais omissos nao mostram!!!.Na realidade, educar da preguica nestes pais trabalhadores e cansados.Passar valores como educacao,respeito,amor ao proximo nao vale mais a pena,perca de tempo…”time is money”.Me entristece ver como esta geracao se comporta e como sera que se comportarao os filhos e netos desses seres nem tanto humanos??? Minha indignacao se resume pelo fato de ter sido educada de uma forma tao tradicional e ao mesmo tempo tao doce e com muito amor.Tento educar meus filhos da mesma forma,espero que de certo.

  436. Fernanda Jordão Magalhaes disse:

    Parabéns!!!! Obrigada por escrever assim!!!

  437. Renato Nehring disse:

    Ttóóóiinnnn !! Bem no alvo.

  438. Parabens Eliane Brum, adorei o texto. Muito verdadeiro!

  439. Neide Setim disse:

    Adorei o artigo. E uma analise real de nossos dias.

  440. Arthur disse:

    TEXTO MARAVILHOSO! Muito bom e reflete certinho o que muitos adolescentes passam hoje em dia. E digo isso por experiência própria.

  441. Eu acho que isso começou com a geração passada (com bem menos intensidade claro), pois conheço algumas pessoas “adultas” que tem o mesmo comportamento de muitas crianças de hoje. O último parágrafo (Crescer é compreender que o fato de a vida ser falta não a torna menor. Sim, a vida é insuficiente. Mas é o que temos. E é melhor não perder tempo se sentindo injustiçado porque um dia ela acaba.) diz tudo… Muita gente passa a vida inteira sem viver esperando por um mundo “perfeito” que não existe, e quando se dão conta disso já não dá mais para viver. E o problema, é justamente a insegurança e medo que muitos pais e mães tem em revelar essa verdade à seus filhos. Me orgulho de não ser vítima deste medo, e faço questão de dizer “você foi feito para o mundo, e não o contrário”.

  442. Helena Zoraide P. Almada e Soeli Cabral Amaral disse:

    Excelente exposição de ideias afins concordamos em gênero e número. Material digno de ser divulgado entre professores responsáveis e sérios, pais conscientes e educadores comprometidos. Obrigada pelo belíssimo texto.

  443. rose santos disse:

    excelente

  444. Marta Abreu disse:

    Perfeito

  445. solange disse:

    SENSACIONAL!!! E QUE ALIVIO TER A CERTEZA DE QUE TENDO SIDO, AO MESMO TEMPO, PAI E MÃE DAS MINHAS FILHAS, FUI O INVERSO DOS PAIS FACILITADORES DESCRITOS NO TEXTO E…GRAÇAS A DEUS ELAS ESTÃO DANDO CERTO, COMO SERES HUMANOS, PROFISSIONAIS, ETC… ESTOU MUITO FELIZ!!!

  446. Eduardo Vergueiro Heuri disse:

    Concordo em partes com seu texto.Acho que o problema não está apenas nos jovens,mas sim também nos pais,que estão cada vez mais mimando seus filhos no meu modo de ver.
    Os pais são um dos principais responsáveis juntamente com a escola,cursos,a mostrar o quão duro pode ser a vida profissional e parece que os pais estão muito preocupados em satisfazer os filhos de todas maneiras possíveis sem mostra-los a realidade que os aguarda.

  447. MARCO VECCHI disse:

    ESSA MATÉRIA DEVERIA FAZER PARTE DOS COMPÊNDIOS ESCOLARES, ONDE INCLUSIVE OS ALUNOS TEM VERGONHA DE CANTAR O HINO NACIONAL. DESTAQUE PARA O POVO GAÚCHO (NÃO SOU UM DELES) QUE SABE DE COR NÃO SÓ O HINO NACIONAL MAS O HINO DO SEU ESTADO, DE CUJO CHÃO ELES TEM MUITO ORGULHO.

  448. Gabriel disse:

    Isso nao se aplica a todos os jovens dessa classe… Baseado no que esse texto foi escrito com que pesquisas? Isso é um ponto de vista de uma pessoa só minha cara….

  449. Maria Helena Marçal disse:

    Fantástico! Realmente os pais deveriam ler, quem sabe assim errariam menos na educação dos seus filhos.
    Quanto a jornalista que escreveu este blog eu já a conhecia dos seus livros. Todos muito bons
    Parabéns Eliane.

  450. nelmo de melo maia disse:

    Como alguém tem a competência e a inteligência em conseguir traduzir uma verdade como esta?
    Que lucidez!
    Quero ressaltar a importância dessa leitura para nós das décadas de 50, 60,70 e sabe-se lá quais outras para ver que não estamos sòzinhos. Parabéns. Nelmo de Melo Maia (pai).

  451. Dawit disse:

    Muito bom!!! Bacana!! PARABÉNS!!! Documentou a emoção de uma geração, com certeza!!!

  452. luciete maria ribeiro penteado de araujo disse:

    que texto verdadeiro e emocionante.obrigada,pela lucidez pelo respeitocom que trata a todos,pais e filhos.

  453. Você escreve com muita propriedade Eliane! Perfeita em sua descrição da geração eu mereço, vou divulgar muito, pois precisamos dessas pessoas ativadas para a vida!!

  454. Diego disse:

    Aldous Huxley parece ter acertado em algumas de suas previsões no livro Admirável Mundo Novo..

  455. Simplesmente fantástica, realista, verdadeira, lúcida e muito mais que não consigo exprimir, explicação do que realmente se passa na vida social dos dias de hoje…a ausência total de resiliência por parte dos mais jovens, isto até aos 40 anos 🙂 …. Esta análise é fruto de experiência de vida e capacidade de lucidez e mais, capacidade de expressão verbal 🙂 gostei mesmo, tirou da minha mente o que eu não consegui exprimir …obrigada.

  456. Muito interessante e real este texto.
    Parabens a quem o escreveu.
    E e isso mesmo,a relaçao entre nos pais e filhos.

  457. Monica Amélia Medeiros disse:

    Excelente colocação!!! Se as crianças já pudessem sair do útero com este texto incutido na mente teríamos uma geração melhor!! Monica Amélia

  458. JANSER disse:

    Não sei para onde caminha a humanidade. Com esse relativismo todo, não há nada de absoluto entre o bem e o mal. Mas bem e mal são absolutos! Sem reflexão, educação e planejamento familiar deixaremos de herança uma “canoa furada” para os nossos filhos.

  459. tiago disse:

    se voces quiserem passar a vida toda enfiados num escritorio o dia todo 5 dias por semana de manha a tarde estejam a vontade mas eu pergunto a autora do texto.. o ser humano como animal biologico que e fol feito para estar sentado num escritorio ou num supermercado 5 dias por semana das 8 da manha as 5 da tarde e apenas ter um mes de liberdade do ano?? bem so nao e escravidao pq hoje dia podemos escolher ” entre uma marca e outra” e ridiculo… a tecnologia tem s substituir o homem na maioria dos trabalhos e libertar o homem para poder ” viver” a serio!!!!

  460. limparaterra disse:

    *Humano, peço desculpa pelo erro em cima

  461. limparaterra disse:

    triste e ver uma sociedade onde como a autora faz referencia para que a vida seja apenas trabalhos e dor e trabalhor e nao ter tempo para td,,,espero uma revoluçao contra este sistema monetario financeiro e politico que so tem como objectivo distribuir riquesa por uns e trabalho ,problemas e para os outros,,,

  462. Adorei! Estou copiando para enviar para alguns amigos. Agradecida. Beth.

  463. Ruby D'Olne Soares de Barros disse:

    Ruby D’Olne Soares de Barros Escreve:
    Minha mulher e eu graças a DEUS, criamos nossos filhos mostrando como vencer os obstaculos da vida e hoje podemos nos orgulhar deles, porque são constituidos de familhas consolidados no AMOR , hoje estou assistindo só, porque minha querida mulher Diva com quem convevi 61 anos de muito amor e respeito, hoje não esta mais neste mundo para assistir de camarote como eu vejo meus filhos vivendo , totalmente independentes e vitoriosos em seus sonhos, alcançados pelos próprios esforços, ha muito tempo de nós dois.
    Estou hoje com 88 anos feliz aguardando o chamado de DEUS para encontrar-me com minha adoravel esposa que me fez muito feliz e muita falta.
    Um abraço
    Ruby

  464. sandra brito disse:

    a chave de uma geraçao tendo que educar a outra eh o equilibrio. sao as geraçoes passadas querendo descontar nas posteriores tudo o que de ruim foi deixado pra elas!entao peca se por excesso ou falta! sempre foi assim e sempre sera!

  465. leticia_maria58@gterra.com.br disse:

    Estou amargamente arrependida de seguir os conselhos de uma das minhas filhas.
    Hoje percebo que não fui uma MÃE firme e não consegui aconselhar ela para seguir o caminho do bem e fazer o que realmente é correto.
    Espero que Deus olhe por mim nesse momento e estou buscando mudar a forma dela pensar e agir.
    Sempre confie nela e hoje estou enganada e percebo minha fragilidade.

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