Secretário visita Comunidades Terapêuticas em Campinas

Secretaria de Desenvolvimento Social

Governo de São Paulo reconhece experiências exitosas no tratamento a dependentes químicos em entidades parceiras do “Programa Recomeço”

O secretário de Estado de Desenvolvimento Social, Floriano Pesaro, e técnicos do Programa Recomeço – Uma Vida Sem Drogas – estiveram na sexta-feira (04/9) nas Comunidades Terapêuticas vinculadas ao Instituto Padre Haroldo. O motivo da visita foi identificar o modelo de serviços prestados no acolhimento e recuperação de dependentes químicos e tentar disseminar a política adotada entre outros equipamentos do programa. Ambas as unidades (Feminina e a Fazenda Senhor Jesus) desenvolvem as atividades em Campinas. Juntamente com a Federação Brasileira de Comunidades Terapêuticas (Febract), a supervisão técnica visa identificar as melhores práticas no quesito estrutura e organização nas Comunidades Terapêuticas.

Na região, outros sete municípios (Americana, Itatiba, Bragança Paulista, Casa Branca, Itapira, Santo Antônio do Pinhal e Campinas) oferecem esse tipo de tratamento. Pelo Instituto Padre Haroldo, o Programa Recomeço disponibiliza 100 vagas, totalizando 206. Hoje, 65 disponíveis (61 masculinos e 04 femininas). O tratamento se dá em duas fases: Acolhimento e a Reinserção Social.

Satisfeito com os resultados das práticas adotadas pelo Instituto, o gestor social reforçou a necessidade de vencer as duas principais batalhas: consolidar a política nacional para as comunidades terapêuticas e a construção do marco regulatório das comunidades como política pública reconhecida e de excelência, traçando parâmetros de atendimento, de avaliação, monitoramento, padronização de RH, entre outros. “A proposta do governador Geraldo Alckmin é ampliar a rede e equilibrar o atendimento de saúde e social. Hoje, o Programa oferece 3 mil vagas em todo o Estado de São Paulo, a um custo médio de R$ 40 milhões”, revelou Floriano.

Para o presidente da entidade, Padre Haroldo, o sucesso está na confiança atribuida a equipe e na superação destes residentes. O padre ainda lembrou: “Tenho 96 anos e, há cinquenta anos quando cheguei ao Brasil, não se ouvia falar em drogas. Sonho um dia isso não mais existir. Quando converso com cada um destes jovens, não consigo imaginar que conheceram essa terrível droga”, frisou o padre.

Em conversa com um ex residente, o mesmo destacou que o Programa Recomeço mudou a sua vida. “Com o cartão consegui fazer os exames prévios antes de iniciar o tratamento que durou seis meses no Instituto. Tudo isso salvou a minha vida. Hoje, permaneço aqui, porém, sou funcionário”, alegrou o ex residente.

Departamento de Comunicação
Secretaria de Desenvolvimento Social

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