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Assembleia aprova e cerveja está liberada nos estádios do Paraná

GAZETA DO POVO

A Assembleia Legislativa do Paraná (Alep) aprovou em segundo turno, nesta terça-feira (29), o projeto de lei 50/2017, que libera a venda e o consumo de cerveja e chope nos estádios do Paraná. O placar acirrado registrou 24 votos a favor e 20 contrários.

Agora, restam apenas trâmites burocráticos e a sanção do governador Beto Richa para a volta definitiva da cerveja, proibida nos estádios paranaenses desde 2008. A longa sessão, com pouco mais de três horas de duração, foi acompanhada por espectadores a favor e contra a proposta e foi bastante acirrada, com momentos de nervosismo e tensão entre os próprios deputados, assim como com o público.

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O resultado reflete vitória financeira para Atlético, Coritiba e Paraná e um revés para a chamada bancada evangélica, que lutou com veemência contra a aprovação. Quem também saiu derrotada foi a Arquidiocese de Curitiba, que no início da tarde havia convocado “todos os católicos e homens e mulheres de boa vontade” a comparecem à Assembleia para expressar indignação com a aprovação do projeto.

O deputado Rasca Rodrigues, do Partido Verde (PV), ainda leu antes da votação uma carta enviada por Dom José Antônio Peruzzo, Arcebispo de Curitiba, em que o religioso rogava aos políticos para que votassem contra a liberação.

Anteriormente, a Polícia Militar do Paraná (PM) e o Ministério Público do Paraná (MP) já haviam manifestado contrariedade à proposta de liberação da venda e consumo de cerveja em estádios do Paraná, argumentanto que a proibição havia diminuído os casos de violência registrados em partidas de futebol.

A decisão havia sido aprovada em primeira votação na segunda-feira (28), com placar de 23 deputados a favor, contra 16 contra. Uma abstenção.

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Simpósio no MPSP debate ações da Justiça no enfrentamento do alcoolismo

Fonte: Ministério Público do Estado de São Paulo

Evento marca os 70 anos dos Alcoólicos Anônimos no Brasil

Estatísticas internacionais apontam que em cerca de 15% a 66% de todos os homicídios e agressões sérias o agressor, vítima ou ambos tinham ingerido bebidas alcoólicas. Da mesma maneira, o consumo de álcool está presente em cerca de 12% a 50% dos casos de estupro e atentados ao pudor. No Brasil, dados do Centro Brasileiro de Informações sobre Drogas Psicotrópicas (Cebrid) apontam que em 52% dos casos de violência doméstica estavam ligados ao consumo de álcool.

Os dados foram apresentados na manhã desta quinta-feira (31/8), pelo procurador de Justiça Mário Sérgio Sobrinho durante palestra ministrada no Simpósio Nacional para Profissionais realizado pelos Alcoólicos Anônimos em comemoração aos 70 anos da presença da entidade no Brasil, no auditório Queiróz Filho, no edifício-sede do MPSP, na capital paulista.

Sobrinho falou sobre as ações da Justiça no enfrentamento do alcoolismo e sobre a relação entre o álcool e a violência. “O consumo de álcool é, no mínimo, um importante facilitador de situações de violência. Não faltam evidências científicas de sua participação em homicídios, suicídios, violência doméstica, crimes sexuais, atropelamentos e acidentes envolvendo motoristas alcoolizados”, afirmou ele. De acordo com o procurador que tem vasta experiência na área, o uso de álcool está estreitamente ligado às mortes por acidentes de trânsito, homicídios e outras mortes externas.

Para embasar essa afirmação Sobrinho apresentou números conclusivos de um estudo realizado em quatro capitais brasileiras (Salvador, Recife, Curitiba e Brasília), nos serviços de emergência com 1.169 vítimas e nos Institutos Médicos Legais (IMLs) com 45 vítimas fatais. O resultado é que 63,5% dos homens apresentavam alcoolemia positiva, sendo que 33,5% destas superiores a 0,6 g/L (limite estabelecido pelo Código de Trânsito Brasileiro) e 53,7% das mulheres apresentavam alcoolemia positiva sendo 9,6% superior a 0,6 g/L.

O procurador também falou sobre os atendimentos realizados pelo programa Justiça Terapêutica da Promotoria Criminal no Fórum de  Santana na Zona Norte da capital. “Trata-se de um programa judicial que estimula a aplicação e o monitoramento de medidas legais aos autores de infrações leves e usuários de álcool e outras drogas como o objetivo de esclarecer sobre o abuso dessas substâncias e a relação delas com a conduta praticada”, explicou. De 2005 quando o projeto foi criado até 2016, foram atendidas mais de 15 mil pessoas. Em 1.622 dos casos houve a aplicação da Justiça Terapêutica. Ele discorreu ainda sobre a rede de cooperação disponível para profissionais que trabalham com o tema, tanto na área da saúde como na de autoajuda.

Em seguida, o desembargador Antônio Carlos Malheiros, do Tribunal de Justiça (TJ), fez um depoimento emocionante sobre o trabalho voluntário que desenvolve desde os 13 anos de idade com dependentes de drogas e álcool nas ruas de São Paulo e na região conhecida como “cracolândia”.

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Simpósio Nacional para Profissionais de Alcoólicos Anônimos (A.A.) do Brasil

Acesse: Release_Simpósio.pdf

Simpósio Nacional para Profissionais de Alcoólicos Anônimos (A.A.) do Brasil a ser realizada em SP, entre os dias 30 de agosto e 1 de setembro nos Auditórios Rebouças e do MP Estadual, com inscrições gratuitas e abertas pela internet.

A participação pode ser presencial (com sorteio de alguns livros e distribuição de material aos profissionais interessados) e também on line.
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Ministério Público de São Paulo firma acordo com Federação Amor Exigente

Ministério Público do Estado de São Paulo

Parceria possibilitará trabalho conjunto entre MPSP e entidade do terceiro setor

Na tarde desta terça-feira (22/8), o Procurador-Geral de Justiça, Gianpaolo Smanio, e o vice-presidente da Federação Amor Exigente, Miguel Tortorelli, assinaram um termo de cooperação para um trabalho conjunto do Ministério Público de São Paulo e a entidade. Pelo acordo, cujo prazo de vigência é de 24 meses, o MPSP selecionará pessoas com dificuldades e/ou ruptura de vínculo familiar em razão de comportamento inadequado, especialmente em virtude do consumo de substâncias psicoativas. Essas pessoas receberão acompanhamento do Amor Exigente.

Para facilitar a execução do programa, foi criada uma comissão permanente formada por um promotor do Centro de Apoio Operacional (CAO) da Infância e da Juventude e um representante da Federação Amor Exigente.

Participaram da solenidade os procuradores de Justiça José Roberto Rochel (coordenador-geral do CAO das Promotorias de Justiça Cíveis e de Tutela Coletiva), Gabriel Inellas (presidente da Comissão Processante Permanente dos Membros do Ministério Público) e Mário Sérgio Sobrinho, bem como as promotoras Fernanda Beatriz Gil da Silva Lopes (coordenadora do CAO de Infância e Juventude e Idoso), Fátima Liz Bardelli Teixeira (assessora do CAO de Infância e Juventude e Idoso) e Fernanda Dolce. Fábio Antunes, coordenador do Amor Exigente, também esteve na sede do MPSP.

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Adolescente alcoolizado atropela família no DF e mata mulheres e bebê

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Mães lideram os cuidados pelos familiares dependentes químicos

 

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