Alojamento da USP era usado para armazenar drogas para traficantes

Gazeta do Povo

Policiais militares da ROCAM prenderam três estudantes na noite desta quinta-feira (20) por tráfico de entorpecentes. Grande parte da droga estava em um alojamento no interior do Campus da USP.

A ocorrência começou na região do Parque do Kartódromo, onde os policiais abordaram uma jovem que completa 18 anos neste sábado (22). Ela se comportou de forma suspeita ao perceber a aproximação das motos da ROCAM.

Na mochila que ela carregava havia uma pequena quantidade de entorpecentes, que segundo ela seria comercializada para usuários da região.

Questionado onde conseguiu o entorpecente, a jovem indicou um estudante de química que reside no alojamento da USP. Lá os PMs encontraram porções de maconha, comprimidos de ecstasy, micropontos de LSD, além de material de embalagem, balança de precisão, celulares, canivete, além de R$ 333,00 em dinheiro.

K.C.C., de 23 anos e G.H.F., de 19 anos, além da adolescente foram conduzidos ao plantão policial, onde permaneceram detidos à disposição da Justiça.

O grupo USP Livre divulgou a notícia em sua página, comentando: “Desmoronou a farsa da esquerda! Descobrimos hoje o real motivo do movimento de extrema esquerda do alojamento de São Carlos se opor de maneira tão firme às inspeções da prefeitura: era para proteger esse tipo de coisa!”

Não há muita novidade aqui, mas é sempre bom quando a polícia desmascara a farsa esquerdista, que usa o manto ideológico para proteger o crime comum. O esquerdismo tomou conta das universidades brasileiras, doutrinando alunos, atacando policiais e governos opositores, e também, como vemos, servindo de guarida para traficantes e outros bandidos.

O esquerdismo no Brasil não é mais a defesa da marginalidade; é a própria marginalidade! Escola Sem Partido já!

Rodrigo Constantino

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Alcoólicos Anônimos passam a atender dependentes com a ajuda de robô nas redes sociais

G1

Nova página, chamada de ‘Amigo Anônimo’ receberá mensagens de pessoas; respostas tentarão ajudar a evitar a bebida e levar para reunião.

Por Carolina Dantas, G1

Durante os últimos três meses, os Alcoólicos Anônimos no Brasil juntaram os depoimentos de seus 70 anos de história para a criação de um robô no bate-papo do Facebook, lançado nesta quarta-feira (29). A nova aba para conversa deve ser uma alternativa ao primeiro contato com grupo, que tem 12 passos para largar o alcoolismo. É a primeira vez que a comunidade abre atendimento pelas redes sociais.

O nome da página é “Amigo Anônimo” e, é claro, também irá manter o anonimato de quem entra em contato. De acordo com os AA, a proposta é ajudar no momento de quase recaída: informa sobre grupos de atendimento de emergência e também orienta amigos e familiares de dependentes. As interações procuram motivar as pessoas a irem pessoalmente para o atendimento completo. O próprio sistema fornece os horários e os endereços mais próximos.

Em menos de 48h, a página recebeu mais de 20 mil curtidas e 70 mil acessos, de acordo com dados do Facebook. Todo o sistema foi construído com base nos depoimentos – e na necessidade de resposta – descrita pelos participantes dos grupos de conversa. Entre as pessoas que acessaram a ferramenta neste primeiro dia, 40 já reverteram em ligações de ajuda.

“Muita gente começa a beber jovem e o alcoolismo vai acarretar mais pra frente. E onde estão os jovens? E onde está todo mundo? Na internet. Vamos pegar os 70 anos de experiência dos AA e colocar isso numa ferramenta pra ajudar outras pessoas”, disse Fernando Palandi, diretor de arte da agência J. Walter Thompson responsável pela comunidade.

Com o novo robô, os AA esperam ter mais contato com o público jovem, que tem menos conhecimento sobre as reuniões de dependentes, e as mulheres, que enfrentam mais preconceito quando buscam ajuda no combate ao alcoolismo.

“Os AA têm mais de 5 mil grupos no Brasil, uma média de 12 mil reuniões semanais, mas nós não conseguimos atingir o grupo jovem e, principalmente, essa demanda que a gente vê do alcoolismo feminino, que é muito escondido e que sofre um grande preconceito na sociedade. Basta você ir nas salas de reunião de AA e ver que há muito mais homens do que mulheres. Essa forma digital deve atingir esse público”, disse Jaira Adamczyk, psicóloga e presidente da junta de serviços gerais dos Alcoólicos Anônimos.

 O desenvolvimento do serviço é uma parceria entre a J. Walter Thompson, agência responsável pelas ações de comunicação da entidade, o Facebook e a Movile, que desenvolveu a ferramenta.
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Tentativa de suicídio pode não buscar morte, mas mensagem, diz psiquiatra

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Importação de semente de maconha é tráfico, decide STJ

Jornal O Estado de S. Paulo

A corte julgava o caso de um homem, de São Paulo, que importou da Holanda 14 sementes da planta Cannabis sativa, que produz a droga

José Maria Tomazela, O Estado de S. Paulo

Foto: REUTERS/Rick Wilking

Acusado disse que fez a importação por curiosidade

 A importação de sementes de maconha é crime de tráfico internacional de drogas. Esse foi o entendimento reafirmado nesta quinta-feira, 6, pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ). A corte julgava o caso de um homem, de São Paulo, que importou da Holanda 14 sementes da planta Cannabis sativa, que produz a droga.

A sentença foi dada em recurso do Ministério Público Federal (MPF) contra decisão do Tribunal Regional Federal da 3.ª Região (TRF-3), que havia determinando o trancamento da ação penal. Ao ser denunciado pelo crime de tráfico internacional, que prevê pena de até 25 anos de prisão, o acusado entrou com habeas corpus.

Em primeira instância, a Justiça Federal desclassificou o caso para contrabando e aplicou o princípio da insignificância, em razão da pequena quantidade de sementes. O MPF recorreu ao STJ, após esse entendimento ser retificado pelo TRF.

Curioso. O acusado, Alexsander Luiz Formigoni de Souza, alegou na defesa que fez a importação por curiosidade e negou que pretendesse produzir a droga. Em decisão monocrática, o ministro Jorge Mussi havia acatado recurso do MPF, considerando a importação clandestina de sementes de maconha crime de tráfico, não importando a quantidade. A tese foi seguida pelo colegiado, autorizando a abertura de ação penal. A Defensoria Pública da União vai recorrer para levar a questão ao Supremo Tribunal Federal.

Para a defensora federal Isabel de Campos Machado, que atua em vários processos e cuidou do caso de Souza no TRF, há uma contradição entre o entendimento do STJ e a tendência do Supremo de descriminalizar a maconha. “É uma grande contradição que a semente, que não tem o princípio ativo da droga, seja tratada como tráfico.”

Estado tentou contato telefônico com Souza, mas não obteve sucesso.

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Durante Jornada Sul-Brasileira de Psiquiatria, ministro reforçou que país vive uma epidemia causada pela dependência química

Site do Ministério do Desenvolvimento Social e Agrário

POLÍTICAS PÚBLICAS
Foto: Patrick Grosner/MDSA

Brasília – O ministro do Desenvolvimento Social e Agrário, Osmar Terra, foi um dos palestrantes da décima sexta Jornada Sul-Brasileira de Psiquiatria, na sexta-feira (7), em Porto Alegre (RS). Ele apresentou dados científicos que reforçam a necessidade de modificação na política sobre drogas no Brasil.

Para o ministro, o país vive uma epidemia causada pela dependência química. Segundo dados do INSS, o número de pessoas que recebem o auxílio-doença devido à dependência química a mais de uma substância psicoativa, como cocaína, crack e LSD, já é maior que o número de auxílios pagos devido ao alcoolismo, por exemplo.

Terra destacou ainda que as drogas são responsáveis pela geração de violência e pelo aumento da pobreza. “A questão da pobreza e da miséria está muito vinculada ao aumento do número de pessoas com dependência química. Não existe nenhum exemplo na história humana que a flexibilização ou legalização de mais drogas para consumo tenha melhorado a situação de um país. A política de liberação de drogas é antissocial, contra os pobres e a sociedade”.

Segundo o ministro, o país precisa evitar o avanço da degradação social com uma política mais eficaz de enfrentamento às drogas. “Precisamos ter uma legislação mais firme, mais rigorosa em relação a isso e ter condições de executá-la. Temos que ter lei para que haja uma diminuição do número de dependentes, da oferta de drogas nas ruas e do número de jovens que ficam dependentes. Queremos que os jovens tenham uma vida produtiva, uma vida familiar feliz que a droga não deixa ter”.

antoniogeraldo

O presidente da Associação Psiquiátrica da América Latina, Antônio Geraldo da Silva, destacou que é preciso enfrentar o discurso que prega a liberação das drogas. De acordo com ele, as evidências científicas demonstram que onde isso aconteceu a violência e os problemas sociais aumentaram, além de provocar uma epidemia de doenças psiquiátricas.

“Nós, psiquiatras, sabemos que se liberar a droga, teremos uma epidemia de doentes mentais nos nossos consultórios, um aumento enorme no número de pessoas que se suicidarão. A dependência química é a segunda maior causa de suicídio no mundo”, afirmou.

A décima sexta Jornada Sul-Brasileira de Psiquiatria é promovida pela Associação Brasileira de Psiquiatria com o apoio do Conselho Regional de Medicina do Rio Grande do Sul.

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5 mitos e verdades sobre a decisão de parar de fumar

Fonte: Revista Exame

Se é tão óbvio que parar de fumar só traz benefícios à saúde, por que muita gente não consegue largar o cigarro?

São Paulo – É inquestionável os malefícios do cigarro para a saúde e até mesmo os fumantes sabem dos riscos que correm com a dependência à nicotina. Já entre ex-fumantes, é unânime quem não perceba a melhora na qualidade de vida depois de abandonar o vício.

Mas se é tão óbvio que parar de fumar só traz benefícios à saúde, por que muita gente não consegue largar o cigarro?

De acordo com Cristiano Guedes Duque, médico oncologista da Oncoclínica, a verdade é que nem sempre é fácil abandonar o cigarro e a decisão, como muitos pensam, não requer apenas força de vontade por parte do fumante.

O especialista listou os mitos e as verdades que envolvem a decisão de parar de fumar. Confira abaixo:

1 – Basta vontade – Mito

De acordo com Duque, a vontade de parar é o mais importante, mas nem todos conseguem interromper esse vício sem ajuda. O hábito de fumar envolve inúmeras situações do dia a dia, que desencadeiam o desejo, além da dependência química da nicotina propriamente dita.

2 – Apoio profissional é importante – Verdade

A interrupção desse comportamento pode ser muito difícil, por isso o apoio de profissionais pode ser de grande ajuda, seja para tirar dúvidas, incentivar, sugerir mudanças na rotina ou mesmo associar medicamentos. É importante lembrar que esse tratamento é oferecido de forma gratuita no Sistema Único de Saúde (SUS)”.

3 – Substituir por cigarro de palha resolve – Mito

O especialista alerta que todos os derivados do tabaco são nocivos à saúde, não importa a forma de uso ou o tipo, e podem causar vários danos ao organismo, inclusive dependência química e câncer assim como o cigarro tradicional.

4 – Fumar esporadicamente é uma estratégia – Mito

Cristiano Duque não concorda com o fato de que fumar ocasionalmente seja uma vantagem. De acordo com o médico, todos os derivados do tabaco possuem a nicotina, uma substância psicoativa, que induz modificações nos neurotransmissores do cérebro.

“A nicotina causa tolerância no organismo, ou seja, cada vez mais, para ter aquele mesmo efeito que o cigarro pode trazer, é necessária uma dosagem maior do tabaco. Além disso, ao longo de nossa vida, as pessoas estão sujeitas a períodos de dificuldades pessoais e ansiedade, que podem levar à necessidade da recompensa do tabaco”, diz.

5 – Conviver com fumantes não ajuda – Verdade

Se você quer parar de fumar, mas a maioria das pessoas do seu convívio fuma, talvez o processo de abandonar o hábito seja ainda mais complicado. Isso porque, segundo Duque, as pessoas que inalam a fumaça de derivados do tabaco devido ao convívio com fumantes, principalmente em ambientes fechados, podem ser acometidas por praticamente todas as doenças relacionadas ao cigarro.

Vale lembrar que, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), o fumo passivo é a terceira maior causa de morte evitável no mundo.

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Brasileiro pode fumar maconha no Uruguai?

Revista Veja

Estrangeiros não podem comprar a droga pela lei, mas já existe um mercado cinza

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